(Sérgio Dal Sasso, Consultor Empresarial, Palestrante Administração, Empreendedorismo, Vendas Consultivas e Educação Profissional – 18/06/2009)
O que passa pela sua cabeça quando falamos em empreender? Acredito que deva ser algo tipo essa é uma palavra da moda, do momento ou coisa ligada ao gostinho de poder ganhar sua grana sem ter que dar satisfação a um chefe, a um patrão.
Na verdade empreender é estar bem preparado para fazer algo e ter boas possibilidades de se dar bem. O maior capital que podemos ter nos dias de hoje é deter um bom conhecimento em conjunto com a praticidade de usar isso tudo para conquistar o reconhecimento da própria competência.
Quer estejamos sozinhos em uma atividade ou em equipe, o que de fato definirá nosso grau empreendedor são as respostas favoráveis dos que nos assistem em relação ao desempenho e resultados nos ambientes profissionais.
Um detalhe importante para não ser esquecido é que o espírito empreendedor não está somente ligado a ter negócios, mas em ser o negócio e nesse mundo atual o que tem valor é a empresa que se encontra dentro de você e não os meios que serão adotados para que mostremos nosso potencial.
Alguns princípios serão de relevância a qualquer coisa que façamos no transcorrer da formatação e consolidação da atividade, mas está na fase inicial de qualquer projeto que pretendemos executar, o potencial de diferenciação no sentido de se começar organizado e com conhecimento de causa daquilo que vamos nos envolver.
Temos que ter muito cuidado nas fases iniciais, pois normalmente por estarmos com alguma disponibilidade de recursos, acabamos nos empolgando pela pressa de se estruturar a atividade sonhada, esquecendo-se muitas vezes das etapas anteriores indispensáveis para validar de fato um negocio promissor.
É muito chato para quem quer ver um negocio prontinho e funcionando o mais rápido possível, entender que tudo dependerá de uma visão ampla e preliminar, com base em pesquisas, estudos e formação de percepções (visão do setor, concorrentes, clientes e conjuntura), que fundamentarão as viabilidades ou não das pretensões do aonde vamos ancorar nosso barquinho.
Será por ai o ponto de partida. Pelo aprendizado e entendimento do se começar consolidadamente organizado e estruturado, para que todo o conhecimento possa ser refinado ao longo dos exercícios que fundamentarão o modelo da operação e o sucesso de qualquer empreendimento.
Quinta-feira, 18 de Junho de 2009
EMPREENDEDORISMO DE FATO... (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
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Domingo, 14 de Junho de 2009
O TEMPO PRODUZINDO A VIDA (Pensamento Sérgio Dal Sasso)
Acho que todos nós passamos pelas fases tidas como idades médias. Aqueles momentos da vida aonde somos forçados a parar, se ausentar e mergulhar a fundo para descobrir de fato quem somos e o que tudo isso tem a ver com a clareza do que sentimos, do que realmente temos falta e gostamos.
Todas as retomadas partem da condição “corpo e mente”, unidas por recheios de convicção para que as certezas supram as deficiências a favor do encantar rumo à produção da alquimia a quem merece nossos esforços.
Por Sérgio Dal Sasso
Todas as retomadas partem da condição “corpo e mente”, unidas por recheios de convicção para que as certezas supram as deficiências a favor do encantar rumo à produção da alquimia a quem merece nossos esforços.
Por Sérgio Dal Sasso
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Sábado, 6 de Junho de 2009
ESTRADAS E MUDANÇAS (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, palestrante Administração, Empreendedorismo, Vendas Consultivas e Educação Profissional – 06/06/2009)
Toda curva é uma reta no infinito e a visão desta linearidade depende do tamanho das condições que reunimos para estarmos dotados de confiança e determinação.
Uma estrada para ser percorrida pode ser visualizada e trilhada por qualquer um. A bem da verdade não existe uma só pessoa, mesmo no seu pior momento, que não tenha entre os altos e baixos, algo positivo para justificar o levantar e continuar. Nesse sentido, trafegar por terra, mar ou ar, independe das estatísticas de risco, pois o que faz acontecer está na natureza do que define pelo que se quer, na formação incondicional daquilo que acreditamos, mesmo quando a velocidade não estiver compatível com o tempo originalmente pretendido.
Cada um “corre como pode”, e ai talvez o grande diferencial seja entender que vencer dentro de um caminho que se objetiva, não significa que todo dia seu desempenho será ampliado em relação aos anteriores. Todo processo evolutivo é dependente dos desajustes, seu entendimento e novas decisões. É importante colocar que muitas das soluções de mudança se encontram dentro de nós, pois é fato que acumulamos muito mais informações do que realmente usamos e dentro dessa visão “pensa muito quem executa pouco”.
Quando alguém me pergunta sobre o que fazer, diante de uma situação real de impasse, digo sempre que continue andando para identificar não só as necessidades, mas as próprias limitações para suprir de avanços ao que já se está enxergando. O fato de sairmos atrás de respostas é porque estamos percebendo que vazios devem ser preenchidos e isso é algo que demonstra um bom indicio de sabedoria.
É muito difícil se conscientizar sobre o porquê temos que trocar de roupa, mudar a cor, incluir coisas que possam estimular por novos valores. Ser competente, feliz e bem sucedido exige capacitação e isso nada mais é do que se ajustar ao que o mundo nos obriga para sermos presença necessária dentro dele. A competência é o quanto valemos pelo que fazemos e desta forma seremos sempre eternos dependentes do como somos gratificados e estimulados pelo que nos dedicamos. A capacitação é algo ligado a obtenção, percepção e uso do conhecimento e seu grau de medição estará sempre pelos esforços do se fazer presente junto com os resultados que obtemos no campo pratico disso tudo.
É assim que vamos delineando nossos caminhos, criando atalhos, aprendendo com eles, aceitando os buracos, fazendo pontes, interligando contatos para que possam somar em parcerias, plantando e adubando com o que aprendemos.
Toda curva é uma reta no infinito e a visão desta linearidade depende do tamanho das condições que reunimos para estarmos dotados de confiança e determinação.
Uma estrada para ser percorrida pode ser visualizada e trilhada por qualquer um. A bem da verdade não existe uma só pessoa, mesmo no seu pior momento, que não tenha entre os altos e baixos, algo positivo para justificar o levantar e continuar. Nesse sentido, trafegar por terra, mar ou ar, independe das estatísticas de risco, pois o que faz acontecer está na natureza do que define pelo que se quer, na formação incondicional daquilo que acreditamos, mesmo quando a velocidade não estiver compatível com o tempo originalmente pretendido.
Cada um “corre como pode”, e ai talvez o grande diferencial seja entender que vencer dentro de um caminho que se objetiva, não significa que todo dia seu desempenho será ampliado em relação aos anteriores. Todo processo evolutivo é dependente dos desajustes, seu entendimento e novas decisões. É importante colocar que muitas das soluções de mudança se encontram dentro de nós, pois é fato que acumulamos muito mais informações do que realmente usamos e dentro dessa visão “pensa muito quem executa pouco”.
Quando alguém me pergunta sobre o que fazer, diante de uma situação real de impasse, digo sempre que continue andando para identificar não só as necessidades, mas as próprias limitações para suprir de avanços ao que já se está enxergando. O fato de sairmos atrás de respostas é porque estamos percebendo que vazios devem ser preenchidos e isso é algo que demonstra um bom indicio de sabedoria.
É muito difícil se conscientizar sobre o porquê temos que trocar de roupa, mudar a cor, incluir coisas que possam estimular por novos valores. Ser competente, feliz e bem sucedido exige capacitação e isso nada mais é do que se ajustar ao que o mundo nos obriga para sermos presença necessária dentro dele. A competência é o quanto valemos pelo que fazemos e desta forma seremos sempre eternos dependentes do como somos gratificados e estimulados pelo que nos dedicamos. A capacitação é algo ligado a obtenção, percepção e uso do conhecimento e seu grau de medição estará sempre pelos esforços do se fazer presente junto com os resultados que obtemos no campo pratico disso tudo.
É assim que vamos delineando nossos caminhos, criando atalhos, aprendendo com eles, aceitando os buracos, fazendo pontes, interligando contatos para que possam somar em parcerias, plantando e adubando com o que aprendemos.
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Quarta-feira, 3 de Junho de 2009
UM SER ESPECIAL (Por Palestrante Sérgio Dal Sasso)
S E R E S P E C I A L
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Quarta-feira, 13 de Maio de 2009
Nosso Comportamento no “Up-Down” das Crises (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, palestrante Administração, Empreendedorismo e Educação Profissional – 13/05/2009)
Se incluirmos a palavra crise em qualquer situação que vivenciamos, isso é quase como água sem “sonrisal”, num sinal de que as coisas vão ficar mais difíceis. Quando deparamos com o que classificamos como dificuldades, temos como reação imediata o sentimento de impotência, pois numa análise simples o que consideramos como difícil está atrelado com o nosso lado eternamente não preparado, que naturalmente sempre criará “nebulosidades” pelo não entendimento do como agir.
A questão maior disso tudo, não é o estado e grau problemático das situações desafiadoras, mas o como estamos adequados ou não para resolvê-las, no sentido de saber dimensionar o conteúdo das atitudes para quando for necessário desviar ou enfrentar para estabelecer o ponto da continuidade.
É por essas razões que tanto se fala da necessidade do saber visualizar as oportunidades em qualquer situação, pois quando a mente está ativada, ela estará ocupada com as tentativas pela produção de coisas melhores, sem muito espaço para se ficar pensando sem agir em relação ao que podia ter sido e não foi.
É por ai que entendemos o quanto é importante o recheio das atitudes e a forma do como visualizamos e agimos em cada situação, já que um “sim eu quero!” pode ser tanto usado para aceitar um casamento como se divorciar do mesmo.
A sustentação de tudo deve evitar os nossos naturais impulsos imediatistas, que mesmo sendo mais fáceis em certos momentos, na maioria das vezes não estão devidamente embasados e normalmente nos levam a um acumular de um monte de situações mal resolvidas, mas que no transcorrer do tempo serão sempre cobradas.
O comportamento mais adequado dessa vida em relação aos meios adversos tem a ver com o conseguir um ponto de equilíbrio aonde as dimensões das variáveis positivas e negativas nunca devem se distanciar demasiadamente além dos limites do nosso perfil comportamental. Esse é o “time” que definirá o seu padrão pessoal de segurança.
Tempo ruim depende de ventos, ventos dependem das variáveis climáticas, e por tanto, nossa exposição para agir, deve levar em conta até um guarda chuva, pois o céu azul pode ser bom para você, mas não ter a mesma percepção do outro.
www.sergiodalsasso.com.br
Se incluirmos a palavra crise em qualquer situação que vivenciamos, isso é quase como água sem “sonrisal”, num sinal de que as coisas vão ficar mais difíceis. Quando deparamos com o que classificamos como dificuldades, temos como reação imediata o sentimento de impotência, pois numa análise simples o que consideramos como difícil está atrelado com o nosso lado eternamente não preparado, que naturalmente sempre criará “nebulosidades” pelo não entendimento do como agir.
A questão maior disso tudo, não é o estado e grau problemático das situações desafiadoras, mas o como estamos adequados ou não para resolvê-las, no sentido de saber dimensionar o conteúdo das atitudes para quando for necessário desviar ou enfrentar para estabelecer o ponto da continuidade.
É por essas razões que tanto se fala da necessidade do saber visualizar as oportunidades em qualquer situação, pois quando a mente está ativada, ela estará ocupada com as tentativas pela produção de coisas melhores, sem muito espaço para se ficar pensando sem agir em relação ao que podia ter sido e não foi.
É por ai que entendemos o quanto é importante o recheio das atitudes e a forma do como visualizamos e agimos em cada situação, já que um “sim eu quero!” pode ser tanto usado para aceitar um casamento como se divorciar do mesmo.
A sustentação de tudo deve evitar os nossos naturais impulsos imediatistas, que mesmo sendo mais fáceis em certos momentos, na maioria das vezes não estão devidamente embasados e normalmente nos levam a um acumular de um monte de situações mal resolvidas, mas que no transcorrer do tempo serão sempre cobradas.
O comportamento mais adequado dessa vida em relação aos meios adversos tem a ver com o conseguir um ponto de equilíbrio aonde as dimensões das variáveis positivas e negativas nunca devem se distanciar demasiadamente além dos limites do nosso perfil comportamental. Esse é o “time” que definirá o seu padrão pessoal de segurança.
Tempo ruim depende de ventos, ventos dependem das variáveis climáticas, e por tanto, nossa exposição para agir, deve levar em conta até um guarda chuva, pois o céu azul pode ser bom para você, mas não ter a mesma percepção do outro.
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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009
Bases, Comportamento e Sucesso (Artigo Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, palestrante Administração, Empreendedorismo e Educação Profissional – 06/05/2009)
Os “cases” de sucessos profissionais estão sempre sendo alavancados pela solidez das bases pessoais, e mais do que conhecimento, entendimento e uso, o grande diferencial vem do lado ativo que consegue acionar a roda para que sua rotação atinja a capacidade de produzir aquilo que estamos pensando.
Toda insegurança é no fundo decorrente da ausência de um plano que guie na direção dos sonhos, pois afinal no resumo dos negócios, mesmo quando estruturamos adequadamente nossos dias seguintes, temos como principal desafio, o de fazer cumprir o que traçamos e nisso mais do que seguir a rotina, dependeremos de mentes de bem com a vida para o exercício diário e o enfrentamento das variações que temos que exercer para as superações.
Não se mede sucesso pelo volume dos resultados, mas pela felicidade quando o mínimo conquistado já nos faz valer uma festa todo dia. Assim o maior termômetro indicador da nossa satisfação vem da forma estruturada do como absorvemos o lado positivo do que enfrentamos, entendendo sempre que as coisas ruins para que sejam substituídas sempre vão depender do tempo e preparação de um clima que justifique a própria iniciativa pela mudança.
Nesse sentido é fácil pensar o quanto é importante o nosso encontro interior, para que possamos ter um casamento sustentável entre o que visualizamos como futuro e o acumular de energia para a solidificação dos valores que deveremos conter, e assim rechear de razões para justificar o quanto da importância da inovação dos dribles para que a bola resulte em gols.
O comportamento humano é a chave de êxito para a condução das ações e conquistas de resultados, ao longo das dificuldades normais encontradas nos percursos das nossas atividades.
O poder da solução desse equilíbrio, que adicionados ao tempo e esforço dedicado a rotina operacional, está nos espaços que devemos reservar pela buscas dos restabelecimentos dos adicionais do prazer e positivismo.
Afinal em comum, nosso negócio é viver com amplitude e para tanto temos que gerar respostas que qualifiquem as relações com entendimento, transparência e energia em adição a lógica e a precisão das nossas atitudes.
www.sergiodalsasso.com.br
falecom@sergiodalsasso.com.br
Os “cases” de sucessos profissionais estão sempre sendo alavancados pela solidez das bases pessoais, e mais do que conhecimento, entendimento e uso, o grande diferencial vem do lado ativo que consegue acionar a roda para que sua rotação atinja a capacidade de produzir aquilo que estamos pensando.
Toda insegurança é no fundo decorrente da ausência de um plano que guie na direção dos sonhos, pois afinal no resumo dos negócios, mesmo quando estruturamos adequadamente nossos dias seguintes, temos como principal desafio, o de fazer cumprir o que traçamos e nisso mais do que seguir a rotina, dependeremos de mentes de bem com a vida para o exercício diário e o enfrentamento das variações que temos que exercer para as superações.
Não se mede sucesso pelo volume dos resultados, mas pela felicidade quando o mínimo conquistado já nos faz valer uma festa todo dia. Assim o maior termômetro indicador da nossa satisfação vem da forma estruturada do como absorvemos o lado positivo do que enfrentamos, entendendo sempre que as coisas ruins para que sejam substituídas sempre vão depender do tempo e preparação de um clima que justifique a própria iniciativa pela mudança.
Nesse sentido é fácil pensar o quanto é importante o nosso encontro interior, para que possamos ter um casamento sustentável entre o que visualizamos como futuro e o acumular de energia para a solidificação dos valores que deveremos conter, e assim rechear de razões para justificar o quanto da importância da inovação dos dribles para que a bola resulte em gols.
O comportamento humano é a chave de êxito para a condução das ações e conquistas de resultados, ao longo das dificuldades normais encontradas nos percursos das nossas atividades.
O poder da solução desse equilíbrio, que adicionados ao tempo e esforço dedicado a rotina operacional, está nos espaços que devemos reservar pela buscas dos restabelecimentos dos adicionais do prazer e positivismo.
Afinal em comum, nosso negócio é viver com amplitude e para tanto temos que gerar respostas que qualifiquem as relações com entendimento, transparência e energia em adição a lógica e a precisão das nossas atitudes.
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Sábado, 18 de Abril de 2009
A INFORMAÇÃO GERANDO ADIÇÃO (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, palestrante Administração, Empreendedorismo e Educação Profissional – 18/04/2009)
Vivemos em um mundo aonde o opinar não significa saber. O sentido democrático da palavra informação e todos os meios facilitadores para a sua disseminação fazem com que tenhamos um excesso de dados, aonde nossa grande preocupação é entender sobre o que de fato poder ter validade ou não para somar ao que precisamos no auxilio ao que estamos fazendo ou pretendemos fazer.
A questão maior a ser refletida no momento está ligada a credibilidade do conteúdo que recebemos e os riscos da ausência do aprofundamento necessário para dar consistência ao que se fala e o como se fala. Num sentido amplo a grande análise a ser feita é o quanto podemos acreditar e usar daquilo que não é essencialmente nosso, e assim nunca perder a visão que temos quer ser o centro para o resultado saudável do pretendemos. Dessa forma e antes de tudo que adicionamos à intenção de produção de melhorias, deve-se atentar aos critérios que adotamos para receber, analisar e incluir o que de fato faça evoluir para assegurar as possibilidades do que já somos.
Não se iluda muito pelo que se lê, pela forma “verdade verdadeira” imposta pelo estilo de quem escreve, pois todos nesse mudo querem gerar e convencer métodos que justifiquem a formação das próprias bases para sustentar o que se faz. Afinal temos que ter em mente de que administrar uma vida, uma carreira ou um negócio deve partir sempre das nossas formas, antecedidas por gostos, conhecimento e vocação, para que possamos desenvolver motivadamente nossas visões e direções. Para isso, temos que ter um ponto de partida e a previsão de um ponto de chegada, sendo que no meio, ou seja, na execução, o estilo que vai dar certo tem que ser 100% você, no contrário não teríamos um tempero adicional para provocar as coisas que fazem a diferença para os que nos compram.
Esteja atento a tudo que está acontecendo, use informações desde que tenham sentido aprofundado, incluindo as referencias quando afirmam algo de relevância e que pode influenciar ao que fazemos, pois somos sempre mais sensíveis em acreditar ou comprar idéias alheias quando o momento é particularmente composto de incertezas.
São nessas horas aonde mais vemos a presença dos “Gurus” sem nota fiscal, que também por desespero precisam alimentar suas famílias a qualquer custo e risco, afirmando serem verdadeiros, os fatos que se quer tiveram a oportunidade de exercerem na pratica, e nisso pode-se imaginar os prejuízos que podemos ter quando aceitamos as coisas sem as devidas comprovações, e mais, as razões de muitas das inseguranças quando olhamos para o céu e perguntamos: Senhor porque não olhas para mim?
A motivação, antes de tudo, depende da clareza das suas intenções, da seriedade com que seleciona pessoas, idéias, do pré-estudo daqueles com quem poderá se envolver, da comprovação real da qualidade do mundo aonde irá se interagir.
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Vivemos em um mundo aonde o opinar não significa saber. O sentido democrático da palavra informação e todos os meios facilitadores para a sua disseminação fazem com que tenhamos um excesso de dados, aonde nossa grande preocupação é entender sobre o que de fato poder ter validade ou não para somar ao que precisamos no auxilio ao que estamos fazendo ou pretendemos fazer.
A questão maior a ser refletida no momento está ligada a credibilidade do conteúdo que recebemos e os riscos da ausência do aprofundamento necessário para dar consistência ao que se fala e o como se fala. Num sentido amplo a grande análise a ser feita é o quanto podemos acreditar e usar daquilo que não é essencialmente nosso, e assim nunca perder a visão que temos quer ser o centro para o resultado saudável do pretendemos. Dessa forma e antes de tudo que adicionamos à intenção de produção de melhorias, deve-se atentar aos critérios que adotamos para receber, analisar e incluir o que de fato faça evoluir para assegurar as possibilidades do que já somos.
Não se iluda muito pelo que se lê, pela forma “verdade verdadeira” imposta pelo estilo de quem escreve, pois todos nesse mudo querem gerar e convencer métodos que justifiquem a formação das próprias bases para sustentar o que se faz. Afinal temos que ter em mente de que administrar uma vida, uma carreira ou um negócio deve partir sempre das nossas formas, antecedidas por gostos, conhecimento e vocação, para que possamos desenvolver motivadamente nossas visões e direções. Para isso, temos que ter um ponto de partida e a previsão de um ponto de chegada, sendo que no meio, ou seja, na execução, o estilo que vai dar certo tem que ser 100% você, no contrário não teríamos um tempero adicional para provocar as coisas que fazem a diferença para os que nos compram.
Esteja atento a tudo que está acontecendo, use informações desde que tenham sentido aprofundado, incluindo as referencias quando afirmam algo de relevância e que pode influenciar ao que fazemos, pois somos sempre mais sensíveis em acreditar ou comprar idéias alheias quando o momento é particularmente composto de incertezas.
São nessas horas aonde mais vemos a presença dos “Gurus” sem nota fiscal, que também por desespero precisam alimentar suas famílias a qualquer custo e risco, afirmando serem verdadeiros, os fatos que se quer tiveram a oportunidade de exercerem na pratica, e nisso pode-se imaginar os prejuízos que podemos ter quando aceitamos as coisas sem as devidas comprovações, e mais, as razões de muitas das inseguranças quando olhamos para o céu e perguntamos: Senhor porque não olhas para mim?
A motivação, antes de tudo, depende da clareza das suas intenções, da seriedade com que seleciona pessoas, idéias, do pré-estudo daqueles com quem poderá se envolver, da comprovação real da qualidade do mundo aonde irá se interagir.
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Terça-feira, 7 de Abril de 2009
O lado oculto dentro de ti (Sérgio Dal Sasso)
Não tem nada de grandes mudanças quando lidamos com maquinas, ou até mesmo as nossas compreensões sobre o uso dessa ou aquela tecnologia. Também não existe surpresa quando nos sentimos limitados a um determinado assunto, pois existe sempre cura para o não entender, bastando aceitar essa ausência e sair pela luta do como aprender.
De tudo que significa evolução sempre existirá um grande obstáculo, aonde experiências e vivências absorvidas serão insuficientes para o afastar das surpresas, incognitas e imprevisibilidades.
Vivemos pelas decisões, e quase sempre a sua parte esforço fica na dependência de uma composição de gente lidando com gente, aonde as reações nem sempre serão o que você acha que já conhece, pois invariavelmente existe uma parte oculta guardada dentro de cada um, para garantir que a história nunca será o que de fato desenhamos.
De tudo que significa evolução sempre existirá um grande obstáculo, aonde experiências e vivências absorvidas serão insuficientes para o afastar das surpresas, incognitas e imprevisibilidades.
Vivemos pelas decisões, e quase sempre a sua parte esforço fica na dependência de uma composição de gente lidando com gente, aonde as reações nem sempre serão o que você acha que já conhece, pois invariavelmente existe uma parte oculta guardada dentro de cada um, para garantir que a história nunca será o que de fato desenhamos.
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Domingo, 5 de Abril de 2009
Sergio Dal Sasso em Salvador - Faceb 27/04
Estaremos no Congresso Estadual do Empreendedor em 27 de abril com a palestra Gente, Gestores e Empreendedores.
A FACEB - Federação das Associações Comerciais do Estado da Bahia estará realizando nos dias 27 e 28 de abril do corrente ano, no Centro de Convenções, em Salvador-BA o VI Congresso Estadual do Empreendedor.
A FACEB - Federação das Associações Comerciais do Estado da Bahia estará realizando nos dias 27 e 28 de abril do corrente ano, no Centro de Convenções, em Salvador-BA o VI Congresso Estadual do Empreendedor.
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SÉRGIO DAL SASSO: PALESTRANTE, CONSULTOR, ESCRITOR (Administração, Empreendedorismo e Educação Corporativa)
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Sérgio Dal Sasso em 16/04/2009 em Blumenau (Teatro Carlos Gomes)
Estaremos em Blumenau com a palestra "Gente, Gestores e Empreendedores: Estratégias da Vitória", um evento voltado ao publico empresarial e profissionais da região.

Seminário Especial – Gente, Gestores e Empreendedores: Estratégias da Vitória
Data/Hora 16 de abril, às 19h30
Inscrições e informações: pelos telefones (47) 3322-1102 / 9617-4931, pelo e-mail conquista@conquistaempresarial.com.br ou no site www.conquistaempresarial.com.br Investimento: R$ 70,00
Seminário Especial – Gente, Gestores e Empreendedores: Estratégias da Vitória
Data/Hora 16 de abril, às 19h30
Inscrições e informações: pelos telefones (47) 3322-1102 / 9617-4931, pelo e-mail conquista@conquistaempresarial.com.br ou no site www.conquistaempresarial.com.br Investimento: R$ 70,00
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Palestra Sérgio Dal Sasso em Aracaju 29/05/2009
Estaremos em Aracaju em 29/03 participando do X SEMISEC (Seminário multiprofissional integrado de Secretariado) com a palestra "Gente, Gestores e Empreendedores". No dia 28 também na programação temos como parceiro mais uma vez Eduardo Shinyashiki com o tema "Competência Emocional e Gestão de Pessoas". Veja abaixo a programação de parte desse grande evento!
28/05/2009 - Quinta - Feira
09h às 11h - MINI-CURSOS - REAL CLASSIC HOTEL - Praia de Atalaia.
08h às 11h - II ENCONTRO DE COORDENADORES E DOCENTES DOS CURSOS DE SECRETARIADO DO NORDESTE - Salão de Convenções do Delmar Hotel - Praia de Atalaia.
11h às 13h - INTERVALO PARA ALMOÇO.
13h30 às 20h - PLENÁRIAS - IATE CLUBE DE ARACAJU.
13h40 às 14h40 - Palestra: O Profissional de Secretariado e a Educação Continuada.
Palestrante: Valter Souza - SENAC/SE.
14h40 às 16h - Painel: Reflexões Políticas - Criação do Conselho de Secretariado.
Palestrantes: Dr. Marco Antonio de Oliveira R. S. Junior/SP - Assessor Jurídico da FENASSEC,
Dr. José Paulo Barros Mello Filho/SE - Advogado, Assessor Jurídico do SINSESE e
Convidado do Congresso Nacional - a confirmar.
Mediadora: Maria Bernadete Lira Lieuthier/SE nº 769-SRTE/PE - Presidente do SINSEPE e da FENASSEC.
16h - INTERVALO.
16h30 às 17h40 - Palestra: Como Acompanhar a Velocidade das Transformações no Mercado de Trabalho para Manter-se Competitivo e Valorizado pelas Organizações.
Palestrante: Antonio Neto/SE - Conferencista, Consultor e Empresário.
17h40 às 19h - Palestra Show: Competência Emocional e Gestão de Pessoas.
Palestrante: Eduardo Shinyashiki/SC - Palestrante, escritor e especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes.
19h30 - APRESENTAÇÃO CULTURAL / CONFRATERNIZAÇÃO.
29/05/2009 - Sexta - Feira - DELMAR HOTEL - PRAIA DE ATALAIA.
08h às 12h - III FORUM DE DEBATES SOBRE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DE SECRETARIADO DO NORDESTE - Tema: Atuação do Profissional de Secretariado na Gestão Pública e na Gestão Privada. (Veja o programa completo aqui)
12h às 13h30 - INTERVALO PARA O ALMOÇO.
14h às 20h - PLENÁRIAS - IATE CLUBE DE ARACAJU.
14h às 14h50 - Palestra: Ferramentas Tecnológicas para o Desenvolvimento Profissional.
Palestrante: Fabio Gomes Rocha/SP - Professor, Especialista em Software Livre, Co-autor do livro "Secretariado: do escriba ao webwriter".
14h50 às 15h50 - Painel: Secretariado em Ação - Presidentes de Sindicatos do Nordeste.
15h50 às 17h20 - Apresentações Científicas - Oral e Poster.
17h20 às 18h - Palestra: Qualidade de Vida X Saúde.
Palestrante: Dr. Watyson Alves de Oliveira/SE - Geriatra.
18h às 19h30 - Palestra Show: Gente, Gestores & Secretárias Empreendedoras.
Palestrante: Sérgio Dal Sasso/SP - Consultor, Palestrante, Escritor e Articulista.
19h30 - APRESENTAÇÃO CULTURAL / CONFRATERNIZAÇÃO
28/05/2009 - Quinta - Feira
09h às 11h - MINI-CURSOS - REAL CLASSIC HOTEL - Praia de Atalaia.
08h às 11h - II ENCONTRO DE COORDENADORES E DOCENTES DOS CURSOS DE SECRETARIADO DO NORDESTE - Salão de Convenções do Delmar Hotel - Praia de Atalaia.
11h às 13h - INTERVALO PARA ALMOÇO.
13h30 às 20h - PLENÁRIAS - IATE CLUBE DE ARACAJU.
13h40 às 14h40 - Palestra: O Profissional de Secretariado e a Educação Continuada.
Palestrante: Valter Souza - SENAC/SE.
14h40 às 16h - Painel: Reflexões Políticas - Criação do Conselho de Secretariado.
Palestrantes: Dr. Marco Antonio de Oliveira R. S. Junior/SP - Assessor Jurídico da FENASSEC,
Dr. José Paulo Barros Mello Filho/SE - Advogado, Assessor Jurídico do SINSESE e
Convidado do Congresso Nacional - a confirmar.
Mediadora: Maria Bernadete Lira Lieuthier/SE nº 769-SRTE/PE - Presidente do SINSEPE e da FENASSEC.
16h - INTERVALO.
16h30 às 17h40 - Palestra: Como Acompanhar a Velocidade das Transformações no Mercado de Trabalho para Manter-se Competitivo e Valorizado pelas Organizações.
Palestrante: Antonio Neto/SE - Conferencista, Consultor e Empresário.
17h40 às 19h - Palestra Show: Competência Emocional e Gestão de Pessoas.
Palestrante: Eduardo Shinyashiki/SC - Palestrante, escritor e especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes.
19h30 - APRESENTAÇÃO CULTURAL / CONFRATERNIZAÇÃO.
29/05/2009 - Sexta - Feira - DELMAR HOTEL - PRAIA DE ATALAIA.
08h às 12h - III FORUM DE DEBATES SOBRE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DE SECRETARIADO DO NORDESTE - Tema: Atuação do Profissional de Secretariado na Gestão Pública e na Gestão Privada. (Veja o programa completo aqui)
12h às 13h30 - INTERVALO PARA O ALMOÇO.
14h às 20h - PLENÁRIAS - IATE CLUBE DE ARACAJU.
14h às 14h50 - Palestra: Ferramentas Tecnológicas para o Desenvolvimento Profissional.
Palestrante: Fabio Gomes Rocha/SP - Professor, Especialista em Software Livre, Co-autor do livro "Secretariado: do escriba ao webwriter".
14h50 às 15h50 - Painel: Secretariado em Ação - Presidentes de Sindicatos do Nordeste.
15h50 às 17h20 - Apresentações Científicas - Oral e Poster.
17h20 às 18h - Palestra: Qualidade de Vida X Saúde.
Palestrante: Dr. Watyson Alves de Oliveira/SE - Geriatra.
18h às 19h30 - Palestra Show: Gente, Gestores & Secretárias Empreendedoras.
Palestrante: Sérgio Dal Sasso/SP - Consultor, Palestrante, Escritor e Articulista.
19h30 - APRESENTAÇÃO CULTURAL / CONFRATERNIZAÇÃO
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SÉRGIO DAL SASSO: PALESTRANTE, CONSULTOR, ESCRITOR (Administração, Empreendedorismo e Educação Corporativa)
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Quinta-feira, 2 de Abril de 2009
Lider e Liderança (Sérgio Dal Sasso)
De uma coisa eu tenho certeza com grau absoluto. Tudo que aconteceu nos ultimos tempos nessa bagunça ecoglobal, desmonstra claramente que nada fica no mesmo lugar por muito tempo.
Penso que o conceito de globalização ficou muito mais para o dividir as burradas do que qq outra definição. Analisemos a infantilidade que atingiu os grandes centros econômicos, pois é claro que não existiu um estouro do tipo "nossa isso foi uma surpresa", como se do dia para a noite todos os tomados de emprestimos imobiliarios resolvessem não pagar mais seus financiamentos.
Na verdade e logicamente esse processo de inadimplência foi sendo diagnosticado evolutivamente, chegando a situação de insolvência no segundo semestre de 2008. Fica claro que isso era de conhecimento de governos e que apenas foi sendo rolado por questões de tentativas via expectativa de que o crescimento das economias, supera-se a exposição, porém na outra ponta não se verificava que parte desse aquecimento era mantido também por dinheiro especulativo... e assim vai o raciocínio.
Lider que faz burrada perde credibilidade, e nisso por mais solução que se tenha vai sempre ficar na memória num sentido de desconfiar confiando. O mundo hoje anda meio sem ter para onde olhar ou admirar e as apostas das novas referências estão no futuro com atenção a quem de fato conquistar diferenciação nessa fase de ajustes. Quem diria "nois" também estamos nessa e de uma forma ou de outra isso pesa para garantias através do convencimento para conversão dos depósitos das fichas em forma de novos recursos...
Penso que o conceito de globalização ficou muito mais para o dividir as burradas do que qq outra definição. Analisemos a infantilidade que atingiu os grandes centros econômicos, pois é claro que não existiu um estouro do tipo "nossa isso foi uma surpresa", como se do dia para a noite todos os tomados de emprestimos imobiliarios resolvessem não pagar mais seus financiamentos.
Na verdade e logicamente esse processo de inadimplência foi sendo diagnosticado evolutivamente, chegando a situação de insolvência no segundo semestre de 2008. Fica claro que isso era de conhecimento de governos e que apenas foi sendo rolado por questões de tentativas via expectativa de que o crescimento das economias, supera-se a exposição, porém na outra ponta não se verificava que parte desse aquecimento era mantido também por dinheiro especulativo... e assim vai o raciocínio.
Lider que faz burrada perde credibilidade, e nisso por mais solução que se tenha vai sempre ficar na memória num sentido de desconfiar confiando. O mundo hoje anda meio sem ter para onde olhar ou admirar e as apostas das novas referências estão no futuro com atenção a quem de fato conquistar diferenciação nessa fase de ajustes. Quem diria "nois" também estamos nessa e de uma forma ou de outra isso pesa para garantias através do convencimento para conversão dos depósitos das fichas em forma de novos recursos...
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SÉRGIO DAL SASSO: PALESTRANTE, CONSULTOR, ESCRITOR (Administração, Empreendedorismo e Educação Corporativa)
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2009
A dor da consciência dos fatos... (Sérgio dal Sasso)
Que a situação é bem pior do que se imaginava ninguém mais tem duvida. Para toda dificuldade deve ter uma grande responsabilidade antes das teses a serem propostas como meios de solução.
Somente agora e com a publicação obrigatória dos balanços dos grandes conglomerados nacionais é que de fato torna-se claro a ordem de grandeza dos prejuizos bilionários consumidos principalmente com despesas financeiras. O rombo é grande e envolve empresas tidas como cinco estrelas (gol, sadia, tam, suzano,aracruz...) e põe em duvida quantas mais se encontrão na mesma situação.
Ao leitor diria que se tivesse uma empresa nessa situação de alta exposição pós crise, iria também adiar o máximo a divulgação de informações, já que minha prioridade estaria centrada nas negociações referentes a geração de alternativas de recursos para gestão do caixa do meu negócio.
Acredito também que tal ausência de informações reais, justifica em parte as distorções de informações vindas do governo quando vislumbrou a tal da marolinha, chegando a sonhar com uma previsão de crescimento na ordem de 4% para 2009 e que em menos de dois meses, já se considera um "plus" algo perto da casa do zero.
Com urgência urgentissima a hora é do botar freio, parar de viajar na maionese e começar a agir de forma séria e responsável. Como um governo nesse momento consegue gerir seu caixa aumentando suas despesas com gastos inutéis e de cunho politiqueiro?
A essa pergunta não se deve ter resposta, pois nesse caso seria apenas mais um a falar sem agir. Tá faltando um coletivo em massa, uma revolução pela coêrencia das coisas...
Somente agora e com a publicação obrigatória dos balanços dos grandes conglomerados nacionais é que de fato torna-se claro a ordem de grandeza dos prejuizos bilionários consumidos principalmente com despesas financeiras. O rombo é grande e envolve empresas tidas como cinco estrelas (gol, sadia, tam, suzano,aracruz...) e põe em duvida quantas mais se encontrão na mesma situação.
Ao leitor diria que se tivesse uma empresa nessa situação de alta exposição pós crise, iria também adiar o máximo a divulgação de informações, já que minha prioridade estaria centrada nas negociações referentes a geração de alternativas de recursos para gestão do caixa do meu negócio.
Acredito também que tal ausência de informações reais, justifica em parte as distorções de informações vindas do governo quando vislumbrou a tal da marolinha, chegando a sonhar com uma previsão de crescimento na ordem de 4% para 2009 e que em menos de dois meses, já se considera um "plus" algo perto da casa do zero.
Com urgência urgentissima a hora é do botar freio, parar de viajar na maionese e começar a agir de forma séria e responsável. Como um governo nesse momento consegue gerir seu caixa aumentando suas despesas com gastos inutéis e de cunho politiqueiro?
A essa pergunta não se deve ter resposta, pois nesse caso seria apenas mais um a falar sem agir. Tá faltando um coletivo em massa, uma revolução pela coêrencia das coisas...
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Terça-feira, 31 de Março de 2009
LULA - Esperamos por um exemplo? (Sérgio Dal Sasso)
Sabemos que temos a maior carga tributária do mundo. O maior spread sobre operações financeiras do mundo e em muitas coisas pagamos também um valor absurdo, tais como: telefonia fixa e movel, combustivel e tudo isso ainda misturado por um histórico abandono de investimentos em infraestrutura, etc e tal.
A par dessa situação não se pode imaginar que temos um governo ou um sistema simpático a nossa causa. De um lado ainda esperamos muito desse poder, tido como popular e autêntico e do outro nada que nos é fornecido de fato não tinhamos que receber pelo menos dez vezes mais....
Resumindo não existe mérito em reduzir cargas tributárias em situação de absoluta necessidade. O que se espera nesse momento de um governo é a parte do sacrificio "entre aspas", do grande vilão do deficit nacional, no sentido de que já tá na hora de uma demonstração real de que algo bem sério está para ser feito e que essa crise não é só nossa, é de todos, mesmo para aqueles que trabalham tão pouco...
A par dessa situação não se pode imaginar que temos um governo ou um sistema simpático a nossa causa. De um lado ainda esperamos muito desse poder, tido como popular e autêntico e do outro nada que nos é fornecido de fato não tinhamos que receber pelo menos dez vezes mais....
Resumindo não existe mérito em reduzir cargas tributárias em situação de absoluta necessidade. O que se espera nesse momento de um governo é a parte do sacrificio "entre aspas", do grande vilão do deficit nacional, no sentido de que já tá na hora de uma demonstração real de que algo bem sério está para ser feito e que essa crise não é só nossa, é de todos, mesmo para aqueles que trabalham tão pouco...
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SÉRGIO DAL SASSO: PALESTRANTE, CONSULTOR, ESCRITOR (Administração, Empreendedorismo e Educação Corporativa)
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Por onde anda o uso do conhecimento? (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, palestrante Administração, Empreendedorismo e Educação Profissional – 30/03/2009)
“A gente não trabalha com o conhecimento pronto. A gente constrói o próprio conhecimento”.
Por onde anda em importância a analise dos porquês de uma crise, se sua origem é externa ou não ou se seus efeitos são de curto, médio ou longo prazo. Talvez esse excesso de informações “on line” e a tendência de que coisas negativas dão mais ibope, estejam nos levando a um convencimento que nosso mundo ou o que fazemos necessariamente está condicionado as regras gerais que procuram ditar modelos comuns a todos.
Pensar não é executar e falar nem sempre está perto do agir. O mundo exagerou nas suas conceituações de teses e fórmulas ficando mais próximo dos sonhos do que das realizações.
A realidade das coisas está no criar a sua própria forma, pois as regras que justificam os modelos de negócios que funcionam levam em conta os cenários e conjunturas que os rodeiam, mas os resultados favoráveis dependem na essência do seu acreditar nas bases do como construiu seus alicerces para o suporte as oscilações. Nos negócios e nas profissões temos que aprender a desenhar nossos fluxos de atividades, para que possamos treinar, rascunhar, aperfeiçoar e evoluir dentro das academias que estamos criando.
Para um futuro coerente, antes de tudo vem o crédito interno que valida de seguranças ao que queremos. Do mercado, quando organizado internamente, saberemos obter os recursos necessários, evoluindo a capacidade de seleção do como e aonde buscar os caminhos, e assim construir garantias de sucesso pela qualidade das origens e sustentação das atividades.
O jogo da inteligência está no eliminar todo dia um pouco das incertezas antecipadas pelo mau humor de um mercado essencialmente especulativo. A regra é nunca se antecipar assumindo perdas quando ainda não tentamos de fato, e é por ai que vamos aprender a distinguir “um ninguém” pelo determinismo de quem busca ser “alguém”.
“A gente não trabalha com o conhecimento pronto. A gente constrói o próprio conhecimento”.
Por onde anda em importância a analise dos porquês de uma crise, se sua origem é externa ou não ou se seus efeitos são de curto, médio ou longo prazo. Talvez esse excesso de informações “on line” e a tendência de que coisas negativas dão mais ibope, estejam nos levando a um convencimento que nosso mundo ou o que fazemos necessariamente está condicionado as regras gerais que procuram ditar modelos comuns a todos.
Pensar não é executar e falar nem sempre está perto do agir. O mundo exagerou nas suas conceituações de teses e fórmulas ficando mais próximo dos sonhos do que das realizações.
A realidade das coisas está no criar a sua própria forma, pois as regras que justificam os modelos de negócios que funcionam levam em conta os cenários e conjunturas que os rodeiam, mas os resultados favoráveis dependem na essência do seu acreditar nas bases do como construiu seus alicerces para o suporte as oscilações. Nos negócios e nas profissões temos que aprender a desenhar nossos fluxos de atividades, para que possamos treinar, rascunhar, aperfeiçoar e evoluir dentro das academias que estamos criando.
Para um futuro coerente, antes de tudo vem o crédito interno que valida de seguranças ao que queremos. Do mercado, quando organizado internamente, saberemos obter os recursos necessários, evoluindo a capacidade de seleção do como e aonde buscar os caminhos, e assim construir garantias de sucesso pela qualidade das origens e sustentação das atividades.
O jogo da inteligência está no eliminar todo dia um pouco das incertezas antecipadas pelo mau humor de um mercado essencialmente especulativo. A regra é nunca se antecipar assumindo perdas quando ainda não tentamos de fato, e é por ai que vamos aprender a distinguir “um ninguém” pelo determinismo de quem busca ser “alguém”.
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Segunda-feira, 16 de Março de 2009
O Investimento (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, palestrante Administração, Empreendedorismo e Educação Profissional – 16/03/2009)
Investir é mobilizar algo que possa ser útil por um prazo acima do satisfazer a apenas alguns momentos. Na verdade se os momentos forem satisfatórios já será um indicio de que estamos praticando recursos na direção certa.
O entrave do investir está na credibilidade que depositamos no futuro, no estagio da razão que impulsiona o apostar em nós mesmos e nisso, mais do que estudos que viabilizam e orientam as possibilidades dos nossos retornos, temos que aprender a separar nossas ações imediatistas das que devem ser estruturadas para garantias de sustentação nos médios e longos prazos.
A grande tacada dos investimentos é quando somos dirigidos pela percepção enriquecida pela palavra inovação, e isso significa assumir riscos e compreender que o desenvolvimento de novos meios, exige determinação, ousadia e aperfeiçoamento constante. Conceitos do tangível (visível a olho nu) e intangível (nem sempre palpáveis) se entrelaçam para justificar que o tempo sempre é algo formado com gastos conectados por desembolsos e aprendizados.
Qualquer projeto futuro requer uma grande dedicação “voluntária” a ser disponibilizada, tanto para a execução, como na venda publica, com vistas à obtenção dos convencimentos, reconhecimentos e aproximações dos resultados pretendidos. Resumindo, investir mais do que o capital, depende do acreditar e apostar, o que em simples palavras nos transformam em seres inquietos, pouco domáveis e pré-destinados pela caça das oportunidades pelas negociações que devemos encarar.
Existem horas aonde nossos planos de investimentos são direcionados a tecnologia e aos meios revisores do processo pelas dinâmicas, qualidades e segurança ao que já estamos fazendo com relativo sucesso. Em outras, como nesse momento de instabilidades, aonde observamos que nossos mecanismos operacionais atendem com suficiência os quesitos das necessidades e que a direção dos esforços devem se concentrar nos fortalecimentos das marcas que representamos, sejam como pessoa jurídica ou no próprio reforço da nossa personalidade física.
Estamos sempre em reformas, quando falamos em negócios e carreiras, mas a cautela pede para separarmos a operação (receitas e despesas) dos processos a serem diferidos e deslocados como garantias de vida para o futuro.
Investir é mobilizar algo que possa ser útil por um prazo acima do satisfazer a apenas alguns momentos. Na verdade se os momentos forem satisfatórios já será um indicio de que estamos praticando recursos na direção certa.
O entrave do investir está na credibilidade que depositamos no futuro, no estagio da razão que impulsiona o apostar em nós mesmos e nisso, mais do que estudos que viabilizam e orientam as possibilidades dos nossos retornos, temos que aprender a separar nossas ações imediatistas das que devem ser estruturadas para garantias de sustentação nos médios e longos prazos.
A grande tacada dos investimentos é quando somos dirigidos pela percepção enriquecida pela palavra inovação, e isso significa assumir riscos e compreender que o desenvolvimento de novos meios, exige determinação, ousadia e aperfeiçoamento constante. Conceitos do tangível (visível a olho nu) e intangível (nem sempre palpáveis) se entrelaçam para justificar que o tempo sempre é algo formado com gastos conectados por desembolsos e aprendizados.
Qualquer projeto futuro requer uma grande dedicação “voluntária” a ser disponibilizada, tanto para a execução, como na venda publica, com vistas à obtenção dos convencimentos, reconhecimentos e aproximações dos resultados pretendidos. Resumindo, investir mais do que o capital, depende do acreditar e apostar, o que em simples palavras nos transformam em seres inquietos, pouco domáveis e pré-destinados pela caça das oportunidades pelas negociações que devemos encarar.
Existem horas aonde nossos planos de investimentos são direcionados a tecnologia e aos meios revisores do processo pelas dinâmicas, qualidades e segurança ao que já estamos fazendo com relativo sucesso. Em outras, como nesse momento de instabilidades, aonde observamos que nossos mecanismos operacionais atendem com suficiência os quesitos das necessidades e que a direção dos esforços devem se concentrar nos fortalecimentos das marcas que representamos, sejam como pessoa jurídica ou no próprio reforço da nossa personalidade física.
Estamos sempre em reformas, quando falamos em negócios e carreiras, mas a cautela pede para separarmos a operação (receitas e despesas) dos processos a serem diferidos e deslocados como garantias de vida para o futuro.
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SÉRGIO DAL SASSO: PALESTRANTE, CONSULTOR, ESCRITOR (Administração, Empreendedorismo e Educação Corporativa)
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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009
Aposte na volta às aulas - Entrevista Varejo Calçadista (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso - Administração, Empreendedorismo, Vendas Consultivas, Educação Profissional - 22/02/2009)
Época de retorno dos estudantes às aulas significa, para o varejo calçadista, boa época para vender mais sapatos para crianças e jovens. Nos meses de fevereiro e março há uma tendência dos pais atualizarem o look dos pequenos para iniciarem o ano com tudo. Desta forma, toda a linha da loja voltada para este público deve estar voltada para estimular o seu uso, criando a necessidade de compra do produto. "O consumidor ainda sente os reflexos da instabilidade da economia, por isso o lojista precisa mostrar a ele que estes artigos não são supérfluos", afirma o consultor empresarial Sérgio Dal Sasso (São Paulo/SP).
O especialista salienta que o lojista precisa oferecer qualidade, condições de pagamento adequadas e preços atrativos. "Para 2009 estamos prevendo que o consumidor irá readequar os seus custos, por isso o vendedor tem que ter jogo de cintura para saber que o que vende é a combinação entre preço, qualidade e condições. O consumidor está mais reticente, não haverá muitas compras por impulso, provavelmente ele comprará somente um par de sapatos porque este é realmente necessário", aponta.
Dal Sasso assinala que a volta às aulas coincide também com a volta das férias, que é quando muitos pais ainda têm contas a pagar e o material escolar para comprar, aspectos que irão competir diretamente com o mercado de calçados. "Por isso, as lojas precisam de um marketing muito bem direcionado, mostrando a prioridade do produto diante destes aspectos e diante de um momento de instabilidade econômica", frisa.
DECISÃO - Para o coordenador do MBA em Marketing da UniRitter (Porto Alegre/RS), Paulo Ricardo Meira, o calendário promocional, de uma forma geral, é sempre muito importante para o varejo, pois os consumidores passam pelo seguinte processo de decisão de compra: reconhecimento de uma necessidade, busca de informações, avaliação de alternativas, compra e pós-compra. "As campanhas varejistas trabalham justamente na etapa inicial, lembrando ao consumidor de uma necessidade, neste caso a volta às aulas, e, especificamente, que nesse evento é importante que o calçado adequado, tanto para melhor rendimento escolar quanto ‘fazer bonito´ na escola, junto à tribo a que pertence", analisa.
Meira ressalta, contudo, que é preciso diferenciar os públicos consumidores destes produtos: crianças e jovens. "É importante segmentar as mensagens, tanto pelo seu contexto (mais fantasiosa, aventureira, sofisticada ou mesmo sensual) quanto pelo apelo mesmo, se mais racional (custo/benefício e saúde, por exemplo) ou mais emocional (como estilo de vida), em função da faixa etária, gênero e perfil demográfico ou psicográfico (atividades, interesses e opiniões somados ao perfil demográfico) dos clientes", explica.
No caso das crianças, são os pais que compram os sapatos. Assim, Meira aconselha utilizar o conceito de `papéis de compra’ em que, em uma dada situação, tem-se a figura do pagante, que é quem efetivamente paga o produto, o comprador que é quem vai à loja ou navega no site de compras e o usuário que usará o produto. "Nesta situação, o apelo para o pagante pode ser a condição facilitada para seu bolso, por exemplo; para o comprador é pronta-entrega ou fácil estacionamento; e para o usuário os benefícios mais intrínsecos do produto em si, como o conforto, beleza, status, ergonomia", cita. Desta forma, ele ensina a utilizar um apelo mais emocional para os filhos, e para os pais ações mais racionais, enfatizando a relação custo-benefício, a ortopedia ou o rendimento escolar.
Dal Sasso também ressalta que as ações de marketing devem conter duas linhas: para a criança e para os pais. "A criança é influenciada pela mídia, enquanto os pais fazem uma análise dos gastos. Assim, o preço atrai os pais enquanto a qualidade e o design atraem os filhos. É preciso integrar estes aspectos para que se ofereça uma boa compra: um produto qualificado e com preço atraente", ressalta.
Jornalista Lia Nara Bau - Jornal Exclusivo - Grupo Sinos
Época de retorno dos estudantes às aulas significa, para o varejo calçadista, boa época para vender mais sapatos para crianças e jovens. Nos meses de fevereiro e março há uma tendência dos pais atualizarem o look dos pequenos para iniciarem o ano com tudo. Desta forma, toda a linha da loja voltada para este público deve estar voltada para estimular o seu uso, criando a necessidade de compra do produto. "O consumidor ainda sente os reflexos da instabilidade da economia, por isso o lojista precisa mostrar a ele que estes artigos não são supérfluos", afirma o consultor empresarial Sérgio Dal Sasso (São Paulo/SP).
O especialista salienta que o lojista precisa oferecer qualidade, condições de pagamento adequadas e preços atrativos. "Para 2009 estamos prevendo que o consumidor irá readequar os seus custos, por isso o vendedor tem que ter jogo de cintura para saber que o que vende é a combinação entre preço, qualidade e condições. O consumidor está mais reticente, não haverá muitas compras por impulso, provavelmente ele comprará somente um par de sapatos porque este é realmente necessário", aponta.
Dal Sasso assinala que a volta às aulas coincide também com a volta das férias, que é quando muitos pais ainda têm contas a pagar e o material escolar para comprar, aspectos que irão competir diretamente com o mercado de calçados. "Por isso, as lojas precisam de um marketing muito bem direcionado, mostrando a prioridade do produto diante destes aspectos e diante de um momento de instabilidade econômica", frisa.
DECISÃO - Para o coordenador do MBA em Marketing da UniRitter (Porto Alegre/RS), Paulo Ricardo Meira, o calendário promocional, de uma forma geral, é sempre muito importante para o varejo, pois os consumidores passam pelo seguinte processo de decisão de compra: reconhecimento de uma necessidade, busca de informações, avaliação de alternativas, compra e pós-compra. "As campanhas varejistas trabalham justamente na etapa inicial, lembrando ao consumidor de uma necessidade, neste caso a volta às aulas, e, especificamente, que nesse evento é importante que o calçado adequado, tanto para melhor rendimento escolar quanto ‘fazer bonito´ na escola, junto à tribo a que pertence", analisa.
Meira ressalta, contudo, que é preciso diferenciar os públicos consumidores destes produtos: crianças e jovens. "É importante segmentar as mensagens, tanto pelo seu contexto (mais fantasiosa, aventureira, sofisticada ou mesmo sensual) quanto pelo apelo mesmo, se mais racional (custo/benefício e saúde, por exemplo) ou mais emocional (como estilo de vida), em função da faixa etária, gênero e perfil demográfico ou psicográfico (atividades, interesses e opiniões somados ao perfil demográfico) dos clientes", explica.
No caso das crianças, são os pais que compram os sapatos. Assim, Meira aconselha utilizar o conceito de `papéis de compra’ em que, em uma dada situação, tem-se a figura do pagante, que é quem efetivamente paga o produto, o comprador que é quem vai à loja ou navega no site de compras e o usuário que usará o produto. "Nesta situação, o apelo para o pagante pode ser a condição facilitada para seu bolso, por exemplo; para o comprador é pronta-entrega ou fácil estacionamento; e para o usuário os benefícios mais intrínsecos do produto em si, como o conforto, beleza, status, ergonomia", cita. Desta forma, ele ensina a utilizar um apelo mais emocional para os filhos, e para os pais ações mais racionais, enfatizando a relação custo-benefício, a ortopedia ou o rendimento escolar.
Dal Sasso também ressalta que as ações de marketing devem conter duas linhas: para a criança e para os pais. "A criança é influenciada pela mídia, enquanto os pais fazem uma análise dos gastos. Assim, o preço atrai os pais enquanto a qualidade e o design atraem os filhos. É preciso integrar estes aspectos para que se ofereça uma boa compra: um produto qualificado e com preço atraente", ressalta.
Jornalista Lia Nara Bau - Jornal Exclusivo - Grupo Sinos
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SÉRGIO DAL SASSO: PALESTRANTE, CONSULTOR, ESCRITOR (Administração, Empreendedorismo e Educação Corporativa)
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Domingo, 22 de Fevereiro de 2009
60 Minutos - Raizes para um Sonho Executável (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, palestrante Administração, Empreendedorismo e Educação Profissional – 22/02/2009)
Um brinde as raízes e preservações culturais manifestadas em formas e gêneros que fazem desse País algo tão diferente e especial. No carnaval, alimentado na base de um vinho do sul, uma cerveja ou uma Cajuína do nordeste podemos sentir o pulsar uniforme, aonde cada origem e tradição conquista e produz seus momentos em uma fotografia única de demonstração da felicidade.
Nesse momento de festas aonde a receita se integra pelo turismo da alegria, não se mede os valores necessários, já que cada um faz a sua alegria da forma como pode, e o que vale disso tudo é a união pelo coração diante da magnitude do que representa a criação, execução e resultados do que chamamos carnaval nacional.
Nessa revelação anual de criatividade e técnica conseguimos sempre demonstrar que uma grande resposta tem que ser recheada de amor, de superação e que tudo que deve ser produzido ou servido tem que ter um coração executor que trabalha em paralelo com conceito de “manter o feliz acima de tudo”.
É no ritmo precioso das baterias, no conjunto enriquecido de gente, harmonia e imagens aonde demonstramos que um tema proposto é resultado da pratica contínua para se chegar ao início, garantir a evolução no meio e conquistar a finalização pretendida ao final e sempre dentro das regras pré-definidas.
Que possamos avançar pela reflexão de que a verdadeira e justa política pode ser ricamente desenvolvida quando se oferece a oportunidade real aos seus executores, que por sinal nesse caso é o povo “sem gravata”, que sempre nos oferta com a lição de quem consegue comandar esse País por quatro dias, mostrando o como deveriam ser os 360 restantes quando se permite que o criativo não fique retido por falta de incentivo.
Entre tantas emoções os amores revelam seus cenários pelas paixões. Que isso tudo não tenha o fim nas cinzas das quartas feiras.
Sérgio Dal Sasso é Consultor Empresarial, Professor Universitário, Escritor e Palestrante em temas relacionados com: Administração, Empreendedorismo e Educação Profissional.
Um brinde as raízes e preservações culturais manifestadas em formas e gêneros que fazem desse País algo tão diferente e especial. No carnaval, alimentado na base de um vinho do sul, uma cerveja ou uma Cajuína do nordeste podemos sentir o pulsar uniforme, aonde cada origem e tradição conquista e produz seus momentos em uma fotografia única de demonstração da felicidade.
Nesse momento de festas aonde a receita se integra pelo turismo da alegria, não se mede os valores necessários, já que cada um faz a sua alegria da forma como pode, e o que vale disso tudo é a união pelo coração diante da magnitude do que representa a criação, execução e resultados do que chamamos carnaval nacional.
Nessa revelação anual de criatividade e técnica conseguimos sempre demonstrar que uma grande resposta tem que ser recheada de amor, de superação e que tudo que deve ser produzido ou servido tem que ter um coração executor que trabalha em paralelo com conceito de “manter o feliz acima de tudo”.
É no ritmo precioso das baterias, no conjunto enriquecido de gente, harmonia e imagens aonde demonstramos que um tema proposto é resultado da pratica contínua para se chegar ao início, garantir a evolução no meio e conquistar a finalização pretendida ao final e sempre dentro das regras pré-definidas.
Que possamos avançar pela reflexão de que a verdadeira e justa política pode ser ricamente desenvolvida quando se oferece a oportunidade real aos seus executores, que por sinal nesse caso é o povo “sem gravata”, que sempre nos oferta com a lição de quem consegue comandar esse País por quatro dias, mostrando o como deveriam ser os 360 restantes quando se permite que o criativo não fique retido por falta de incentivo.
Entre tantas emoções os amores revelam seus cenários pelas paixões. Que isso tudo não tenha o fim nas cinzas das quartas feiras.
Sérgio Dal Sasso é Consultor Empresarial, Professor Universitário, Escritor e Palestrante em temas relacionados com: Administração, Empreendedorismo e Educação Profissional.
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009
No divã do conhecimento (Palestrante e Consultor Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, palestrante Administração, Empreendedorismo e Educação Profissional – 10/02/2009)
Como aprendiz, sou viciado em pesquisar fatos, ampliar o raciocínio com diversas opiniões sobre eles, procurando formar um entendimento que possa qualificar o processamento da minha visão sobre os temas que tenho interesse. Também como observador acho desprezível ver tanta gente perdendo tempo em escrever ou falar, sem o mínimo ofertar da sua versão, quase sempre priorizando como pesquisa de tema a palavra “copiar”, e às vezes até com vírgulas, o pensamento integral de terceiros para garantir o seu espaço no palco das atenções.
Quando entramos no novo milênio a única definição que se ouvia para representar e caracterizar esse novo período da humanidade, era relacionada com a frase “A era do Conhecimento”, e por mais repetitivo que ainda seja esse conceito, hoje como observador vejo com lamentáveis exceções que mudamos muito de fantasia, mas não de corpo e assim a inovação esbarra pela ausência de gente criativa na arte objetiva das novidades.
É medíocre ver tanta coisa sendo produzida nos meios do conhecimento e tão poucas de uso real ou de utilidade extensiva acima do tempo obrigatório que dedicamos (pela curiosidade) à leitura ou a ouvir que os falam. No mundo moderno o que tem valor está acima do ser agradável, do fortalecer o que já gostamos, pois o que pode melhorar às vezes também é meio indigesto, e não tão seqüenciais a nossa forma de pensar e paradigmas enraizados.
Evoluir é difícil, pois além do incorporar ao que já temos, depende também do abandonar muitas coisas para conseguir continuar. Por isso, é sempre bom selecionar com qualidade nossos pequenos espaços disponíveis incluindo reflexões sobre o que identificamos como novas propostas, idéias ousadas, temas que nos convidam a se mexer, que auxiliem na superação das nossas próprias limitações pelo reconhecimento de ausências e humildade para mudar.
O escrever, assim como o se expor, deve ir além das transcrições, das frases feitas. Deve estar certificado com os históricos e as experiências que ofertem pré-requisitos de credibilidade dos autores, acrescentando sempre um adicional convite para abrir espaços, diálogos, provocar novas reflexões, e propor melhorias.
Assim deve ser um bom artigo, uma boa apresentação, recheados de autoconfiança do idealizador, abrindo novidades com espaços para formular os naturais questionamentos, mostrando que os conhecimentos e seguranças vão muito além das paginas feitas, dos “PPT´s” ou apresentações com tempo certo.
Como aprendiz, sou viciado em pesquisar fatos, ampliar o raciocínio com diversas opiniões sobre eles, procurando formar um entendimento que possa qualificar o processamento da minha visão sobre os temas que tenho interesse. Também como observador acho desprezível ver tanta gente perdendo tempo em escrever ou falar, sem o mínimo ofertar da sua versão, quase sempre priorizando como pesquisa de tema a palavra “copiar”, e às vezes até com vírgulas, o pensamento integral de terceiros para garantir o seu espaço no palco das atenções.
Quando entramos no novo milênio a única definição que se ouvia para representar e caracterizar esse novo período da humanidade, era relacionada com a frase “A era do Conhecimento”, e por mais repetitivo que ainda seja esse conceito, hoje como observador vejo com lamentáveis exceções que mudamos muito de fantasia, mas não de corpo e assim a inovação esbarra pela ausência de gente criativa na arte objetiva das novidades.
É medíocre ver tanta coisa sendo produzida nos meios do conhecimento e tão poucas de uso real ou de utilidade extensiva acima do tempo obrigatório que dedicamos (pela curiosidade) à leitura ou a ouvir que os falam. No mundo moderno o que tem valor está acima do ser agradável, do fortalecer o que já gostamos, pois o que pode melhorar às vezes também é meio indigesto, e não tão seqüenciais a nossa forma de pensar e paradigmas enraizados.
Evoluir é difícil, pois além do incorporar ao que já temos, depende também do abandonar muitas coisas para conseguir continuar. Por isso, é sempre bom selecionar com qualidade nossos pequenos espaços disponíveis incluindo reflexões sobre o que identificamos como novas propostas, idéias ousadas, temas que nos convidam a se mexer, que auxiliem na superação das nossas próprias limitações pelo reconhecimento de ausências e humildade para mudar.
O escrever, assim como o se expor, deve ir além das transcrições, das frases feitas. Deve estar certificado com os históricos e as experiências que ofertem pré-requisitos de credibilidade dos autores, acrescentando sempre um adicional convite para abrir espaços, diálogos, provocar novas reflexões, e propor melhorias.
Assim deve ser um bom artigo, uma boa apresentação, recheados de autoconfiança do idealizador, abrindo novidades com espaços para formular os naturais questionamentos, mostrando que os conhecimentos e seguranças vão muito além das paginas feitas, dos “PPT´s” ou apresentações com tempo certo.
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SÉRGIO DAL SASSO: PALESTRANTE, CONSULTOR, ESCRITOR (Administração, Empreendedorismo e Educação Corporativa)
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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009
To vendendo minha cota dessa crise! (Palestras Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, palestrante Administração, Empreendedorismo e Educação Profissional – 05/02/2009)
Se alguém quiser favor enviar um email, pois já preparei a relação das pendências, tudo muito organizadinho. Na contra partida fique ainda mais resolvido pela atitude benéfica, pois saiba que fez uma boa ação e que com isso tens um lugar mais reservado lá em cima, além de adquirir muita experiência na arte da negociação.
Quanto a mim vou tirar esse peso e pensar com mais determinação no que tenho que continuar a fazer, pois não importa a época ou os fatores que prejudicam, na real viver é estar dentro de qualquer situação e aprender a incorporar determinação para continuar. Agora se ninguém se apresentar para solucionar seus problemas procure se antecipar para propor soluções que garantam a sua legalidade. Em momentos delicados somos sensíveis a qualquer coisa que nos negativa e da mesma forma reanimados facilmente quando se aprende a dar importância aos pequenos avanços ou postergação de problemas.
Entenda essa tempestade atual, não como uma oportunidade, mas como um desafio capaz de lhe trazer muito mais subsídios para extensão das garantias pela atuação e controle emocional do necessário hoje para o amanhã.

Tomemos o cuidado nesse momento para não abaixar a cabeça (teoria do não), de não ficar ausente das coisas com medo de piorá-las, de não querer aparecer ou mesmo trazer novas idéias, de achar que se até agora nada foi ótimo, então não vale a pena tentar algo novo. Nossa meu amigo! Ainda tem tanta coisa esperando por nós, e olha que ainda sou um menino de 48, mas sei que nesse País, nada ainda foi concluído e em todo canto existe uma idéia a ser explorada ou um emprego potencial a ser exercido. O segredo não é o que somos, mas a busca dos meios para conseguirmos nos adaptar para sermos (Guarde isso!).
Nesses momentos aonde só sentimos e assistimos os aspectos negativos, temos que reconhecer que mesmo em janeiro esse País não perdeu o rumo, e está acontecendo bem acima da média e por isso depende do seu serviço, da sua missão, com criatividade e ação.
Logicamente não posso esperar que alguém se disponha a resolver as minhas pendências, o que tenho que fazer é intensificar o que já vinha fazendo, com uma maior dinâmica e enriquecimento na gestão do próprio aproveitamento do meu tempo, começando por identificar o que e a onde está mais propicio para remar com meu barquinho.
Se alguém quiser favor enviar um email, pois já preparei a relação das pendências, tudo muito organizadinho. Na contra partida fique ainda mais resolvido pela atitude benéfica, pois saiba que fez uma boa ação e que com isso tens um lugar mais reservado lá em cima, além de adquirir muita experiência na arte da negociação.
Quanto a mim vou tirar esse peso e pensar com mais determinação no que tenho que continuar a fazer, pois não importa a época ou os fatores que prejudicam, na real viver é estar dentro de qualquer situação e aprender a incorporar determinação para continuar. Agora se ninguém se apresentar para solucionar seus problemas procure se antecipar para propor soluções que garantam a sua legalidade. Em momentos delicados somos sensíveis a qualquer coisa que nos negativa e da mesma forma reanimados facilmente quando se aprende a dar importância aos pequenos avanços ou postergação de problemas.
Entenda essa tempestade atual, não como uma oportunidade, mas como um desafio capaz de lhe trazer muito mais subsídios para extensão das garantias pela atuação e controle emocional do necessário hoje para o amanhã.
Tomemos o cuidado nesse momento para não abaixar a cabeça (teoria do não), de não ficar ausente das coisas com medo de piorá-las, de não querer aparecer ou mesmo trazer novas idéias, de achar que se até agora nada foi ótimo, então não vale a pena tentar algo novo. Nossa meu amigo! Ainda tem tanta coisa esperando por nós, e olha que ainda sou um menino de 48, mas sei que nesse País, nada ainda foi concluído e em todo canto existe uma idéia a ser explorada ou um emprego potencial a ser exercido. O segredo não é o que somos, mas a busca dos meios para conseguirmos nos adaptar para sermos (Guarde isso!).
Nesses momentos aonde só sentimos e assistimos os aspectos negativos, temos que reconhecer que mesmo em janeiro esse País não perdeu o rumo, e está acontecendo bem acima da média e por isso depende do seu serviço, da sua missão, com criatividade e ação.
Logicamente não posso esperar que alguém se disponha a resolver as minhas pendências, o que tenho que fazer é intensificar o que já vinha fazendo, com uma maior dinâmica e enriquecimento na gestão do próprio aproveitamento do meu tempo, começando por identificar o que e a onde está mais propicio para remar com meu barquinho.
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21:36
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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009
Empresas e Profissionais 2009: Inteligência, Visão Sistêmica, Pró-atividade e Controles (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, palestrante Administração, Empreendedorismo e Educação Profissional – 02/02/2009)
Ainda bem que tem gente que escreve com giz. Isso não é tão moderno, mas serve para se apagar facilmente sem que haja provas tão evidentes do que se falou ou fez. A conclusão que se chega é que não existe verdade eterna e que os altos e baixos também derrubam as teses e mecanismos que em muitas vezes, dias antes, eram tidas como verdades verdadeiras. Grandes empresas somem num piscar de olhos, grandes pensadores acertam de vez em quando, e disso tudo, o que sobra na real é que um + um sempre será dois. O resto com raríssimas exceções são fatos de vidas curtas e quase sempre ligados a moda dos momentos.
Os tempos das “economias gordas” ainda voltarão, mas a época do faro gordo apoiado pelo cheiro forte da fartura diante de um consumidor bom de garfo, vai demorar um pouquinho. O que muda nesse momento é que devemos continuar no “big brother” do mercado, pesquisando e analisando para a produção criativa dos feitos comerciais. Mas os desafios pelos resultados vão exigir muito mais embasamentos e seguranças, sendo que para isso temos que mergulhar pelas buscas dos gargalos que costumeiramente esquecemos quando diante de situações mais suaves.
No fluxo abaixo deixamos de lado a parte “CRM” das operações, já que este tema foi tão largamente trabalhado na ultima década e de certa forma está muito mais presente nas organizações, nas vidas profissionais. O que pesa agora nesse estagio é realmente saber se estamos preparados para gerir centavos, se sabemos nos adequar para formatar e tomar decisões com o que dispomos, se de fato temos elasticidade quando exigido mais conhecimento pelo uso das engrenagens e suas potencialidades para somar a favor.

Fonte: Baliza Consult (Gestão Empresarial ERP/CRM) – www.balizaconsult.com.br
Os negócios acontecem pelas pontas extremas e num conjunto ampliado passa por fornecedores, se integram pelos módulos da operação e se dirigem aos mercados. As vendas e sua orientação consultiva, a logística, os tributos, as linguagens apropriadas às novas necessidades e realidades, as possibilidades e limites de captação de recursos, as viabilidades de cada etapa dos investimentos, os estoques, produção e serviços, planos de desembolsos, negociações, analise de créditos, visões financeiras e econômicas serão diferenciais que podem estabelecer rentabilidade mais do que volume, assegurando garantias para a sustentação das atividades.
A qualidade externa do como se garante a clientela é decorrente do modelo humano e gerencial do como se processa o serviço, o produto e o quanto os fornecedores estão identificados com a nossa cultura. Conhecer e saber usar as relações que movimentam nossos sistemas é algo tão importante como estar mergulhado nas pesquisas, canais e modelos de aproximação que obviamente sempre serão itens estratégicos nos planos de vendas e fidelizações. Esse é um momento típico a onde o quantitativo favorável dos números, passa pela qualidade total da integração humana, sistêmica e suas analises.
Sérgio Dal Sasso
- Palestras de desenvolvimento empresarial e profissional
- Treinamentos Personalizados (Estratégias, Visão de Negócios, Empreendedorismo e Planos de Ação)
- Consultoria de Gestão (ERP – CRM) e Expansão de Negócios
Novo Livro (Venda Nacional): http://sergiodalsasso.editora3c.com.br
www.balizaconsult.com.br (Gestão Empresarial ERP/CRM)
www.sergiodalsasso.com.br (Palestras)
www.educacaoprofissional.com.br (Artigos)
www.sergiodalsasso.blogspot.com (ADM Contemporânea)
Ainda bem que tem gente que escreve com giz. Isso não é tão moderno, mas serve para se apagar facilmente sem que haja provas tão evidentes do que se falou ou fez. A conclusão que se chega é que não existe verdade eterna e que os altos e baixos também derrubam as teses e mecanismos que em muitas vezes, dias antes, eram tidas como verdades verdadeiras. Grandes empresas somem num piscar de olhos, grandes pensadores acertam de vez em quando, e disso tudo, o que sobra na real é que um + um sempre será dois. O resto com raríssimas exceções são fatos de vidas curtas e quase sempre ligados a moda dos momentos.
Os tempos das “economias gordas” ainda voltarão, mas a época do faro gordo apoiado pelo cheiro forte da fartura diante de um consumidor bom de garfo, vai demorar um pouquinho. O que muda nesse momento é que devemos continuar no “big brother” do mercado, pesquisando e analisando para a produção criativa dos feitos comerciais. Mas os desafios pelos resultados vão exigir muito mais embasamentos e seguranças, sendo que para isso temos que mergulhar pelas buscas dos gargalos que costumeiramente esquecemos quando diante de situações mais suaves.
No fluxo abaixo deixamos de lado a parte “CRM” das operações, já que este tema foi tão largamente trabalhado na ultima década e de certa forma está muito mais presente nas organizações, nas vidas profissionais. O que pesa agora nesse estagio é realmente saber se estamos preparados para gerir centavos, se sabemos nos adequar para formatar e tomar decisões com o que dispomos, se de fato temos elasticidade quando exigido mais conhecimento pelo uso das engrenagens e suas potencialidades para somar a favor.

Fonte: Baliza Consult (Gestão Empresarial ERP/CRM) – www.balizaconsult.com.br
Os negócios acontecem pelas pontas extremas e num conjunto ampliado passa por fornecedores, se integram pelos módulos da operação e se dirigem aos mercados. As vendas e sua orientação consultiva, a logística, os tributos, as linguagens apropriadas às novas necessidades e realidades, as possibilidades e limites de captação de recursos, as viabilidades de cada etapa dos investimentos, os estoques, produção e serviços, planos de desembolsos, negociações, analise de créditos, visões financeiras e econômicas serão diferenciais que podem estabelecer rentabilidade mais do que volume, assegurando garantias para a sustentação das atividades.
A qualidade externa do como se garante a clientela é decorrente do modelo humano e gerencial do como se processa o serviço, o produto e o quanto os fornecedores estão identificados com a nossa cultura. Conhecer e saber usar as relações que movimentam nossos sistemas é algo tão importante como estar mergulhado nas pesquisas, canais e modelos de aproximação que obviamente sempre serão itens estratégicos nos planos de vendas e fidelizações. Esse é um momento típico a onde o quantitativo favorável dos números, passa pela qualidade total da integração humana, sistêmica e suas analises.
Sérgio Dal Sasso
- Palestras de desenvolvimento empresarial e profissional
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SÉRGIO DAL SASSO: PALESTRANTE, CONSULTOR, ESCRITOR (Administração, Empreendedorismo e Educação Corporativa)
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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009
Mercados, Empregabilidade e Oportunidades (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
Entrevista Consultor Palestrante Sérgio Dal Sasso (23/01/2009)
Muitas empresas estão demitindo seus funcionários, mesmo assim dizem que existem oportunidades durante a crise. Quais são e como posso aproveitá-las?
Na verdade oportunidades sempre existem, pois mercados basicamente são formados pelos que vendem e pelos que compram e o que fica nesse intervalo é um grande espaço para se inovar no sentido de criar mudanças ou aperfeiçoar o que somos e temos para enfrentar os mercados em acordo com suas realidades.
Em momentos economicamente mais delicados, é fato que todos estamos mais atentos pela busca de soluções, tanto quanto mais controlados em relação aos custos de tudo que fazemos ou vamos praticar. Nisso os valores necessários para geração de resultados são muito mais exigidos e tal fato gera uma maior expertise e essa é ditada pela própria evolução do grau da necessidade que o momento pede.
Toda crise pede por ajustes (Governos, pessoa jurídica e física), pois existem estilos diferentes de gestão para cada situação e por sua vez uma lógica percentual do sobe e desse nas atividades de negócios. Para tanto é preciso ter uma macro visão dos fatos geradores da sua origem e seus reflexos práticos nos mercados, pois é dentro dessas analise que poderemos encontrar as viabilidades, bases para os estudos e idéias que pesem em segurança a nosso favor frente à direção das novas empreitadas.
Não se trata nesse momento de dizer se esse ou aquele negócio está em alta ou não, pois ainda é prematuro para ter uma previsão consistente em relação ao tempo de instabilidade atual. Digo instabilidade porque ainda não temos um remédio que de fato possa garantir estabilização ou qual saber qual a real profundidade do buraco.
Ao profissional que hoje está sendo direcionado para o desenvolvimento ou aprimoramento de uma atividade colocamos abaixo algumas precauções a serem consideradas como suporte as suas decisões para possam combinar as suas aptidões com possibilidades mais seguras.
a) Na existência de capital próprio (e isso é ponto de partida). Procurar se organizar rapidamente para se chegar ao desenvolvimento operacional evitando que o tempo eleve os custos com gastos pessoais, ofuscando a execução dos planos dos negócios. Nesse caso a pesquisa prévia (Negócio e origem de recursos viáveis), rascunhos e organização para efetivação serão fundamentais no auxilio do dia a dia.
b) Se não conhece muito sobre o que vai fazer, identifique parceiros. No caso de ausência de experiência ou mesmo capital suficiente para os investimentos buscar modelos de negócios que completem essas ausências ou limitações.
c) A atividade escolhida deve atentar aos fatores de um perfil de clientes que por hora está voltado ao consumo de coisas básicas tendendo ao indispensável. Temos que ter produtos ou serviços que de fato demonstrem ser necessários, de um lado algo tipo arroz com feijão e do outro que não deixe de completar, de uma forma ou de outra, o grau de satisfação e isso estendido a qualquer setor econômico que se tenha como foco (produção, intermediação e serviços).
d) Com a crise volta-se a atentar aos serviços ligados aos temas: Controlar, redução de custos, garantias de segurança e nesse sentido todas as atividades ligadas para propiciar e ofertar terceirização de serviços dentro desses segmentos se fazem interessantes.
A hora é de qualificarmos nosso tempo para buscar mais pró-atividade nas ações. Sempre digo que o empreendedor está dentro de nós e seja aonde nos encontramos: Dentro de uma organização ou em atividades próprias ou na busca por uma nova, todas as ações terão que vencer os impactos contra do momento e o que temos mais do que pensar é agir e não ficar parado somente olhando os efeitos dessa situação via mídia, num sentindo de se só alimentar de mais inseguranças.
Dessa forma seja o que tiver que fazer faça. O importante é não ficar criando milhares de idéias distantes das possibilidades de uso. Defina a sua, buscando parceiros ou não, e desde já comece a ocupar a mente com as coisas positivas.
Se nunca pulou de asa delta, saiba que só vai fazê-lo, se estiver determinado, e o medo, ora, esse vai passar no momento em que visualizar que seus atos podem te levar a enxergar coisas que jamais pensou que pudessem ser suas.
“Em épocas de pão escasso temos a chance de aprender a ser muito mais sobreviventes e vencer nesses estágios é o próprio passaporte para conquistas nos meios adversos e desafios futuros, tanto em carreiras, com nos empreendimentos”. (Sérgio Dal Sasso)
Muitas empresas estão demitindo seus funcionários, mesmo assim dizem que existem oportunidades durante a crise. Quais são e como posso aproveitá-las?
Na verdade oportunidades sempre existem, pois mercados basicamente são formados pelos que vendem e pelos que compram e o que fica nesse intervalo é um grande espaço para se inovar no sentido de criar mudanças ou aperfeiçoar o que somos e temos para enfrentar os mercados em acordo com suas realidades.
Em momentos economicamente mais delicados, é fato que todos estamos mais atentos pela busca de soluções, tanto quanto mais controlados em relação aos custos de tudo que fazemos ou vamos praticar. Nisso os valores necessários para geração de resultados são muito mais exigidos e tal fato gera uma maior expertise e essa é ditada pela própria evolução do grau da necessidade que o momento pede.
Toda crise pede por ajustes (Governos, pessoa jurídica e física), pois existem estilos diferentes de gestão para cada situação e por sua vez uma lógica percentual do sobe e desse nas atividades de negócios. Para tanto é preciso ter uma macro visão dos fatos geradores da sua origem e seus reflexos práticos nos mercados, pois é dentro dessas analise que poderemos encontrar as viabilidades, bases para os estudos e idéias que pesem em segurança a nosso favor frente à direção das novas empreitadas.
Não se trata nesse momento de dizer se esse ou aquele negócio está em alta ou não, pois ainda é prematuro para ter uma previsão consistente em relação ao tempo de instabilidade atual. Digo instabilidade porque ainda não temos um remédio que de fato possa garantir estabilização ou qual saber qual a real profundidade do buraco.
Ao profissional que hoje está sendo direcionado para o desenvolvimento ou aprimoramento de uma atividade colocamos abaixo algumas precauções a serem consideradas como suporte as suas decisões para possam combinar as suas aptidões com possibilidades mais seguras.
a) Na existência de capital próprio (e isso é ponto de partida). Procurar se organizar rapidamente para se chegar ao desenvolvimento operacional evitando que o tempo eleve os custos com gastos pessoais, ofuscando a execução dos planos dos negócios. Nesse caso a pesquisa prévia (Negócio e origem de recursos viáveis), rascunhos e organização para efetivação serão fundamentais no auxilio do dia a dia.
b) Se não conhece muito sobre o que vai fazer, identifique parceiros. No caso de ausência de experiência ou mesmo capital suficiente para os investimentos buscar modelos de negócios que completem essas ausências ou limitações.
c) A atividade escolhida deve atentar aos fatores de um perfil de clientes que por hora está voltado ao consumo de coisas básicas tendendo ao indispensável. Temos que ter produtos ou serviços que de fato demonstrem ser necessários, de um lado algo tipo arroz com feijão e do outro que não deixe de completar, de uma forma ou de outra, o grau de satisfação e isso estendido a qualquer setor econômico que se tenha como foco (produção, intermediação e serviços).
d) Com a crise volta-se a atentar aos serviços ligados aos temas: Controlar, redução de custos, garantias de segurança e nesse sentido todas as atividades ligadas para propiciar e ofertar terceirização de serviços dentro desses segmentos se fazem interessantes.
A hora é de qualificarmos nosso tempo para buscar mais pró-atividade nas ações. Sempre digo que o empreendedor está dentro de nós e seja aonde nos encontramos: Dentro de uma organização ou em atividades próprias ou na busca por uma nova, todas as ações terão que vencer os impactos contra do momento e o que temos mais do que pensar é agir e não ficar parado somente olhando os efeitos dessa situação via mídia, num sentindo de se só alimentar de mais inseguranças.
Dessa forma seja o que tiver que fazer faça. O importante é não ficar criando milhares de idéias distantes das possibilidades de uso. Defina a sua, buscando parceiros ou não, e desde já comece a ocupar a mente com as coisas positivas.
Se nunca pulou de asa delta, saiba que só vai fazê-lo, se estiver determinado, e o medo, ora, esse vai passar no momento em que visualizar que seus atos podem te levar a enxergar coisas que jamais pensou que pudessem ser suas.
“Em épocas de pão escasso temos a chance de aprender a ser muito mais sobreviventes e vencer nesses estágios é o próprio passaporte para conquistas nos meios adversos e desafios futuros, tanto em carreiras, com nos empreendimentos”. (Sérgio Dal Sasso)
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009
LAÇOS QUE SE ENTRELASSAM (Sérgio Dal Sasso)
Se existe uma coisa que gosto tem a ver com o escrever, pois não tem coisa mais fascinante do que querer retratar e tentar traduzir o que se pensa de uma forma mais ou menos organizada no papel de antes, no computador de hoje.
A relevância do que achamos quando escrevemos, nem sempre será de reciprocidade por parte dos leitores, e também nem sempre isso é foco da importância. Penso que o maior valor de tudo está na sensação de que a produçao, leva um pouco do tudo que somos, compondo a própria autenticidade, a sua assinatura.
Nunca gostei de ser cópia e assim vou indo de lado com a vida movendo-a pela sensação de que os ventos vão soprar levando-me na direção dos fatos, que somando ou não trarão de alguma forma experiências que podem adicionar algo sempre.
Quando buscamos pela própria evolução nunca lamentamos o que já se foi, pois sempre farão as partes que fundamentarão nossas construções, nossas buscas pelos pontos que transferem segurança, que fazem a composição de algo mais amplo, mais feliz.
A relevância do que achamos quando escrevemos, nem sempre será de reciprocidade por parte dos leitores, e também nem sempre isso é foco da importância. Penso que o maior valor de tudo está na sensação de que a produçao, leva um pouco do tudo que somos, compondo a própria autenticidade, a sua assinatura.
Nunca gostei de ser cópia e assim vou indo de lado com a vida movendo-a pela sensação de que os ventos vão soprar levando-me na direção dos fatos, que somando ou não trarão de alguma forma experiências que podem adicionar algo sempre.
Quando buscamos pela própria evolução nunca lamentamos o que já se foi, pois sempre farão as partes que fundamentarão nossas construções, nossas buscas pelos pontos que transferem segurança, que fazem a composição de algo mais amplo, mais feliz.
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Domingo, 18 de Janeiro de 2009
Gestão Administradores: Carreiras e Empreendimentos 2009
(Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, palestrante Administração, Empreendedorismo e Educação Profissional – 17/01/2009)
Ai como dói ter certo esclarecimento dos fatos? Tem horas que bate uma vontade de ser “burrinho” e aceitar ser enganado desviando dos acúmulos de problemas e desafios.
Não vejo nada de errado nesse momento procurar arejar um pouco, pois às vezes refrescar a mente ajuda nas análises de novos caminhos, renovação de formulas e possíveis gerações de soluções.
Na vida dos negócios seja qual for sua atividade, sempre duas coisas precisam ser lembradas e compreendidas: As que são imediatas que só dependem de nós mesmos e outras que independem da nossa vontade, que fazem parte das barreiras a serem ultrapassadas, demolidas ou desviadas para execução dos propósitos.
Seja como for, a conquista dos resultados dificilmente será alcançada pelo como gostaríamos, mas pelo que se pode combinar disso com aceitação restritiva do que pode ser feito em cada situação.
O ser competitivo continua pedindo em intensidade pelo acreditar em si e estar pró-ativado para executar. O que muda hoje é que quando nos momentos de conjunturas favoráveis olhamos muito as condições das pontas dos negócios como o vender, o servir, o marketing, sem muita atenção aos fatores dos custeios, já que suas perdas são ofuscadas pelos crescimentos da demanda.
No fluxo contrario das demandas crescentes continuamos pelo aperfeiçoamento das ofertas, mas olhando com muita atenção a rentabilidade, a dinâmica dos parafusos, que mesmo aparentando não estarem soltos, necessitam de atenção especial e verificações, compondo garantias para que nossas ações não permitam que vírgulas possam mudar o sentido pretendido.
Olhemos para frente com a certeza de que o preparo do dia seguinte será um diferencial e que dependerá de uma ampla visão dos instrumentos de gestão, análise dos seus reflexos e definição de parâmetros lineares entre o histórico e viabilidades que sustentem os novos planos.
Seria ridículo dizer que são nas crises aonde temos as grandes oportunidades, pois é fato que são bem mais raras. Mas nos dias de pão escasso temos a chance de aprender a ser muito mais sobreviventes e vencer nesses estágios é o próprio passaporte para conquistas nos meios adversos e desafios futuros, tanto em carreiras, com nos empreendimentos.

Sérgio Dal Sasso
- Palestras de desenvolvimento empresarial e profissional
- Treinamentos Personalizados (Estratégias, Visão de Negócios, Empreendedorismo e Planos de Ação)
- Consultoria de Gestão e Expansão de Negócios
Novo Livro (Venda Nacional): http://sergiodalsasso.editora3c.com.br
Ai como dói ter certo esclarecimento dos fatos? Tem horas que bate uma vontade de ser “burrinho” e aceitar ser enganado desviando dos acúmulos de problemas e desafios.
Não vejo nada de errado nesse momento procurar arejar um pouco, pois às vezes refrescar a mente ajuda nas análises de novos caminhos, renovação de formulas e possíveis gerações de soluções.
Na vida dos negócios seja qual for sua atividade, sempre duas coisas precisam ser lembradas e compreendidas: As que são imediatas que só dependem de nós mesmos e outras que independem da nossa vontade, que fazem parte das barreiras a serem ultrapassadas, demolidas ou desviadas para execução dos propósitos.
Seja como for, a conquista dos resultados dificilmente será alcançada pelo como gostaríamos, mas pelo que se pode combinar disso com aceitação restritiva do que pode ser feito em cada situação.
O ser competitivo continua pedindo em intensidade pelo acreditar em si e estar pró-ativado para executar. O que muda hoje é que quando nos momentos de conjunturas favoráveis olhamos muito as condições das pontas dos negócios como o vender, o servir, o marketing, sem muita atenção aos fatores dos custeios, já que suas perdas são ofuscadas pelos crescimentos da demanda.
No fluxo contrario das demandas crescentes continuamos pelo aperfeiçoamento das ofertas, mas olhando com muita atenção a rentabilidade, a dinâmica dos parafusos, que mesmo aparentando não estarem soltos, necessitam de atenção especial e verificações, compondo garantias para que nossas ações não permitam que vírgulas possam mudar o sentido pretendido.
Olhemos para frente com a certeza de que o preparo do dia seguinte será um diferencial e que dependerá de uma ampla visão dos instrumentos de gestão, análise dos seus reflexos e definição de parâmetros lineares entre o histórico e viabilidades que sustentem os novos planos.
Seria ridículo dizer que são nas crises aonde temos as grandes oportunidades, pois é fato que são bem mais raras. Mas nos dias de pão escasso temos a chance de aprender a ser muito mais sobreviventes e vencer nesses estágios é o próprio passaporte para conquistas nos meios adversos e desafios futuros, tanto em carreiras, com nos empreendimentos.
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Sábado, 3 de Janeiro de 2009
O segredo das Atitudes x Gestão da Crise Brasil 2009
(Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, palestrante Administração, Empreendedorismo e Educação Profissional – 05/01/2009)
Senhores passageiros a hora é de decolar, o peru já se foi e o carnaval está muito longe para ficar esperando. O nome da ação, e sem perda de tempo, chama-se deslocar o corpo para reposicioná-lo na frente dos acontecimentos e diante dos fatos para que não sejam transformados em álbuns de fotografias, do tipo podia ter sido, mas não foi.
Esse ano não tem a cara dos irmãos anteriores, pois na verdade ele já começou há meses atrás e de uma forma bastante radical, típica daqueles que nos viram de ponta cabeça para que possam cair todos os equipamentos adquiridos ao longo das experiências vivenciadas, no sentido de montarmos um arsenal para uso. Diria que esse é o momento aonde as oportunidades são reservadas para o peso da Inteligência, acima da tradicional influência política.
As atividades empresariais terão que adicionar ao tudo de antes, a ampliação dos critérios de custeios e de seguranças que somados aos “feelings”, devem identificar as oportunidades diante da inclusão clara das disponibilidades reais de cada potencial negócio, seus impactos e recursos dentro da casa que representamos.
Nos meios dos negócios dependeremos estrategicamente de gente competente e expositiva (Dialogo extremo: Fornecedores, Equipes e Mercado) para que no conjunto tenhamos os sentimentos corretos dos ajustes pelas mudanças que irremediavelmente teremos que processar, e tantas vezes enquanto necessárias, para os consensos diante das definições da rota a seguir.
Planejamentos, revisões e atuações serão os itens determinantes para quem queira enxergar a luz, e o fator da competência só será transferido aos resultados, quando o tempo estiver em sintonia com as formas rápidas e claras inseridas entre os intervalos das decisões pensadas e exercidas pelo grupo, pelas equipes.
Teremos que gastar “QI”, nos munindo de balas combinadas com as dos parceiros, evitando pensar nos ataques laterais, já que o alvo dos negócios do semestre está principalmente no mercado interno e sua condição mais favorável para absorções de expansão de demanda, se confrontado com os indicadores de retração em relação aos nossos tradicionais parceiros da exportação.
BOA SORTE, BOM TRABALHO E SUCESSO A TODOS!
Senhores passageiros a hora é de decolar, o peru já se foi e o carnaval está muito longe para ficar esperando. O nome da ação, e sem perda de tempo, chama-se deslocar o corpo para reposicioná-lo na frente dos acontecimentos e diante dos fatos para que não sejam transformados em álbuns de fotografias, do tipo podia ter sido, mas não foi.
Esse ano não tem a cara dos irmãos anteriores, pois na verdade ele já começou há meses atrás e de uma forma bastante radical, típica daqueles que nos viram de ponta cabeça para que possam cair todos os equipamentos adquiridos ao longo das experiências vivenciadas, no sentido de montarmos um arsenal para uso. Diria que esse é o momento aonde as oportunidades são reservadas para o peso da Inteligência, acima da tradicional influência política.
As atividades empresariais terão que adicionar ao tudo de antes, a ampliação dos critérios de custeios e de seguranças que somados aos “feelings”, devem identificar as oportunidades diante da inclusão clara das disponibilidades reais de cada potencial negócio, seus impactos e recursos dentro da casa que representamos.
Nos meios dos negócios dependeremos estrategicamente de gente competente e expositiva (Dialogo extremo: Fornecedores, Equipes e Mercado) para que no conjunto tenhamos os sentimentos corretos dos ajustes pelas mudanças que irremediavelmente teremos que processar, e tantas vezes enquanto necessárias, para os consensos diante das definições da rota a seguir.
Planejamentos, revisões e atuações serão os itens determinantes para quem queira enxergar a luz, e o fator da competência só será transferido aos resultados, quando o tempo estiver em sintonia com as formas rápidas e claras inseridas entre os intervalos das decisões pensadas e exercidas pelo grupo, pelas equipes.
Teremos que gastar “QI”, nos munindo de balas combinadas com as dos parceiros, evitando pensar nos ataques laterais, já que o alvo dos negócios do semestre está principalmente no mercado interno e sua condição mais favorável para absorções de expansão de demanda, se confrontado com os indicadores de retração em relação aos nossos tradicionais parceiros da exportação.
BOA SORTE, BOM TRABALHO E SUCESSO A TODOS!
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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008
2009 - Frases e Reflexões para Administradores, Profissionais e Empreendedores (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso: Palestras, Treinamentos, Aulas Magnas, Consultoria - Administração, Educação Corporativa, Empreendedorismo – 26/12/2008)
Nota do Autor: Abaixo selecionamos frases que fizeram parte da nossa história, selecionadas e extraídas entre os oitenta artigos escritos no ano.
Na administração o amor de fato, quase nunca vem no ato, é sempre parte do aproveitamento do prato, que quando guardado, deve ser reinventado na espera de um fazer gostar para a surpresa de quem chegar no dia seguinte.
Ser Brasileiro acima do emocional é aprender a lidar com quanta variabilidade de valores, sem perder o entendimento e respeito a cada costume, sabendo de fato lutar pela harmonização para que o bom esteja disponível a todos.
De uma coisa eu tenho certeza, e até pela idade, que tudo que vem passa, e sempre fica uma lição importante que traduzida em mensagem representa o “NUNCA MAIS SEREMOS OS MESMOS”, isso incluindo governos, modelos globais de gestão, contribuintes e consumidores.
Amor em administração deve ser ficar pensando, traduzir e conseguir produzir algo útil desses sonhos malucos, obtendo resultados, mesmo diante de tantas e naturais imperfeições.
O mundo que chamamos de competitivo, na verdade foi desenhado pela agressividade comercial, amparado por um marketing esperto e nem sempre honesto, para poder gerar impulsos de decisões de compra.
Não somos os responsáveis por essa crise, mas sem querer analisar as culpas, a saída se encontra no estímulo (políticas governamentais diferenciadas) a ser aceito para gerar ousadia por parte do consumidor.
Apenas uma questão para repensar: QUER SE MOTIVAR? Então trabalhe duro para que os resultados sejam estendidos com a sua participação.
A sabedoria do que procuramos estão nos encontros propícios as inclusões dos conjuntos, dentro dos quais possamos compartilhar fantasias, sonhos e pensamentos criando essências para que as vidas sejam precedidas de construções e prazeres.
É acreditando em um futuro promissor que armazenamos nossa paciência para gerenciarmos as ansiedades e precipitações, garantindo munições frente à necessária persistência para se vencer na baixa, e conseguir a alta.
Novos espaços são como vozes recebidas em forma de musicas, daquelas que não paramos de querer ouvir e sentir, típico das coisas que escrevemos, mas que fazemos porque de fato sentimos.
2009... Que seja bom para todos!
A Maior palavra desse Mundo chama-se DEUS. O segredo para se estar próximo a ele depende do como fazemos para substituir nossas intenções pela qualidade no exercício das ações. (Sérgio Dal Sasso)
Palestras de desenvolvimento empresarial e profissional
Treinamentos Personalizados (Estratégias, Visão de Negócios, Empreendedorismo e Planos de Ação)
Consultoria de Gestão e Expansão de Negócios
Novo Livro (Venda Nacional): http://sergiodalsasso.editora3c.com.br
www.sergiodalsasso.com.br
www.educacaoprofissional.com.br
Nota do Autor: Abaixo selecionamos frases que fizeram parte da nossa história, selecionadas e extraídas entre os oitenta artigos escritos no ano.
Na administração o amor de fato, quase nunca vem no ato, é sempre parte do aproveitamento do prato, que quando guardado, deve ser reinventado na espera de um fazer gostar para a surpresa de quem chegar no dia seguinte.
Ser Brasileiro acima do emocional é aprender a lidar com quanta variabilidade de valores, sem perder o entendimento e respeito a cada costume, sabendo de fato lutar pela harmonização para que o bom esteja disponível a todos.
De uma coisa eu tenho certeza, e até pela idade, que tudo que vem passa, e sempre fica uma lição importante que traduzida em mensagem representa o “NUNCA MAIS SEREMOS OS MESMOS”, isso incluindo governos, modelos globais de gestão, contribuintes e consumidores.
Amor em administração deve ser ficar pensando, traduzir e conseguir produzir algo útil desses sonhos malucos, obtendo resultados, mesmo diante de tantas e naturais imperfeições.
O mundo que chamamos de competitivo, na verdade foi desenhado pela agressividade comercial, amparado por um marketing esperto e nem sempre honesto, para poder gerar impulsos de decisões de compra.
Não somos os responsáveis por essa crise, mas sem querer analisar as culpas, a saída se encontra no estímulo (políticas governamentais diferenciadas) a ser aceito para gerar ousadia por parte do consumidor.
Apenas uma questão para repensar: QUER SE MOTIVAR? Então trabalhe duro para que os resultados sejam estendidos com a sua participação.
A sabedoria do que procuramos estão nos encontros propícios as inclusões dos conjuntos, dentro dos quais possamos compartilhar fantasias, sonhos e pensamentos criando essências para que as vidas sejam precedidas de construções e prazeres.
É acreditando em um futuro promissor que armazenamos nossa paciência para gerenciarmos as ansiedades e precipitações, garantindo munições frente à necessária persistência para se vencer na baixa, e conseguir a alta.
Novos espaços são como vozes recebidas em forma de musicas, daquelas que não paramos de querer ouvir e sentir, típico das coisas que escrevemos, mas que fazemos porque de fato sentimos.
2009... Que seja bom para todos!
A Maior palavra desse Mundo chama-se DEUS. O segredo para se estar próximo a ele depende do como fazemos para substituir nossas intenções pela qualidade no exercício das ações. (Sérgio Dal Sasso)
Palestras de desenvolvimento empresarial e profissional
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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008
LIVRO GENTE,GESTORES E EMPREENDEDORES - COMPRE AQUI - PALESTRANTE SÉRGIO DAL SASSO)
UM LIVRO PARA DAR SUPORTE E ORGANIZAÇÃO A SUAS REALIZAÇÕES

INVESTIR É A MELHOR SOLUÇÃO PARA CLAREAR OS CAMINHOS PROFISSIONAIS

INVESTIR É A MELHOR SOLUÇÃO PARA CLAREAR OS CAMINHOS PROFISSIONAIS
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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008
Frases e Reflexões para Administradores, Profissionais e Empreendedores (Parte 01 – Palestrante SÉRGIO DAL SASSO - DEZ 2008)
(Sérgio Dal Sasso: Palestras, Treinamentos, Aulas Magnas, Consultoria - Administração, Educação Corporativa, Empreendedorismo – 19/12/2008)
Nota do Autor: Abaixo selecionamos frases que fizeram parte da nossa história, selecionadas e extraídas entre os oitenta artigos escritos no ano.
O sucesso profissional não deve ser medido com conquistas hierárquicas, mas pela amplitude da sua exposição dentro do meio escolhido para o exercício das suas atividades.
Sua trajetória deve ser enriquecida para uma formação variável de possibilidades, que garantam percepções de que diferentes caminhos podem ser usados, para superar os desvios e atingir os objetivos compostos pela direção.
As luzes dos caminhos, não retratam homens, nem mulheres. As verdadeiras qualidades dos que avançam ultrapassam os limites que nós mesmos delimitamos como padrões formadores da própria satisfação.
As organizações bem sucedidas são dependentes de profissionais altamente capacitados, mas que detenham o poder da alta comunicação e capacidade de troca para o desenvolvimento e processamento diferenciado das suas estratégias.
Talvez não tenhamos algo tão complexo, com variáveis, riquezas e possibilidades, como um exercício simulador de inteligências, diante das regras e desafios estratégicos propostos num tabuleiro de xadrez. Transfira sua potencialidade para o plano tático das ações.
Nunca imaginei que bons contatos fossem determinados por pessoas iguais, e sim pelo enriquecimento da nossa capacidade, para poder satisfazer aos grupos heterogêneos com os quais vamos ter que conviver.
Muitas vezes e muitas pessoas não produzem, apenas utilizam o que os outros já fizeram, mapeando e complementando artificialmente suas produções, distorcendo o próprio esforço daquele que realmente pensou, se expôs e assumiu os riscos das suas idéias.
Todo imprevisível requer um planejamento maior, que inclua ações permanentes e voltadas ao desenvolvimento e ampliação de imagem, junto às bases receptivas de interesses relacionadas ao segmento e especialidade.
No varejo da vida e dos negócios dependemos dos talentos coletivos (velhos com novos) para a criação, interpretação e ação frente à percepção do quando mudar, evitando o desuso, e garantindo resultados com sustentabilidade.
O critério da vitória nem sempre se encontrará entre vencidos ou derrotados, mas na capacidade dos grupos de avaliar os fatos ocorridos para que sejam avançados e desejados.
A vida é assim, recheada de motivos para que você possa alimentar e dar um sentido maior a tudo que busca ou que ainda está procurando. Nós não somos diferentes, ou seja, a qualidade do quando acertamos sempre tem a ver com o conjunto de valores que nos transformam em mais fortes, mais determinados.
BOM NATAL A TODOS!
A MAIOR PALAVRA DESSE MUNDO CHAMA-SE DEUS...
(Sérgio Dal Sasso)
Nota do Autor: Abaixo selecionamos frases que fizeram parte da nossa história, selecionadas e extraídas entre os oitenta artigos escritos no ano.
O sucesso profissional não deve ser medido com conquistas hierárquicas, mas pela amplitude da sua exposição dentro do meio escolhido para o exercício das suas atividades.
Sua trajetória deve ser enriquecida para uma formação variável de possibilidades, que garantam percepções de que diferentes caminhos podem ser usados, para superar os desvios e atingir os objetivos compostos pela direção.
As luzes dos caminhos, não retratam homens, nem mulheres. As verdadeiras qualidades dos que avançam ultrapassam os limites que nós mesmos delimitamos como padrões formadores da própria satisfação.
As organizações bem sucedidas são dependentes de profissionais altamente capacitados, mas que detenham o poder da alta comunicação e capacidade de troca para o desenvolvimento e processamento diferenciado das suas estratégias.
Talvez não tenhamos algo tão complexo, com variáveis, riquezas e possibilidades, como um exercício simulador de inteligências, diante das regras e desafios estratégicos propostos num tabuleiro de xadrez. Transfira sua potencialidade para o plano tático das ações.
Nunca imaginei que bons contatos fossem determinados por pessoas iguais, e sim pelo enriquecimento da nossa capacidade, para poder satisfazer aos grupos heterogêneos com os quais vamos ter que conviver.
Muitas vezes e muitas pessoas não produzem, apenas utilizam o que os outros já fizeram, mapeando e complementando artificialmente suas produções, distorcendo o próprio esforço daquele que realmente pensou, se expôs e assumiu os riscos das suas idéias.
Todo imprevisível requer um planejamento maior, que inclua ações permanentes e voltadas ao desenvolvimento e ampliação de imagem, junto às bases receptivas de interesses relacionadas ao segmento e especialidade.
No varejo da vida e dos negócios dependemos dos talentos coletivos (velhos com novos) para a criação, interpretação e ação frente à percepção do quando mudar, evitando o desuso, e garantindo resultados com sustentabilidade.
O critério da vitória nem sempre se encontrará entre vencidos ou derrotados, mas na capacidade dos grupos de avaliar os fatos ocorridos para que sejam avançados e desejados.
A vida é assim, recheada de motivos para que você possa alimentar e dar um sentido maior a tudo que busca ou que ainda está procurando. Nós não somos diferentes, ou seja, a qualidade do quando acertamos sempre tem a ver com o conjunto de valores que nos transformam em mais fortes, mais determinados.
BOM NATAL A TODOS!
A MAIOR PALAVRA DESSE MUNDO CHAMA-SE DEUS...
(Sérgio Dal Sasso)
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Sábado, 13 de Dezembro de 2008
OTIMISMO: Peter, BRAZIL, Pedrão, BRASIL... 2009 (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, Palestrante e Consultor - Administração, Empreendedorismo, Educação Corporativa – 13/12/2008)
Gosto muito de trabalhar no contra fluxo das tendências. Em fevereiro de “2008” quando o mercado estava em êxtase, escrevi o artigo Administração Sustentável, aonde pincelava o quadro da crise econômica mundial, não por ser vidente, mas pela lógica do que já estava acontecendo.
Nesse momento, em dezembro de “2008”, deveria como todo mortal e colunista independente, fechar a questão com um feliz natal, ano novo ou carnaval. Nada disso, pois a arte de administrar não é dependente de datas e as oportunidades devem ser precedidas de visões, realinhamentos e identificação das novas necessidades.
Nossa visão é que entraremos em “2009” com um imenso “currículo” de receios e, portanto com um vasto universo de empresas e profissionais conectados pelo exercício de soluções. Ótimo, pois quando vemos que está todo mundo se mexendo pela superação, sempre acabamos colhendo bons frutos.
Essa crise nos pegou, mas não fomos o motivo e isso já é um grande fator de comemoração, pois temos por trás dela todo um processo de redefinições de conceitos da onde vale à pena e da onde existe decadência.
É por esses acontecimentos que começo a valorizar e interpretar o real significado de sermos classificados como nação emergente, que traduzido significa: Menos endividada, potencial em recursos naturais, especialização em terra, em pecuária, mercado potencial interno de consumo e produção de produtos de real necessidade, ou seja, na essência, quem não comprar vai morrer de fome. Falando em morrer de fome ainda temos no mundo mais um bilhão de pessoas aonde o sonho maior é o de poder comer bem.
Tudo isso é fantástico, incluindo o fato de que os redutores que impediam o nosso consumir, aplicados aqui em índices únicos no mundo, agora em parte passam a serem soluções rápidas para a viabilização do equilíbrio com retomada do consumo e retorno do interesse internacional.
Coisas do tipo “spread bancários”, cargas tributárias, custos governamentais, baixos investimentos em infra-estrutura e até a exposição mercadológica centrada em produtos básicos vão pesar muito nessa retomada, pois impediram nesse momento tivéssemos um excesso de exposição (jurídico e físico) e por serem gorduras, podem facilmente serem derretidas, revistas e incorporadas dando espaços de respiros para que sejamos seres normais.
Deus deve ser realmente Brasileiro, pois não duvido nada se passarmos a ter a melhor taxa de crescimento entre os emergentes e devo reconhecer competência das ações que estão sendo praticadas. Ta parecendo que estamos muito mais por dentro das nossas possibilidades, se quando compararmos com os modelos adotados tipo “perdido no espaço” por grandes nações do lado de fora.
É fato que as ações que estão sendo adotadas dependem do entendimento nacional, da ausência do individualismo em relação ao lucro fácil, e do não querer ceder. Dependem também, mais do que só o marketing das palavras, de soluções criativas nos setores mais afetados, principalmente porque planos quando em projetos de investimentos sempre são montados com a base no amanhã e nesse caso estavam pela previsão de um grau de crescimento mundial que certamente não existirá.
Sabemos da nossa criatividade, mas agora ela deve de fato inovar e de certo veremos fazendeiros cooperativando seus equipamentos, locando-os quando não em uso. Da mesma forma que veremos novas estratégias no comercio ampliando suas segmentações e possibilidades multifuncionais. Indústrias incluindo em seus modelos soluções no caso a caso, a construção civil buscando melhor aproveitamento e redução do desperdício.

Por conseqüência final disso tudo, mais dedicação, conhecimento e respostas que garantirão a passagem pela turbulência e um modelo de negócio mais sustentável, pelo fato de ter sido desenvolvido pela gestão da necessidade.
Saudações a todos! Dois mil e nove, o ano de incentivo ao conhecimento e que ainda vai deixar muita saudade.
Sérgio Dal Sasso: Conhecimento, Visão e Conteúdo
Palestras Customizadas para os meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro incluindo negociações com o novo livro “Gente, Gestores & Empreendedores”. Consulte-nos!

www.sergiodalsasso.com.br (Serviços)
www.educacaoprofissional.com.br (Conteúdo Administração)
www.sergiodalsasso.blogspot.com (Integração e Inovação em Administração, Educação Corporativa e Empreendedorismo)
Contato e MSN: assessoria@sergiodalsasso.com.br (Kassandra Bona)
Gosto muito de trabalhar no contra fluxo das tendências. Em fevereiro de “2008” quando o mercado estava em êxtase, escrevi o artigo Administração Sustentável, aonde pincelava o quadro da crise econômica mundial, não por ser vidente, mas pela lógica do que já estava acontecendo.
Nesse momento, em dezembro de “2008”, deveria como todo mortal e colunista independente, fechar a questão com um feliz natal, ano novo ou carnaval. Nada disso, pois a arte de administrar não é dependente de datas e as oportunidades devem ser precedidas de visões, realinhamentos e identificação das novas necessidades.
Nossa visão é que entraremos em “2009” com um imenso “currículo” de receios e, portanto com um vasto universo de empresas e profissionais conectados pelo exercício de soluções. Ótimo, pois quando vemos que está todo mundo se mexendo pela superação, sempre acabamos colhendo bons frutos.
Essa crise nos pegou, mas não fomos o motivo e isso já é um grande fator de comemoração, pois temos por trás dela todo um processo de redefinições de conceitos da onde vale à pena e da onde existe decadência.
É por esses acontecimentos que começo a valorizar e interpretar o real significado de sermos classificados como nação emergente, que traduzido significa: Menos endividada, potencial em recursos naturais, especialização em terra, em pecuária, mercado potencial interno de consumo e produção de produtos de real necessidade, ou seja, na essência, quem não comprar vai morrer de fome. Falando em morrer de fome ainda temos no mundo mais um bilhão de pessoas aonde o sonho maior é o de poder comer bem.
Tudo isso é fantástico, incluindo o fato de que os redutores que impediam o nosso consumir, aplicados aqui em índices únicos no mundo, agora em parte passam a serem soluções rápidas para a viabilização do equilíbrio com retomada do consumo e retorno do interesse internacional.
Coisas do tipo “spread bancários”, cargas tributárias, custos governamentais, baixos investimentos em infra-estrutura e até a exposição mercadológica centrada em produtos básicos vão pesar muito nessa retomada, pois impediram nesse momento tivéssemos um excesso de exposição (jurídico e físico) e por serem gorduras, podem facilmente serem derretidas, revistas e incorporadas dando espaços de respiros para que sejamos seres normais.
Deus deve ser realmente Brasileiro, pois não duvido nada se passarmos a ter a melhor taxa de crescimento entre os emergentes e devo reconhecer competência das ações que estão sendo praticadas. Ta parecendo que estamos muito mais por dentro das nossas possibilidades, se quando compararmos com os modelos adotados tipo “perdido no espaço” por grandes nações do lado de fora.
É fato que as ações que estão sendo adotadas dependem do entendimento nacional, da ausência do individualismo em relação ao lucro fácil, e do não querer ceder. Dependem também, mais do que só o marketing das palavras, de soluções criativas nos setores mais afetados, principalmente porque planos quando em projetos de investimentos sempre são montados com a base no amanhã e nesse caso estavam pela previsão de um grau de crescimento mundial que certamente não existirá.
Sabemos da nossa criatividade, mas agora ela deve de fato inovar e de certo veremos fazendeiros cooperativando seus equipamentos, locando-os quando não em uso. Da mesma forma que veremos novas estratégias no comercio ampliando suas segmentações e possibilidades multifuncionais. Indústrias incluindo em seus modelos soluções no caso a caso, a construção civil buscando melhor aproveitamento e redução do desperdício.

Por conseqüência final disso tudo, mais dedicação, conhecimento e respostas que garantirão a passagem pela turbulência e um modelo de negócio mais sustentável, pelo fato de ter sido desenvolvido pela gestão da necessidade.
Saudações a todos! Dois mil e nove, o ano de incentivo ao conhecimento e que ainda vai deixar muita saudade.
Sérgio Dal Sasso: Conhecimento, Visão e Conteúdo
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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008
SOLIDARIEDADE - Dia 15 em Sampa - Acordes pela Vida (João Carlos Martins)
EVENTO SOLIDÁRIO SANTA CATARINA
Sem o uso da palavra, mas ciente de que vamos sempre acontecer quando ampliamos nossos própositos pela qualificação dos atos que praticamos. Me orgulho de ser amigo de pessoas como Sandra Paschoal, Irineu Toledo e João Carlos e suas visões ampliadas sobre o que significa dormir satisfeito quando se busca própositos além do óbvio. Santa Catarina precisa da gente, precisa se recuperar, precisa do equilibrio e de energia para amenizar o sofrimento, revitalizando a auto estima. PARTICIPE DESSE EVENTO, SE INTEGRE AS CAUSAS AMPLIADAS, INDIQUE AOS AMIGOS!
CLIQUE ABAIXO NA IMAGEM PARA AMPLIA-LA!
Sem o uso da palavra, mas ciente de que vamos sempre acontecer quando ampliamos nossos própositos pela qualificação dos atos que praticamos. Me orgulho de ser amigo de pessoas como Sandra Paschoal, Irineu Toledo e João Carlos e suas visões ampliadas sobre o que significa dormir satisfeito quando se busca própositos além do óbvio. Santa Catarina precisa da gente, precisa se recuperar, precisa do equilibrio e de energia para amenizar o sofrimento, revitalizando a auto estima. PARTICIPE DESSE EVENTO, SE INTEGRE AS CAUSAS AMPLIADAS, INDIQUE AOS AMIGOS!
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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008
LIVRO GENTE,GESTORES E EMPREENDEDORES - O CONTÉUDO (PALESTRANTE SÉRGIO DAL SASSO)
PRÉ-LANÇAMENTO LIVRO:
GENTE, GESTORES E EMPREENDEDORES
Sérgio Dal Sasso

(R$ 19,90 - 107 paginas – Editora ThreeC)
O LIVRO:
Num momento de instabilidade e dúvidas escreveu-se um amplo material inovador (100% prático para suprir as necessidades reais dos mercados) reunindo em 107 paginas um verdadeiro manual reflexivo para ampliar possibilidades de resultados frente ao sucesso profissional e empresarial.
“Gente, Gestores e Empreendedores” não veio para formular receitas. A obra de Sérgio Dal Sasso fornece subsídios para a evolução das empresas, clareando caminhos e alimentando-os com a identificação dos valores a serem incorporados ao mundo corporativo e profissional de cada um.
Na essência do livro o autor demonstra que o conceito do Empreendedorismo não é uma definição de ação, mas de respostas as mesmas pelo retorno do resultado da integração ideal entre pessoas, modelos de negócios a e uso adequado da inteligência.
A obra é fortalecida com a fixação de imagens de forma a procurar estabelecer seu aprofundamento em um formato de viagem pela arte de se produzir resultados, criando um sentido até presencial, quase como se o autor tivesse dirigindo uma conversa em tempo real com os leitores, com as equipes.
O autor oferece através dessa obra algo que de fato possa provocar mudanças, com criatividade e talento para geração de atitudes e estratégias inovadoras.
SOBRE O AUTOR:
Sérgio Dal Sasso, destacado entre os melhores palestrantes do Brasil em temas ligados a Administração, Educação Corporativa e Empreendedorismo, é administrador empresarial formado pela FEA-USP, pós-graduado em gestão financeira e MBA varejo, ambos pela USP.
Foi Executivo corporativo em empresas de porte, tais como: ALCATEL, ALBA QUIMICA, ADRIA ALIMENTICIA E GAZETA MERCANTIL, em níveis de gerencia e diretoria.
Desde 1994, atua como consultor empresarial em projetos organizacionais e de expansão de mercados.
Autoria nos Livros: Gigantes das Vendas (Landscape e Quantum – Agosto de 2006), MBA EXECUTIVO (Saraiva – Junho 2008) e Os trinta mais em Vendas e Atendimento (ThreeC Comunicação Empresarial – Setembro 2008).
Colunista e articulista em revistas e sites (Vencer, Venda Mais, Gestão de Negócios, Mais que Negócios, Distribuição, PEGN-GLOBO/TV, Administradores.com, Meu Próprio Negócio...), entre centenas de mídias.
COMO COMPRAR:
As compras nessa fase de pré-lançamento já estão disponibilizadas a todos e podem ser efetuadas, incluindo negociações de livrarias, portais e sites parceiros, diretamente com Editora ThreeC.
O contato comercial é Leonardo Pançardes:
Escritório operacional: Rua Dominique Level, nº 18 - Centro - Paracambi - Rio de Janeiro - Tel.: 21 3693-3602
E-mail: comercial@3ccomunicacao.com.br ( Leonardo Pançardes)

“INVESTIMENTO É A PALAVRA, PRESENTEIE SEUS COLABORADORES, SEUS AMIGOS!”
GENTE, GESTORES E EMPREENDEDORES
Sérgio Dal Sasso

(R$ 19,90 - 107 paginas – Editora ThreeC)
O LIVRO:
Num momento de instabilidade e dúvidas escreveu-se um amplo material inovador (100% prático para suprir as necessidades reais dos mercados) reunindo em 107 paginas um verdadeiro manual reflexivo para ampliar possibilidades de resultados frente ao sucesso profissional e empresarial.
“Gente, Gestores e Empreendedores” não veio para formular receitas. A obra de Sérgio Dal Sasso fornece subsídios para a evolução das empresas, clareando caminhos e alimentando-os com a identificação dos valores a serem incorporados ao mundo corporativo e profissional de cada um.
Na essência do livro o autor demonstra que o conceito do Empreendedorismo não é uma definição de ação, mas de respostas as mesmas pelo retorno do resultado da integração ideal entre pessoas, modelos de negócios a e uso adequado da inteligência.
A obra é fortalecida com a fixação de imagens de forma a procurar estabelecer seu aprofundamento em um formato de viagem pela arte de se produzir resultados, criando um sentido até presencial, quase como se o autor tivesse dirigindo uma conversa em tempo real com os leitores, com as equipes.
O autor oferece através dessa obra algo que de fato possa provocar mudanças, com criatividade e talento para geração de atitudes e estratégias inovadoras.
SOBRE O AUTOR:
Sérgio Dal Sasso, destacado entre os melhores palestrantes do Brasil em temas ligados a Administração, Educação Corporativa e Empreendedorismo, é administrador empresarial formado pela FEA-USP, pós-graduado em gestão financeira e MBA varejo, ambos pela USP.
Foi Executivo corporativo em empresas de porte, tais como: ALCATEL, ALBA QUIMICA, ADRIA ALIMENTICIA E GAZETA MERCANTIL, em níveis de gerencia e diretoria.
Desde 1994, atua como consultor empresarial em projetos organizacionais e de expansão de mercados.
Autoria nos Livros: Gigantes das Vendas (Landscape e Quantum – Agosto de 2006), MBA EXECUTIVO (Saraiva – Junho 2008) e Os trinta mais em Vendas e Atendimento (ThreeC Comunicação Empresarial – Setembro 2008).
Colunista e articulista em revistas e sites (Vencer, Venda Mais, Gestão de Negócios, Mais que Negócios, Distribuição, PEGN-GLOBO/TV, Administradores.com, Meu Próprio Negócio...), entre centenas de mídias.
COMO COMPRAR:
As compras nessa fase de pré-lançamento já estão disponibilizadas a todos e podem ser efetuadas, incluindo negociações de livrarias, portais e sites parceiros, diretamente com Editora ThreeC.
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E-mail: comercial@3ccomunicacao.com.br ( Leonardo Pançardes)

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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008
SUPERAÇÃO PELO VALOR DA VIDA (PALESTRANTE SÉRGIO DAL SASSO)
(Sérgio Dal Sasso, Palestrante e Consultor - Administração, Empreendedorismo, Educação Corporativa – 01/12/2008)
A gente passa por ai e por aqui, e às vezes, penso daqui o que você sente ai. Talvez isso seja parte do fascínio de tentar descobrir o que teu mundo pede, pois no fundo mesmo que sejamos diferentes, existem os grandes valores que sempre nos levam a sermos em parte gêmeos.
É maravilhoso quando o resultado do que conseguimos produzir atinge e chega perto de alguém com chances de criar melhorias. De comum no mundo, entre as pessoas, é que pelos sonhos buscamos os meios mágicos para que nossas colheitas forneçam trilhas alimentadas de energia, de vida, mais confortos, menos stress, mais paixão. Mas não podemos esquecer que ainda andamos fácil, pelo fato de termos os pés, e que se suspendermos uma perna, ai sim começaremos a sentir que as dificuldades nunca podem ter parâmetros do ser melhor ou pior em relação ao cada um faz e vive, enfrenta, vence ou perde.

Se por aqui fomos colocados é porque deve existir certa missão maior e um papel de relevância a ser praticado por todos. E que mesmo quando da demora pelo entender o que de fato somos, adianto que nesse item não tem valor o que os outros acham, mas apenas o que fazemos em prol da capacidade de se alimentar com as coisas que achamos boas, e a vontade de se refazer frente ao que não está legal.
A vida é simples, desde que não criemos artifícios que afastam esse pensamento. Crises, só existem quando nos afastamos do saber chorar sorrindo, do arroz com feijão, da essência das paixões e do real significado das coisas.
Para superar as adversidades, primeiro tiremos os enfeites que nunca sustentarão ninguém, depois do que sobrar cultuemos e acostumemos a amar até chegarmos à base do que precisamos.
Busque por Deus nesse final de ano, e antes mesmo de presentear aos outros, procure fazer o seu presente oferecendo um bem a si próprio e assim qualificar-se de subsídios para selecionar e melhorar o sentido dos seus atos e relações.
A gente passa por ai e por aqui, e às vezes, penso daqui o que você sente ai. Talvez isso seja parte do fascínio de tentar descobrir o que teu mundo pede, pois no fundo mesmo que sejamos diferentes, existem os grandes valores que sempre nos levam a sermos em parte gêmeos.
É maravilhoso quando o resultado do que conseguimos produzir atinge e chega perto de alguém com chances de criar melhorias. De comum no mundo, entre as pessoas, é que pelos sonhos buscamos os meios mágicos para que nossas colheitas forneçam trilhas alimentadas de energia, de vida, mais confortos, menos stress, mais paixão. Mas não podemos esquecer que ainda andamos fácil, pelo fato de termos os pés, e que se suspendermos uma perna, ai sim começaremos a sentir que as dificuldades nunca podem ter parâmetros do ser melhor ou pior em relação ao cada um faz e vive, enfrenta, vence ou perde.

Se por aqui fomos colocados é porque deve existir certa missão maior e um papel de relevância a ser praticado por todos. E que mesmo quando da demora pelo entender o que de fato somos, adianto que nesse item não tem valor o que os outros acham, mas apenas o que fazemos em prol da capacidade de se alimentar com as coisas que achamos boas, e a vontade de se refazer frente ao que não está legal.
A vida é simples, desde que não criemos artifícios que afastam esse pensamento. Crises, só existem quando nos afastamos do saber chorar sorrindo, do arroz com feijão, da essência das paixões e do real significado das coisas.
Para superar as adversidades, primeiro tiremos os enfeites que nunca sustentarão ninguém, depois do que sobrar cultuemos e acostumemos a amar até chegarmos à base do que precisamos.
Busque por Deus nesse final de ano, e antes mesmo de presentear aos outros, procure fazer o seu presente oferecendo um bem a si próprio e assim qualificar-se de subsídios para selecionar e melhorar o sentido dos seus atos e relações.
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SÉRGIO DAL SASSO: PALESTRANTE, CONSULTOR, ESCRITOR (Administração, Empreendedorismo e Educação Corporativa)
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LIVRO: GENTE, GESTORES E EMPREENDEDORES (PALESTRANTE SÉRGIO DAL SASSO - NOVEMBRO 2008
LANÇAMENTO LIVRO "GENTE, GESTORES E EMPREENDEORES" - UM VIAGRA PARA SUPERAR DIFICULDADES...
Nosso terceiro livro do ano publicado pela Editora ThreeC Comunicação Empresarial, vem a somar nesse momento de duvidas, quase como um "VIAGRA PARA VENCER A CRISE", através de um trabalho que integra os valores humanos ao contexto do mundo empresarial integrado. O sucesso não é um loteria mas fruto de um desenvolvimento adequado e planejado que possa te colocar na frente do acontecimentos.
Em DEZEMBRO, JANEIRO E FEVEREIRO, programe nossa palestra "Gente, Gestores e Empreendedores" pois estaremos divulgando o novo livro e portanto em condições super customizadas quando integradas com a aquisição do livro. LEVE PARA SEU EVENTO ALGO QUE DE FATO VENHA A CONTRIBUIR PARA FORMULAÇÃO DO CRESCIMENTO PROFISSIONAL E EMPRESARIAL. CONSULTE-NOS!
Nosso terceiro livro do ano publicado pela Editora ThreeC Comunicação Empresarial, vem a somar nesse momento de duvidas, quase como um "VIAGRA PARA VENCER A CRISE", através de um trabalho que integra os valores humanos ao contexto do mundo empresarial integrado. O sucesso não é um loteria mas fruto de um desenvolvimento adequado e planejado que possa te colocar na frente do acontecimentos.
Em DEZEMBRO, JANEIRO E FEVEREIRO, programe nossa palestra "Gente, Gestores e Empreendedores" pois estaremos divulgando o novo livro e portanto em condições super customizadas quando integradas com a aquisição do livro. LEVE PARA SEU EVENTO ALGO QUE DE FATO VENHA A CONTRIBUIR PARA FORMULAÇÃO DO CRESCIMENTO PROFISSIONAL E EMPRESARIAL. CONSULTE-NOS!
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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
PARA HOJE, GOVERNOS E “NOÍS”, ANTES DO DEPOIS DE AMANHÃ (Por Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, Palestrante e Consultor - Administração, Empreendedorismo, Educação Corporativa – 26/11/2008)
O que seríamos sem o praticar para ultrapassar as limitações da palavra “talvez” no sentido de encontrar as diferenças entre o sim e o não, de conquistar o conseguir depois de passar pelo “tentar”. Penso que por mais facilidade que a vida possa nos propiciar, que por mais conhecimento que tenhamos para usar e ousar, sempre haverá um “talvez” como processo de insegurança a ser superado.
Hoje mais do que as reações e análises sobre o que vem acontecendo na economia global, o que percebemos como fato dilatador da crise, é o próprio receio de agir, mesmo quando não nos encontramos diretamente impactados com ela.
Contra a mídia e a favor das palavras simples, fico nesse momento com o Lula, quando se refere que para a preservação dos empregos e negócios temos que estimular o consumo, pois o buscar proteção evitando gastos por insegurança pode ocasionar danos a aparente estabilidade que ainda temos, ou mais diretamente, contribuir para a nossa própria queda, quer seja pelo desemprego, quer seja pela ausência de exemplos que garantam o comprar.
Não somos os responsáveis por essa crise, mas sem querer analisar as culpas, a saída se encontra no estímulo (políticas governamentais diferenciadas) a ser aceito para gerar ousadia por parte do consumidor. A China saiu na frente e pelo visto a direção adotada vem sendo agora seguida por outros blocos econômicos e acredito que ninguém tenha duvidas sobre as reais situações a serem propostas para que de fato tenhamos em breve o retorno do equilíbrio entre ofertas em um grau satisfatório de demandas e procuras.
De um lado estou com Lula, do outro aguardo mais objetividade nas ações dos governos, pois as do tipo oferta de crédito são sempre atreladas a cauções, ou seja, mesmo quando de forma mais vantajosa, vou cobrar mais na frente. Governos não são fontes de receitas, mas a lição de casa nesse momento é a de criar alternativas para salvar o consumo, assumir uma menor arrecadação a serem compensadas pela redução dos gastos públicos.
Em outras palavras chega “do toma lá não dar a cá”, se Deus nos perdoa, está na hora de verificarmos nesse momento o que nossa nação pode fazer no sentido de recuperar seus próprios filhos, reduzindo tributos, perdoando dividas, acelerando os investimentos em infra-estrutura e condicionando aos contratados obrigatoriedade de geração de empregos, garantindo como conseqüência a queda do medo e a substituição de tanto “talvez” pela retomada do grau de confiança.
O que seríamos sem o praticar para ultrapassar as limitações da palavra “talvez” no sentido de encontrar as diferenças entre o sim e o não, de conquistar o conseguir depois de passar pelo “tentar”. Penso que por mais facilidade que a vida possa nos propiciar, que por mais conhecimento que tenhamos para usar e ousar, sempre haverá um “talvez” como processo de insegurança a ser superado.
Hoje mais do que as reações e análises sobre o que vem acontecendo na economia global, o que percebemos como fato dilatador da crise, é o próprio receio de agir, mesmo quando não nos encontramos diretamente impactados com ela.
Contra a mídia e a favor das palavras simples, fico nesse momento com o Lula, quando se refere que para a preservação dos empregos e negócios temos que estimular o consumo, pois o buscar proteção evitando gastos por insegurança pode ocasionar danos a aparente estabilidade que ainda temos, ou mais diretamente, contribuir para a nossa própria queda, quer seja pelo desemprego, quer seja pela ausência de exemplos que garantam o comprar.
Não somos os responsáveis por essa crise, mas sem querer analisar as culpas, a saída se encontra no estímulo (políticas governamentais diferenciadas) a ser aceito para gerar ousadia por parte do consumidor. A China saiu na frente e pelo visto a direção adotada vem sendo agora seguida por outros blocos econômicos e acredito que ninguém tenha duvidas sobre as reais situações a serem propostas para que de fato tenhamos em breve o retorno do equilíbrio entre ofertas em um grau satisfatório de demandas e procuras.
De um lado estou com Lula, do outro aguardo mais objetividade nas ações dos governos, pois as do tipo oferta de crédito são sempre atreladas a cauções, ou seja, mesmo quando de forma mais vantajosa, vou cobrar mais na frente. Governos não são fontes de receitas, mas a lição de casa nesse momento é a de criar alternativas para salvar o consumo, assumir uma menor arrecadação a serem compensadas pela redução dos gastos públicos.
Em outras palavras chega “do toma lá não dar a cá”, se Deus nos perdoa, está na hora de verificarmos nesse momento o que nossa nação pode fazer no sentido de recuperar seus próprios filhos, reduzindo tributos, perdoando dividas, acelerando os investimentos em infra-estrutura e condicionando aos contratados obrigatoriedade de geração de empregos, garantindo como conseqüência a queda do medo e a substituição de tanto “talvez” pela retomada do grau de confiança.
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Domingo, 9 de Novembro de 2008
A Autenticidade de um Profissional de fato (Por Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, Palestrante e Consultor - Administração, Empreendedorismo, Educação Corporativa – 08/11/2008)
Num mundo tão recheado por opiniões, por informações, às vezes é muito fácil você desenvolver o que não representa exatamente o que pensa. Muitas vezes e muitas pessoas não produzem, apenas utilizam o que os outros já fizeram, mapeando e complementando artificialmente suas produções, distorcendo o próprio esforço daquele que realmente pensou, se expôs e assumiu os riscos das suas idéias.
Nessa geração competitiva, aonde os valores da criatividade são tão exaltados deve-se atentar que o novo pode ter como base as melhorias do velho, mas que nunca deve ser um disfarce do que já foi feito, afinal até hoje temos idéias revolucionárias de gente que rabiscou suas visões futuristas há mais de séculos e que até ainda ninguém se arriscou a tirar do papel.
Em nossa produção, e em particular, no resumo de minha obra, procuro ser enfático no poder de informar ao leitor: Visões, teses e idéias que de alguma forma gerem um lado reflexivo, nunca conclusivo, mas aberto para a aceitação do útil ou não, por parte dos nossos leitores e públicos.
Todos nós, sem exceção, buscamos por alternativas que somem em melhorias, opções e visões que conduzam o ampliar dos caminhos facilitadores aos meios que perseguimos. Incluindo desde o esclarecimento de dúvidas momentâneas até o redirecionamento dos futuros, das estratégias que proponham a condução do sucesso de forma mais rica, mais segura e sustentável ao longo do tempo.
O que vale de tudo que fazemos incluindo versões mais críticas, outras mais acadêmicas e reflexivas, estão pelo propósito de formar riquezas e contribuições pelo renovar, impulsionando assimilações, apreciações e questionamentos, o que de uma forma ou de outra nos estimulam pelo continuar.
A Administração é a reunião de uma série de possibilidades com a finalidade de enriquecer às vezes com pequenos detalhes de cada um, para que juntos possamos fazer melhor, ampliando essa construção aos níveis de exigência dentro de um mercado que sempre e graças a Deus continuará pelas mudanças, se distanciando do que definiríamos como rotina.
“Ninguém morre, as pessoas despertam do sonho da vida”
“O ponto de vista é o ponto da questão”
“Desobediência é uma virtude necessária à criatividade”
(Reflexões de Raul Seixas)

Sérgio Dal Sasso: Conhecimento, Visão e Conteúdo
Aguardem nosso novo livro: GENTE, GESTORES E EMPREENDEDORES (Lançamento em meados de Novembro 2008)
www.sergiodalsasso.com.br (Serviços)
www.educacaoprofissional.com.br (Conteúdo Administração)
www.sergiodalsasso.blogspot.com (Integração e Inovação em Administração, Educação Corporativa e Empreendedorismo)
Contato e MSN: assessoria@sergiodalsasso.com.br
Num mundo tão recheado por opiniões, por informações, às vezes é muito fácil você desenvolver o que não representa exatamente o que pensa. Muitas vezes e muitas pessoas não produzem, apenas utilizam o que os outros já fizeram, mapeando e complementando artificialmente suas produções, distorcendo o próprio esforço daquele que realmente pensou, se expôs e assumiu os riscos das suas idéias.
Nessa geração competitiva, aonde os valores da criatividade são tão exaltados deve-se atentar que o novo pode ter como base as melhorias do velho, mas que nunca deve ser um disfarce do que já foi feito, afinal até hoje temos idéias revolucionárias de gente que rabiscou suas visões futuristas há mais de séculos e que até ainda ninguém se arriscou a tirar do papel.
Em nossa produção, e em particular, no resumo de minha obra, procuro ser enfático no poder de informar ao leitor: Visões, teses e idéias que de alguma forma gerem um lado reflexivo, nunca conclusivo, mas aberto para a aceitação do útil ou não, por parte dos nossos leitores e públicos.
Todos nós, sem exceção, buscamos por alternativas que somem em melhorias, opções e visões que conduzam o ampliar dos caminhos facilitadores aos meios que perseguimos. Incluindo desde o esclarecimento de dúvidas momentâneas até o redirecionamento dos futuros, das estratégias que proponham a condução do sucesso de forma mais rica, mais segura e sustentável ao longo do tempo.
O que vale de tudo que fazemos incluindo versões mais críticas, outras mais acadêmicas e reflexivas, estão pelo propósito de formar riquezas e contribuições pelo renovar, impulsionando assimilações, apreciações e questionamentos, o que de uma forma ou de outra nos estimulam pelo continuar.
A Administração é a reunião de uma série de possibilidades com a finalidade de enriquecer às vezes com pequenos detalhes de cada um, para que juntos possamos fazer melhor, ampliando essa construção aos níveis de exigência dentro de um mercado que sempre e graças a Deus continuará pelas mudanças, se distanciando do que definiríamos como rotina.
“Ninguém morre, as pessoas despertam do sonho da vida”
“O ponto de vista é o ponto da questão”
“Desobediência é uma virtude necessária à criatividade”
(Reflexões de Raul Seixas)
Sérgio Dal Sasso: Conhecimento, Visão e Conteúdo
Aguardem nosso novo livro: GENTE, GESTORES E EMPREENDEDORES (Lançamento em meados de Novembro 2008)
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www.educacaoprofissional.com.br (Conteúdo Administração)
www.sergiodalsasso.blogspot.com (Integração e Inovação em Administração, Educação Corporativa e Empreendedorismo)
Contato e MSN: assessoria@sergiodalsasso.com.br
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Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008
PALESTRANTE SÉRGIO DAL SASSO NO SENAC EM 17-11-2008
Senac Campinas promove a palestra “Gente, Gestores & Empreendedores”
No dia 17 de novembro de 2008, o Senac Campinas oferece em seu auditório uma palestra gratuita sobre o tema “Gente, Gestores & Empreendedores”, com o especialista na área Sérgio Dal Sasso, às 19h30.
Sérgio é formado em Administração de Empresa, pós-graduado em Gestão Financeira e MBA em Varejo, todos pela Universidade de São Paulo (USP). E, atualmente, está entre os mais solicitados palestrantes do Brasil em temas ligados à Administração, Empreendedorismo, Educação Empresarial e Profissional.
A atividade apresenta uma visão sobre os caminhos para que de fato possamos realizar nossos sonhos, amenizando riscos, acrescentando valores comportamentais que maximizem os recursos e possibilidades da administração com criatividade e pró-atividade, rumo à plena realização dentro dos empreendimentos e carreiras.
A palestra também busca divulgar o programa do curso de pós-graduação em Gestão de Negócios, que está com inscrições abertas na unidade. Clique aqui para acessar a ficha do curso e inscrições on-line.
Para mais informações, entre em contato com a unidade pelo telefone (19) 2117-0600 e-mail campinas@sp.senac.br.
Evento: palestra “Gente, Gestores & Empreendedores”
Quando: 17 de novembro de 2008, das 19h30 às 21 horas
Onde: Auditório do Senac Campinas
Rua Sacramento, 490 - Centro
Campinas - SP
Quanto: entrada franca
Informações: (19) 2117-0600 e-mail campinas@sp.senac.br
No dia 17 de novembro de 2008, o Senac Campinas oferece em seu auditório uma palestra gratuita sobre o tema “Gente, Gestores & Empreendedores”, com o especialista na área Sérgio Dal Sasso, às 19h30.
Sérgio é formado em Administração de Empresa, pós-graduado em Gestão Financeira e MBA em Varejo, todos pela Universidade de São Paulo (USP). E, atualmente, está entre os mais solicitados palestrantes do Brasil em temas ligados à Administração, Empreendedorismo, Educação Empresarial e Profissional.
A atividade apresenta uma visão sobre os caminhos para que de fato possamos realizar nossos sonhos, amenizando riscos, acrescentando valores comportamentais que maximizem os recursos e possibilidades da administração com criatividade e pró-atividade, rumo à plena realização dentro dos empreendimentos e carreiras.
A palestra também busca divulgar o programa do curso de pós-graduação em Gestão de Negócios, que está com inscrições abertas na unidade. Clique aqui para acessar a ficha do curso e inscrições on-line.
Para mais informações, entre em contato com a unidade pelo telefone (19) 2117-0600 e-mail campinas@sp.senac.br.
Evento: palestra “Gente, Gestores & Empreendedores”
Quando: 17 de novembro de 2008, das 19h30 às 21 horas
Onde: Auditório do Senac Campinas
Rua Sacramento, 490 - Centro
Campinas - SP
Quanto: entrada franca
Informações: (19) 2117-0600 e-mail campinas@sp.senac.br
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Palestrante Sérgio Dal Sasso no Mercado Empresarial e Acadêmico (Outubro e Novembro de 2008)
OUTUBRO E NOVEMBRO DE 2008
Palestrante Sérgio Dal Sasso no Mercado Empresarial e Acadêmico
(Não divulgamos eventos “IN COMPANY”)
- Entre Setembro e Outubro tivemos a grata satisfação por ministrar palestras para um publico aproximado de 10.000 pessoas, correndo o território Nacional, passando por lugares maravilhosos e convivendo com pessoas e públicos fantásticos.
- Agradecemos publicamente as empresas que nos contrataram para os eventos “In-Company”, e nossa participação em eventos abertos, tais como: CDL de PARACAMBI (RJ), UERJ, UNIOSTE (PR), CONGRESSO INTERNACIONAL DE ADM (PR), CONGRESSO CRADF (COMPRA 2008 – DF), Evento FAP (PI), ENCONTRO PARANAENSE DOS ESTUDANTES DE ADMINISTRAÇÃO (EPEAD 2008), FEMA (RS), FIEMG (BH), entre outros.
- Em Novembro já confirmamos participação em abertos: “Feira do Empreendedor pelo SEBRAE Piauí, aonde ministraremos a palestra de encerramento com tema: O empreendedor do Futuro. Estaremos no Congresso Empresarial e Educacional em Santa Maria da Vitória (Bahia), No SENAC de Campinas (SP), entre outros eventos fechados.
- Nosso livro “Gente, Gestores e Empreendedores”, está em fase final devendo entrar no mercado até 15 de novembro. Esse é um presente pessoal, pois se trata do quarto livro e o terceiro do ano, porém é o nosso primeiro escrito individualmente. Agradeço especialmente aos meus investidores da ThreeC Comunicação Empresarial tendo a certeza que nossos retornos serão proporcionais a amplitude e utilidade dessa obra.
- Gostaria de destacar três grandes nomes e suas referências a minha pessoa, pois são especiais como amigos e grandes incentivadores e participantes dos projetos de Educação Profissional e Empresarial no Brasil:
a) "Sérgio Dal Sasso é um dos grandes pensadores brasileiros da administração da atualidade. Seus artigos revelam a tônica de conhecimentos e habilidades que todo e qualquer profissional deve possuir”. (LEANDRO VIEIRA - Editor do www.administradores.com.br, principal veículo on-line voltado à Administração de Empresas)
b)"Sérgio Dal Sasso, um atleta obcecado. Ele mantém a bola no alto. O jogo com o Sérgio não para. Cabeça erguida, olha para todos os lados, arma jogada, acompanha o lance, da retaguarda e não perde oportunidades. Esta sempre procurando o gol".
(IRINEU TOLEDO - Apresentador e um dos editores do programa "Primeiro Programa" exibido diariamente na Rede Transamérica)
c)"Conheço poucos consultores e palestrantes com o conhecimento e experiência do Sérgio Dal Sasso. É um profissional antenado, sempre atualizado com as novas tendências do management mundial. É um comunicador por excelência e por isso tem facilidade para transmitir os seus conhecimentos". (MAURICIO SITA – Presidente da Editora Vencer!)
- O palestrante Sérgio Dal Sasso ministrou o tema “Pessoas, negócios e sucesso” e abordou temas de destaque no universo comercial. Cerca de 400 pessoas estiveram presentes e assistiram à palestra de Dal Sasso, que é administrador empresarial e um dos principais articulistas em desenvolvimento profissional e empresarial no Brasil. (Portal FIEMG).
- Considerando critérios como filosofia empresarial, atendimento ao cliente, qualidade do(s) produto(s), credibilidade no mercado e eficácia das ações de marketing operacional, tático e/ou estratégico - posturas que caracterizam uma atitude empreendedora por excelência -, viemos comunicar através desta carta que Sérgio Dal Sasso foi indicado para receber o Troféu Marketing e Empreendedores 2008. (Revista Top of Business – Primax Eventos Internacional)
- Extraído do Portal da Amiga Leila Navarro (Mural da Leila). Leila e Sérgio Dal Sasso participaram do Fórum dos Lideres pela FIEMG (Federação das Indústrias). “Leila, Procurei por artigos do palestrante Sergio Dal Sasso e não encontrei. Recentemente ele veio a minha cidade em MG e foi ovacionado. Parabéns a todos vcs pela arte de palestrar." (Eduardo)
- Agradeço pela contribuição e atenção dedicada ao meu pedido para contribuição do trabalho acadêmico. Fico feliz em constatar que posso contar com o profissionalismo, seriedade e ajuda dos que sabem e procuram passar esse conhecimento à comunidade de futuros administradores. Um grande abraço! (Brás Lessa)
- Olá Sérgio Dal Sasso, parabéns pelas matérias que tem escrito no portal o gerente.Tenho recebido seu material no meu e-mail e como sou proprietário de um pequeno salão em vila velha, tem sido de grande auxilio suas sugestões. Muito obrigado e continue assim, pois precisamos de quem nos inspire a continuar. (Nilson Andrade)
- A Iniciativa Júnior foi criada com o intuito de agregar valor à formação do aluno. Neste contexto, sua participação foi importantíssima ao dividir seus conhecimentos no que diz respeito à Empreendedorismo. Além disso, ao compartilhar um pouco de sua experiência de vida somou frutos a cada um ali presente, e pode trazer ao âmbito acadêmico parte de sua experiência de mercado.
- Quero parabenizá-lo pela excelente palestra que ministrou essa semana aqui em Teresina na III Semana do Administrador. Você é a motivação em pessoa. Sucesso e mais sucesso sempre!!! (Jefferson Xavier – Consultor Organizacional)
- Assisti a sua Palestra sobre EMPRESAS E PROFISSIONAIS DO FUTURO e gostei muito sobre o tema palestrado, agradeço antecipadamente. (Adriano Iglesias)
- Ainda agradecendo o "show" de ontem, muito bom mesmo! Os aplausos de ontem não foram sem motivos! (Jannayna)
- Vender num mercado saturado da mesmice exige que o vendedor seja criativo e seja o diferencial, sem medo de ousar. Com cautela é claro. Gostei muito do texto. Sucinto e comunicativo. (Flaviano)
- Bom dia! Como fico muito feliz de receber suas informações e idéias de vendas e acompanho todas as informações e passo a frente para minha equipe de vendas e diretoria da empresa, por favor, não deixe de mandar sempre suas reflexões e pensamentos esta sendo muito importante para minha carreira e vida profissional. Como fico feliz de ter participado daquele dia que o senhor esteve em Gov.Valadares. Fique com Deus e que ele sempre te ilumine e te sabedoria para você repassar a nos. (Luiz Carlos).
Palestrante Sérgio Dal Sasso no Mercado Empresarial e Acadêmico
(Não divulgamos eventos “IN COMPANY”)
- Entre Setembro e Outubro tivemos a grata satisfação por ministrar palestras para um publico aproximado de 10.000 pessoas, correndo o território Nacional, passando por lugares maravilhosos e convivendo com pessoas e públicos fantásticos.
- Agradecemos publicamente as empresas que nos contrataram para os eventos “In-Company”, e nossa participação em eventos abertos, tais como: CDL de PARACAMBI (RJ), UERJ, UNIOSTE (PR), CONGRESSO INTERNACIONAL DE ADM (PR), CONGRESSO CRADF (COMPRA 2008 – DF), Evento FAP (PI), ENCONTRO PARANAENSE DOS ESTUDANTES DE ADMINISTRAÇÃO (EPEAD 2008), FEMA (RS), FIEMG (BH), entre outros.
- Em Novembro já confirmamos participação em abertos: “Feira do Empreendedor pelo SEBRAE Piauí, aonde ministraremos a palestra de encerramento com tema: O empreendedor do Futuro. Estaremos no Congresso Empresarial e Educacional em Santa Maria da Vitória (Bahia), No SENAC de Campinas (SP), entre outros eventos fechados.
- Nosso livro “Gente, Gestores e Empreendedores”, está em fase final devendo entrar no mercado até 15 de novembro. Esse é um presente pessoal, pois se trata do quarto livro e o terceiro do ano, porém é o nosso primeiro escrito individualmente. Agradeço especialmente aos meus investidores da ThreeC Comunicação Empresarial tendo a certeza que nossos retornos serão proporcionais a amplitude e utilidade dessa obra.
- Gostaria de destacar três grandes nomes e suas referências a minha pessoa, pois são especiais como amigos e grandes incentivadores e participantes dos projetos de Educação Profissional e Empresarial no Brasil:
a) "Sérgio Dal Sasso é um dos grandes pensadores brasileiros da administração da atualidade. Seus artigos revelam a tônica de conhecimentos e habilidades que todo e qualquer profissional deve possuir”. (LEANDRO VIEIRA - Editor do www.administradores.com.br, principal veículo on-line voltado à Administração de Empresas)
b)"Sérgio Dal Sasso, um atleta obcecado. Ele mantém a bola no alto. O jogo com o Sérgio não para. Cabeça erguida, olha para todos os lados, arma jogada, acompanha o lance, da retaguarda e não perde oportunidades. Esta sempre procurando o gol".
(IRINEU TOLEDO - Apresentador e um dos editores do programa "Primeiro Programa" exibido diariamente na Rede Transamérica)
c)"Conheço poucos consultores e palestrantes com o conhecimento e experiência do Sérgio Dal Sasso. É um profissional antenado, sempre atualizado com as novas tendências do management mundial. É um comunicador por excelência e por isso tem facilidade para transmitir os seus conhecimentos". (MAURICIO SITA – Presidente da Editora Vencer!)
- O palestrante Sérgio Dal Sasso ministrou o tema “Pessoas, negócios e sucesso” e abordou temas de destaque no universo comercial. Cerca de 400 pessoas estiveram presentes e assistiram à palestra de Dal Sasso, que é administrador empresarial e um dos principais articulistas em desenvolvimento profissional e empresarial no Brasil. (Portal FIEMG).
- Considerando critérios como filosofia empresarial, atendimento ao cliente, qualidade do(s) produto(s), credibilidade no mercado e eficácia das ações de marketing operacional, tático e/ou estratégico - posturas que caracterizam uma atitude empreendedora por excelência -, viemos comunicar através desta carta que Sérgio Dal Sasso foi indicado para receber o Troféu Marketing e Empreendedores 2008. (Revista Top of Business – Primax Eventos Internacional)
- Extraído do Portal da Amiga Leila Navarro (Mural da Leila). Leila e Sérgio Dal Sasso participaram do Fórum dos Lideres pela FIEMG (Federação das Indústrias). “Leila, Procurei por artigos do palestrante Sergio Dal Sasso e não encontrei. Recentemente ele veio a minha cidade em MG e foi ovacionado. Parabéns a todos vcs pela arte de palestrar." (Eduardo)
- Agradeço pela contribuição e atenção dedicada ao meu pedido para contribuição do trabalho acadêmico. Fico feliz em constatar que posso contar com o profissionalismo, seriedade e ajuda dos que sabem e procuram passar esse conhecimento à comunidade de futuros administradores. Um grande abraço! (Brás Lessa)
- Olá Sérgio Dal Sasso, parabéns pelas matérias que tem escrito no portal o gerente.Tenho recebido seu material no meu e-mail e como sou proprietário de um pequeno salão em vila velha, tem sido de grande auxilio suas sugestões. Muito obrigado e continue assim, pois precisamos de quem nos inspire a continuar. (Nilson Andrade)
- A Iniciativa Júnior foi criada com o intuito de agregar valor à formação do aluno. Neste contexto, sua participação foi importantíssima ao dividir seus conhecimentos no que diz respeito à Empreendedorismo. Além disso, ao compartilhar um pouco de sua experiência de vida somou frutos a cada um ali presente, e pode trazer ao âmbito acadêmico parte de sua experiência de mercado.
- Quero parabenizá-lo pela excelente palestra que ministrou essa semana aqui em Teresina na III Semana do Administrador. Você é a motivação em pessoa. Sucesso e mais sucesso sempre!!! (Jefferson Xavier – Consultor Organizacional)
- Assisti a sua Palestra sobre EMPRESAS E PROFISSIONAIS DO FUTURO e gostei muito sobre o tema palestrado, agradeço antecipadamente. (Adriano Iglesias)
- Ainda agradecendo o "show" de ontem, muito bom mesmo! Os aplausos de ontem não foram sem motivos! (Jannayna)
- Vender num mercado saturado da mesmice exige que o vendedor seja criativo e seja o diferencial, sem medo de ousar. Com cautela é claro. Gostei muito do texto. Sucinto e comunicativo. (Flaviano)
- Bom dia! Como fico muito feliz de receber suas informações e idéias de vendas e acompanho todas as informações e passo a frente para minha equipe de vendas e diretoria da empresa, por favor, não deixe de mandar sempre suas reflexões e pensamentos esta sendo muito importante para minha carreira e vida profissional. Como fico feliz de ter participado daquele dia que o senhor esteve em Gov.Valadares. Fique com Deus e que ele sempre te ilumine e te sabedoria para você repassar a nos. (Luiz Carlos).
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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008
PALESTRANTE SÉRGIO DAL SASSO (LIVROS ADMINISTRAÇÃO E EMPREENDEDORISMO EM 2008)
Em 2008 com muito orgulho estaremos fechando o ano com a publicação de três livros:
MBA EXECUTIVO (EDITORA SARAIVA - JUNHO 2008) - Um livro didático e acadêmico (best seller) aonde desenvolvemos o capitulo "EMPREENDEDORISMO" em conjunto com notáveis professores.
OS TRINTA + EM ATENDIMENTOS E VENDAS (THREEC COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - SETEMBRO DE 2008) - Um livro de interesse para a área de negocios, reunindo trinta dos principais nomes do mercado no segmento: ALEXANDRE BERNARDO,CARLOS HILSDORF,CIRO BOTINI,CLAUDIO DIOGO,CLAUDIO TOMANINNI,DAVID PORTES,DEBORA MARTINS,EDIVAN SILVA,GILCLER REGINA,LUCIANO RODRIGUES,LUPPA,MARCELO ORTEGA,MARIO PERSONA,MAURICIO GOIS,PROF.GRETZ,RODRIGO CARDOSO,SÉRGIO DAL SASSO, ENTRE OUTROS NOTÁVEIS.
GENTE,GESTORES E EMPREENDEDORES (THREEC COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - NOVEMBRO DE 2008) - NOSSO LIVRO COM ENFASE NA EXPERIÊNCIA E VOLTADO AO DESENVOLVIMENTO COMPORTAMENTAL E FERRAMENTAL DE TODOS OS PROFISSIONAIS (ADMINISTRADORES E NÃO ADMINISTRADORES) PARA QUE CONQUISTEM RESULTADOS EM SEUS EMPREENDIMENTOS E CARRREIRAS.
GENTE GESTORES E EMPREENDEDORES - AGUARDEM! - NOVEMBRO DE 2008
MBA EXECUTIVO (EDITORA SARAIVA - JUNHO 2008) - Um livro didático e acadêmico (best seller) aonde desenvolvemos o capitulo "EMPREENDEDORISMO" em conjunto com notáveis professores.
OS TRINTA + EM ATENDIMENTOS E VENDAS (THREEC COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - SETEMBRO DE 2008) - Um livro de interesse para a área de negocios, reunindo trinta dos principais nomes do mercado no segmento: ALEXANDRE BERNARDO,CARLOS HILSDORF,CIRO BOTINI,CLAUDIO DIOGO,CLAUDIO TOMANINNI,DAVID PORTES,DEBORA MARTINS,EDIVAN SILVA,GILCLER REGINA,LUCIANO RODRIGUES,LUPPA,MARCELO ORTEGA,MARIO PERSONA,MAURICIO GOIS,PROF.GRETZ,RODRIGO CARDOSO,SÉRGIO DAL SASSO, ENTRE OUTROS NOTÁVEIS.
GENTE,GESTORES E EMPREENDEDORES (THREEC COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - NOVEMBRO DE 2008) - NOSSO LIVRO COM ENFASE NA EXPERIÊNCIA E VOLTADO AO DESENVOLVIMENTO COMPORTAMENTAL E FERRAMENTAL DE TODOS OS PROFISSIONAIS (ADMINISTRADORES E NÃO ADMINISTRADORES) PARA QUE CONQUISTEM RESULTADOS EM SEUS EMPREENDIMENTOS E CARRREIRAS.
GENTE GESTORES E EMPREENDEDORES - AGUARDEM! - NOVEMBRO DE 2008
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Domingo, 26 de Outubro de 2008
O Valor do Tempo e as Novas Luzes (Por Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, Palestrante e Consultor - Administração, Empreendedorismo, Educação Corporativa – 26/10/2008)
O que conta nessa vida é que o tempo vai fazendo as histórias e que os valores que conquistamos quase nunca são somente recheados de fatos agradáveis, e que talvez de forma bem contrária, a posição do conforto nem sempre é o melhor caminho para se aprender a fazer as coisas.
Por hora, já que desde janeiro venho escrevendo sobre essa possível parada mundial, pois a matemática da saturação já se fazia clara, ou seja, a prática bem sucedida de formar demandas por artifícios se desmoronou, por ir além dos limites pessoais de absorção chegando a um ponto de descontinuidade e ruptura.
Sem tanto pessimismo, mas com um acréscimo necessário de perseverança com persistência, novas formulações serão compostas e tudo acabará por um processo de adequação e recuperação.
De uma coisa eu tenho certeza, e até pela idade, que tudo que vem passa, e sempre fica uma lição importante que traduzida em mensagem representa o “NUNCA MAIS SEREMOS OS MESMOS”, isso incluindo governos, modelos globais de gestão, contribuintes e consumidores. Mas, ao final de contas, já aprendemos que não podemos ser a mesma coisa a vida toda, pois inteligências só são evidenciadas quando usadas de forma ousada e nos momentos aonde a maioria recua pelo receio, pelo medo.

Acho que existe um lado a ser repensado e de grande valia a todos, pois ao longo dos tempos e não isoladamente, tenho lido muita coisa sobre a necessidade de adotarmos nossa funcionalidade sempre pela busca de uma visão ampliada sobre tudo, em simples palavras, conhecimento aprofundado dos mercados, dos sistemas que de fato gerenciaram nossos negócios, amplitude participativa nas relações decisórias, e o uso disso tudo por toda a rede que circunda as atividades que estamos envolvidos.
O sucesso só existe quando conseguimos mantê-lo em equilíbrio com os dons e técnicas que reforçam a palavra “SERVIR”. Talvez nesse momento não tenhamos tanto o efeito material como resultado para cobrir as despesas, mas também de longe o que agora passa a ser prioritário são as comprovações e demonstrações reais do nosso potencial qualitativo para replantar as novas formas e modelos que devemos montar em buscas das conquistas.
“O SUCESSO NÃO É UMA LOTERIA, DO TIPO SE GANHA UMA VEZ E TUDO FICA RESOLVIDO, MAS FRUTO DE UMA EVOLUÇÃO ORGANIZADA E SELETIVA, COM POTENCIAL PARA ENRIQUECER O SEU TEMPO, À FRENTE DO TEMPO DOS OUTROS.” (Por Sérgio Dal Sasso)
TENTE OUTRA VEZ - RAUL SEIXAS (Montagem: Vinicius Carneiro de Oliveira)
Sérgio Dal Sasso: Conhecimento, Visão e Conteúdo
www.sergiodalsasso.com.br (Serviços)
www.educacaoprofissional.com.br (Conteúdo Administração)
www.sergiodalsasso.blogspot.com (Integração e Inovação em Administração, Educação Corporativa e Empreendedorismo)
Contato e MSN: assessoria@sergiodalsasso.com.br
O que conta nessa vida é que o tempo vai fazendo as histórias e que os valores que conquistamos quase nunca são somente recheados de fatos agradáveis, e que talvez de forma bem contrária, a posição do conforto nem sempre é o melhor caminho para se aprender a fazer as coisas.
Por hora, já que desde janeiro venho escrevendo sobre essa possível parada mundial, pois a matemática da saturação já se fazia clara, ou seja, a prática bem sucedida de formar demandas por artifícios se desmoronou, por ir além dos limites pessoais de absorção chegando a um ponto de descontinuidade e ruptura.
Sem tanto pessimismo, mas com um acréscimo necessário de perseverança com persistência, novas formulações serão compostas e tudo acabará por um processo de adequação e recuperação.
De uma coisa eu tenho certeza, e até pela idade, que tudo que vem passa, e sempre fica uma lição importante que traduzida em mensagem representa o “NUNCA MAIS SEREMOS OS MESMOS”, isso incluindo governos, modelos globais de gestão, contribuintes e consumidores. Mas, ao final de contas, já aprendemos que não podemos ser a mesma coisa a vida toda, pois inteligências só são evidenciadas quando usadas de forma ousada e nos momentos aonde a maioria recua pelo receio, pelo medo.
Acho que existe um lado a ser repensado e de grande valia a todos, pois ao longo dos tempos e não isoladamente, tenho lido muita coisa sobre a necessidade de adotarmos nossa funcionalidade sempre pela busca de uma visão ampliada sobre tudo, em simples palavras, conhecimento aprofundado dos mercados, dos sistemas que de fato gerenciaram nossos negócios, amplitude participativa nas relações decisórias, e o uso disso tudo por toda a rede que circunda as atividades que estamos envolvidos.
O sucesso só existe quando conseguimos mantê-lo em equilíbrio com os dons e técnicas que reforçam a palavra “SERVIR”. Talvez nesse momento não tenhamos tanto o efeito material como resultado para cobrir as despesas, mas também de longe o que agora passa a ser prioritário são as comprovações e demonstrações reais do nosso potencial qualitativo para replantar as novas formas e modelos que devemos montar em buscas das conquistas.
“O SUCESSO NÃO É UMA LOTERIA, DO TIPO SE GANHA UMA VEZ E TUDO FICA RESOLVIDO, MAS FRUTO DE UMA EVOLUÇÃO ORGANIZADA E SELETIVA, COM POTENCIAL PARA ENRIQUECER O SEU TEMPO, À FRENTE DO TEMPO DOS OUTROS.” (Por Sérgio Dal Sasso)
TENTE OUTRA VEZ - RAUL SEIXAS (Montagem: Vinicius Carneiro de Oliveira)
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Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008
Exploração Criativa – AS FACES DA MOTIVAÇÃO (Por Vitor Marques)
Em nosso cotidiano buscamos identificar caminhos que nos levem a motivação pessoal direcionada à realização de nossos sonhos. As tentativas em identificar fatores motivacionais que nos dêem sustentação para conseguirmos alcançar nossos objetivos pessoais consomem tempo e energia fundamentais de nossa vida cotidiana.
Sempre temos a sensação de que em algum momento encontraremos a solução para a falta motivacional, temos um sentimento de que algo nos dará força energética para irmos à frente de nós mesmos, desbravando cada dificuldade encontrada e provocando conquistas que estamos adiando há muito tempo em nossas vidas.
Exploramos livros, filmes, escutamos pessoas de sucesso, aguardamos uma fórmula mágica...Mas enquanto esperamos a vida vai passando e nossos objetivos ficam lá na frente, sem serem concretizados e o que é pior nos causando efeito contrário – a frustração e o fracasso.
Constantemente, fórmulas motivacionais são apresentadas e não percebemos de que toda fórmula, sem distinção tem um só principio:
“Se você não fizer algo por você, jamais você será quem deseja ser”, isso mesmo, se procurarmos identificar em qualquer literatura quais são os pontos em comum para o SER MOTIVADO, em todas elas a ponto comum será que a motivação depende única e exclusivamente de NÓS mesmos.
A fórmula mágica está em nossas mãos:
Autodescoberta + Disciplina = Conquista de Objetivos e claro, cada objetivo conquistado = MOTIVAÇÃO.
Então a fórmula não é complexa, parte do princípio de que o resultado de uma soma de duas parcelas é igual a algo maior ainda do que as parcelas que a compuseram.
A busca interna pelos nossos sonhos, desejos e necessidades, descoberta esta alinhada com o tangível (jamais defina objetivos do tipo nunca conquistado como, por exemplo, ganhar na loteria) somado a disciplina das etapas que deverá desenvolver para conquistar termo a termo cada etapa necessária a concretiza-lo, lhe dará no final a conquista que nada mais é do que a ação motivadora que todos perseguimos.
Se você movimentar essa fórmula para cada objetivo, terá outra fórmula simples como resultado, e mais uma vez será uma fórmula de adição:
Conquista + Conquista + Conquista = REALIZAÇÃO PESSOAL
O que temos que compreender é de que a Realização Pessoal nada mais é do que a felicidade, do que o combustível transformador de nossas vidas, da energia que transforma seu ambiente e que renova a dimensão do futuro.
As pessoas que se definem como realizadas tem algo em comum, todas sem exceção conquistam os objetivos que se propõe a conseguir, não um ou outro, mas todos, mesmo que numa parte deles tenham sido somente objetivos de experiência adquirida para trilhar novos caminhos, e se motivam por isso.
A minha atuação como profissional que ajuda as pessoas a identificar e trilhar os caminhos da realização demonstra que abrir a porta do coração (Esta porta tem uma fechadura que só abre por dentro) muitas vezes depende de ajuda, as portas de que falo muitas vezes está emperradas, com ferrugem, precisando de lubrificação externa, mas ainda assim só estas pessoas poderão abrir e deixar o caminho livre para que possam trilhar o caminho da Felicidade.
Uma das máximas que aprendi é de que a responsabilidade pela nossa felicidade é de nós mesmos, portanto lhe convido a permitir que eu bata a sua porta e que em algum momento possamos sentar, tomar um café juntos e dividirmos a felicidade pela descoberta do mundo maravilhoso em que vivemos.
Sempre temos a sensação de que em algum momento encontraremos a solução para a falta motivacional, temos um sentimento de que algo nos dará força energética para irmos à frente de nós mesmos, desbravando cada dificuldade encontrada e provocando conquistas que estamos adiando há muito tempo em nossas vidas.
Exploramos livros, filmes, escutamos pessoas de sucesso, aguardamos uma fórmula mágica...Mas enquanto esperamos a vida vai passando e nossos objetivos ficam lá na frente, sem serem concretizados e o que é pior nos causando efeito contrário – a frustração e o fracasso.
Constantemente, fórmulas motivacionais são apresentadas e não percebemos de que toda fórmula, sem distinção tem um só principio:
“Se você não fizer algo por você, jamais você será quem deseja ser”, isso mesmo, se procurarmos identificar em qualquer literatura quais são os pontos em comum para o SER MOTIVADO, em todas elas a ponto comum será que a motivação depende única e exclusivamente de NÓS mesmos.
A fórmula mágica está em nossas mãos:
Autodescoberta + Disciplina = Conquista de Objetivos e claro, cada objetivo conquistado = MOTIVAÇÃO.
Então a fórmula não é complexa, parte do princípio de que o resultado de uma soma de duas parcelas é igual a algo maior ainda do que as parcelas que a compuseram.
A busca interna pelos nossos sonhos, desejos e necessidades, descoberta esta alinhada com o tangível (jamais defina objetivos do tipo nunca conquistado como, por exemplo, ganhar na loteria) somado a disciplina das etapas que deverá desenvolver para conquistar termo a termo cada etapa necessária a concretiza-lo, lhe dará no final a conquista que nada mais é do que a ação motivadora que todos perseguimos.
Se você movimentar essa fórmula para cada objetivo, terá outra fórmula simples como resultado, e mais uma vez será uma fórmula de adição:
Conquista + Conquista + Conquista = REALIZAÇÃO PESSOAL
O que temos que compreender é de que a Realização Pessoal nada mais é do que a felicidade, do que o combustível transformador de nossas vidas, da energia que transforma seu ambiente e que renova a dimensão do futuro.
As pessoas que se definem como realizadas tem algo em comum, todas sem exceção conquistam os objetivos que se propõe a conseguir, não um ou outro, mas todos, mesmo que numa parte deles tenham sido somente objetivos de experiência adquirida para trilhar novos caminhos, e se motivam por isso.
A minha atuação como profissional que ajuda as pessoas a identificar e trilhar os caminhos da realização demonstra que abrir a porta do coração (Esta porta tem uma fechadura que só abre por dentro) muitas vezes depende de ajuda, as portas de que falo muitas vezes está emperradas, com ferrugem, precisando de lubrificação externa, mas ainda assim só estas pessoas poderão abrir e deixar o caminho livre para que possam trilhar o caminho da Felicidade.
Uma das máximas que aprendi é de que a responsabilidade pela nossa felicidade é de nós mesmos, portanto lhe convido a permitir que eu bata a sua porta e que em algum momento possamos sentar, tomar um café juntos e dividirmos a felicidade pela descoberta do mundo maravilhoso em que vivemos.
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O Vendedor e o Vício de Vender ... (Por Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, Palestrante e Consultor - Administração, Empreendedorismo, Educação Corporativa – 23/10/2008)
Vender é conseguir realizar um conjunto de ações combinadas, que consigam aproximar seus interesses despertando o interesse de terceiros. Coisas como: Foco nos objetivos, percepção clara do mercado alvo, pró-atividade para avançar, visão estratégica do negócio representado, planos e capacidade para atingir metas completam as respostas positivas de apoio à arte da venda.
Um bom vendedor sempre tem uma boa estratégia para conseguir estreitar caminhos, mas a venda é resultante dos momentos aonde unimos o esforço conjunto do grupo que representa o produto ou serviço a ser destinado ao mercado.
Na verdade não é tão relevante falar em produto, pois muitas vezes é no molho aonde encontramos o gosto dos possíveis compradores. Para estar no mercado atual, deve-se ter algo interessante, qualificado e útil, mas para conquistar resultados efetivos é indispensável um processo estratégico que consiga transformar coisas que até possam ser comuns, em algo de desejo.
Ao longo de toda existência o ser humano foi se adaptando às circunstâncias. À medida que seu espaço era adicionado e disputado com outros, sua espécie se formava pelas novas necessidades, junto ao enriquecimento progressivo das adaptações físicas e mentais, em um ritmo continuo e infinito da própria evolução.
Em primeiro lugar veio à necessidade perceptiva, evoluindo para a capacidade de pensar quando algo dava mais certo no vizinho. Observar sempre foi o primeiro passo. Entender veio pela insistência de querer continuar, para depois tentar fazer sozinho.
Passaram-se milênios e as formas adotadas definiram a importância do compartilhamento entre os membros, a construção das suas comunidades, e junto com elas, união, segurança, calor, levando-nos a formação de famílias, conjuntamente com novas subdivisões e características de espécies e seus comportamentos.
Aos poucos os grupos foram formando sociedades e os interesses pessoais, passaram pelos coletivos, pela especialização dos métodos de sobrevivência. Surgiram as trocas e num processo de volume, as moedas, facilitando os câmbios, especificando as nações e suas diferenças pelos resultados.
Não existe o melhor método de se vender, o que podemos pensar é na melhor forma de se viver. O resultado do que fazemos, passa pela segurança, mas de longe deve ter um sentido do porque estamos fazendo: Para acumular e se isolar, ou para se ajudar ajudando pelo não isolamento dos outros.
Sérgio Dal Sasso: Palestrante Conhecimento, Visão e Conteúdo
www.sergiodalsasso.com.br (Serviços)
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Vender é conseguir realizar um conjunto de ações combinadas, que consigam aproximar seus interesses despertando o interesse de terceiros. Coisas como: Foco nos objetivos, percepção clara do mercado alvo, pró-atividade para avançar, visão estratégica do negócio representado, planos e capacidade para atingir metas completam as respostas positivas de apoio à arte da venda.
Um bom vendedor sempre tem uma boa estratégia para conseguir estreitar caminhos, mas a venda é resultante dos momentos aonde unimos o esforço conjunto do grupo que representa o produto ou serviço a ser destinado ao mercado.
Na verdade não é tão relevante falar em produto, pois muitas vezes é no molho aonde encontramos o gosto dos possíveis compradores. Para estar no mercado atual, deve-se ter algo interessante, qualificado e útil, mas para conquistar resultados efetivos é indispensável um processo estratégico que consiga transformar coisas que até possam ser comuns, em algo de desejo.
Ao longo de toda existência o ser humano foi se adaptando às circunstâncias. À medida que seu espaço era adicionado e disputado com outros, sua espécie se formava pelas novas necessidades, junto ao enriquecimento progressivo das adaptações físicas e mentais, em um ritmo continuo e infinito da própria evolução.
Em primeiro lugar veio à necessidade perceptiva, evoluindo para a capacidade de pensar quando algo dava mais certo no vizinho. Observar sempre foi o primeiro passo. Entender veio pela insistência de querer continuar, para depois tentar fazer sozinho.
Passaram-se milênios e as formas adotadas definiram a importância do compartilhamento entre os membros, a construção das suas comunidades, e junto com elas, união, segurança, calor, levando-nos a formação de famílias, conjuntamente com novas subdivisões e características de espécies e seus comportamentos.
Aos poucos os grupos foram formando sociedades e os interesses pessoais, passaram pelos coletivos, pela especialização dos métodos de sobrevivência. Surgiram as trocas e num processo de volume, as moedas, facilitando os câmbios, especificando as nações e suas diferenças pelos resultados.
Não existe o melhor método de se vender, o que podemos pensar é na melhor forma de se viver. O resultado do que fazemos, passa pela segurança, mas de longe deve ter um sentido do porque estamos fazendo: Para acumular e se isolar, ou para se ajudar ajudando pelo não isolamento dos outros.
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Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008
O CONSUMIDOR E O NOVO MERCADO (Por Palestrante e Consultor Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, Palestrante e Consultor - Administração, Empreendedorismo, Educação Corporativa – 20/10/2008)
A lei da atração é fruto da relação entre a certeza do acreditar nos valores que estamos ofertando junto com a expectativa planejada para geração de demandas, em equivalência aos resultados que projetamos para justificar nossos esforços.
É dessa forma que devemos pensar quando de fato entendemos sobre a complexidade do que representam as mudanças a serem incrementadas quando dos momentos de rupturas que podem afetar o que tínhamos, põem em risco o que temos e que necessariamente pedem por velocidade de redefinições estratégicas, para que ações possam reforçar nossas garantias de sobrevivência.
Nos momentos de crescimento, muito do que somos pode ser mantido, pois mesmo quando não se é tudo o que se podia, somos incluídos ao próprio ambiente favorável e vegetativo da procura. Nesse caso as compras podem ocorrer sem os domínios dos detalhes que as envolvem. Na pratica sem o devido analisar por completo as garantias, os contratos e tradições estatísticas, que asseguram a total tranqüilidade de preservação dos sonos por parte do consumidor.
A escala e ampliação de todos os serviços agregados para a conquista de negócios, num mundo cheio de novas alternativas, fez com que a priorização pela novidade, fosse mais importante do que a proporcionalidade de soluções objetivas quanto às questões das reclamações. Isso tudo sem contar que a situação econômica favorável, por ambas as partes (fornecedora e consumidora) mantinham uma visão tipo “memória curta” quando da não solução total das insatisfações dos questionadores.
O que se atenta nesse momento de mudanças do cenário econômico, sem querer falar em chutes de redução das taxas de crescimento, é que mais do que nunca o fator retenção do que se tem como base, passa a ser ditatorial para a sobrevivência, já que tudo e todos os detalhes nesse momento afetam mais do que o gosto natural que impulsiona o comprar, pois alteram e muito, as redefinições dos orçamentos dos que consomem, incluindo ai os avanços provindos dos seus direitos com a realidade dos custos benefícios de cada item ofertado pelos que servem ou produzem algo.
Vale nesse momento recapitular alguns valores históricos para que possamos dar suporte e integrar nossas inteligências de forma real e compatível, tanto pela direção das conquistas dos volumes, como na qualidade prestada para a sua preservação.
Ainda hoje abandonamos nossos fornecedores, na média de:
- 20% por mudança dos seus endereços, canais de vendas e aumento de preços.
- 10% por não gostar do produto ou serviço (independente de apresentar algum problema).
- 70% por questões de atendimento inadequado quando da insatisfação pelos processos de respostas as nossas soluções.
Nesse momento onde a globalização passa ser questionada pelo protecionismo natural das partes (NAÇÕES E EMPRESAS) em proteger seus mercados cativos, de regulamentação dos "call centers" (grandes volumes) e da necessidade situacional de priorizarmos o que já conquistamos. Devemos centrar as atenções no eixo que define um cliente, atuando consultivamente em cada fase de relevância a sua permanência, para possamos deter o poder de continuar envolvendo-os.
Sérgio Dal Sasso: Conhecimento, Visão e Conteúdo
www.sergiodalsasso.com.br (Serviços)
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É dessa forma que devemos pensar quando de fato entendemos sobre a complexidade do que representam as mudanças a serem incrementadas quando dos momentos de rupturas que podem afetar o que tínhamos, põem em risco o que temos e que necessariamente pedem por velocidade de redefinições estratégicas, para que ações possam reforçar nossas garantias de sobrevivência.
Nos momentos de crescimento, muito do que somos pode ser mantido, pois mesmo quando não se é tudo o que se podia, somos incluídos ao próprio ambiente favorável e vegetativo da procura. Nesse caso as compras podem ocorrer sem os domínios dos detalhes que as envolvem. Na pratica sem o devido analisar por completo as garantias, os contratos e tradições estatísticas, que asseguram a total tranqüilidade de preservação dos sonos por parte do consumidor.
A escala e ampliação de todos os serviços agregados para a conquista de negócios, num mundo cheio de novas alternativas, fez com que a priorização pela novidade, fosse mais importante do que a proporcionalidade de soluções objetivas quanto às questões das reclamações. Isso tudo sem contar que a situação econômica favorável, por ambas as partes (fornecedora e consumidora) mantinham uma visão tipo “memória curta” quando da não solução total das insatisfações dos questionadores.
O que se atenta nesse momento de mudanças do cenário econômico, sem querer falar em chutes de redução das taxas de crescimento, é que mais do que nunca o fator retenção do que se tem como base, passa a ser ditatorial para a sobrevivência, já que tudo e todos os detalhes nesse momento afetam mais do que o gosto natural que impulsiona o comprar, pois alteram e muito, as redefinições dos orçamentos dos que consomem, incluindo ai os avanços provindos dos seus direitos com a realidade dos custos benefícios de cada item ofertado pelos que servem ou produzem algo.
Vale nesse momento recapitular alguns valores históricos para que possamos dar suporte e integrar nossas inteligências de forma real e compatível, tanto pela direção das conquistas dos volumes, como na qualidade prestada para a sua preservação.
Ainda hoje abandonamos nossos fornecedores, na média de:
- 20% por mudança dos seus endereços, canais de vendas e aumento de preços.
- 10% por não gostar do produto ou serviço (independente de apresentar algum problema).
- 70% por questões de atendimento inadequado quando da insatisfação pelos processos de respostas as nossas soluções.
Nesse momento onde a globalização passa ser questionada pelo protecionismo natural das partes (NAÇÕES E EMPRESAS) em proteger seus mercados cativos, de regulamentação dos "call centers" (grandes volumes) e da necessidade situacional de priorizarmos o que já conquistamos. Devemos centrar as atenções no eixo que define um cliente, atuando consultivamente em cada fase de relevância a sua permanência, para possamos deter o poder de continuar envolvendo-os.
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Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008
O PALESTRANTE MOTIVACIONAL - PALESTRAS MOTIVAÇÃO (Por Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, Palestrante e Consultor - Administração, Empreendedorismo, Educação Corporativa – 16/10/2008)
Tenho visto ao longo do tempo muitas criticas relacionadas aos profissionais que se dedicam ao desenvolvimento de palestras motivacionais.
No meu caso particular, ou seja de ter um trabalho focado no segmento chamado de conteúdo, particularmente em temas ligados a administração geral e empreendedorismo, não vejo o porque de tantos questionamentos, pois afinal até no nosso caso somos obrigados a utilizar de técnicas que incorporem e aproximem nossos publicos pela descontração, pois seria um grande saco ter que aguentar alguém teorizando, sem a existência da desconstração, do tornar agradável a união do conceito com metodos inteligentes de demonstra-los.
Tive a grata oportunidade de participar em eventos ao lado de grandes profissionais da motivação e pessoalmente sempre tive um avaliação positiva sobre suas atuações, incluindo a minha própria satisfação pessoal e participação como parte do publico.
A questão tão polêmica entre o que é certo ou errado, está muito mais ligada ao momento por onde existe a demanda especifica, pelo momento e situação do caso a caso, das entidades ou gestores tercerizados (os contratantes).
Vejo sempre com bons olhos a presença das duas pontas em um mesmo evento, pois na regra de uma boa gestão tão inevitável como a evolução estruturada dos colaboradores, como o entendimento estratégico e dos planos a serem executados, exige também sempre algo adicional para formar o comprometimento do fazer com uma motivação maior pelo executar.
O que devemos entender é que a formação do motivar, depende do incentivar qualitativamente e quantitativamente para se obter o que se espera de um profissional e sua equipe, e dentro desse aspecto, o árduo exercício de filtrar aqueles que realmente reunem o potencial da participação e enquadramento dentro do modelo de negócio proposto.
Um grande abraço aos amigos que por mais do que estilos e modelos de trabalho conseguem estabelecer de alguma forma coisas que muitos ainda sequer pensavam serem possivéis.
Sérgio Dal Sasso: Conhecimento, Visão e Conteúdo
www.sergiodalsasso.com.br (Serviços)
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Tenho visto ao longo do tempo muitas criticas relacionadas aos profissionais que se dedicam ao desenvolvimento de palestras motivacionais.
No meu caso particular, ou seja de ter um trabalho focado no segmento chamado de conteúdo, particularmente em temas ligados a administração geral e empreendedorismo, não vejo o porque de tantos questionamentos, pois afinal até no nosso caso somos obrigados a utilizar de técnicas que incorporem e aproximem nossos publicos pela descontração, pois seria um grande saco ter que aguentar alguém teorizando, sem a existência da desconstração, do tornar agradável a união do conceito com metodos inteligentes de demonstra-los.
Tive a grata oportunidade de participar em eventos ao lado de grandes profissionais da motivação e pessoalmente sempre tive um avaliação positiva sobre suas atuações, incluindo a minha própria satisfação pessoal e participação como parte do publico.
A questão tão polêmica entre o que é certo ou errado, está muito mais ligada ao momento por onde existe a demanda especifica, pelo momento e situação do caso a caso, das entidades ou gestores tercerizados (os contratantes).
Vejo sempre com bons olhos a presença das duas pontas em um mesmo evento, pois na regra de uma boa gestão tão inevitável como a evolução estruturada dos colaboradores, como o entendimento estratégico e dos planos a serem executados, exige também sempre algo adicional para formar o comprometimento do fazer com uma motivação maior pelo executar.
O que devemos entender é que a formação do motivar, depende do incentivar qualitativamente e quantitativamente para se obter o que se espera de um profissional e sua equipe, e dentro desse aspecto, o árduo exercício de filtrar aqueles que realmente reunem o potencial da participação e enquadramento dentro do modelo de negócio proposto.
Um grande abraço aos amigos que por mais do que estilos e modelos de trabalho conseguem estabelecer de alguma forma coisas que muitos ainda sequer pensavam serem possivéis.
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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008
FALSO DILEMA: O QUE É MAIS IMPORTANTE A TEORIA OU A PRÁTICA (Por Jansen de Queiroz Ferreira)
Nada mais prático do uma boa teoria – Kurt Lewin – Cientista Social
A teoria na prática é outra coisa – Citação popular no Brasil
Inicio com rápidas considerações sobre alguns conceitos ou entendimentos do que seja teoria. Segundo o Dicionário de Ciências Sociais da FGV: “Na acepção comum, fora dos círculos especializados, teoria é um conhecimento especulativo”. Quem saiba aqui se encontra a raiz da citação popular no Brasil? “Votando a descrição do dicionário:” No sentido geral e filosófico a noção de teoria implica várias formas de compreensão da realidade, todas estreitamente relacionadas, como a contemplação, a visão, a contemplação racional e a visão inteligível – Ferrater Mora, J. Essas formas de compreensão devem ser entendidas como atividade mental racional, desprovida dentro do possível de elementos emocionais ou místicos. Existem vários entendimentos acerca da natureza da teoria, mas todos estão de acordo em que teoria é um conjunto de declarações sobre o rea”l. As considerações poderiam ser mais extensas, mas penso que para o escopo do artigo isto seja suficiente para provocar os teórico-práticos e quem sabe estimular algum questionamento nos que valorizam excessivamente a prática com algum desprezo pela teoria.
Nós, no Brasil, damos ênfase exagerada à prática. Não temos consciência que nada é mais prático que uma boa teoria. Daí falarmos que “a teoria na prática é outra coisa”, que pode ter a seguinte leitura: como não aprendi suficientemente bem a teoria, e não quero declarar isso, digo que a teoria na prática é outra coisa. Valemo-nos dos mecanismos de defesa, para evitarmos reconhecer e trabalhar nossas carências de pessoais e profissionais. etc.
A teoria leva o profissional a ser eficaz com menos custos e menor risco. A prática pode levar a eficiência com elevados custos – tentativas e erros – e exagerado risco, por que o indivíduo não conhece todas as implicações e todas as relações que serão desencadeadas com a prática aventureira sem fundamentação teórica consistente.
Como falei de profissional e, esta palavra nem sempre tem o mesmo significado para os interlocutores, conceituo o que entendo por profissional: É o indivíduo que tem competência técnica, emocional e interpessoal para contribuir em equipe, com a construção do lucro, da segurança e do desenvolvimento, com qualidade de vida e respeito ao meio-ambiente, com menor tempo, custo e riscos possíveis.Conceituei para evitar ser inespecífico ou fazer uma suposição inadequada.
A filosofia, meu caro colega Administrador pragmático, é mãe de todas as ciências! Sem ela é realizarmos atividades desprovidas de interesse pela evolução do pensamento humano.
Nossos “profissionais” correm atrás de cursos de pós-graduação e de MBA, a maioria, não para aprender, mas com o auto-engano de que basta ter um diploma neste nível, para ganhar um incremento na remuneração. Quanta perda de dinheiro e de tempo! Uma pós-graduação é a busca de mais embasamento teórico para fundar a prática conseqüente. Perceba a incoerência: se a teoria na prática é outra coisa, por que então buscar formação acadêmica e mais ainda uma pós-graduação?! Freud Explica!
Somente a combinação equilibrada de teoria e prática gera bons resultados a baixo custo contábil e humano, como menor risco financeiro e humano, para o profissional, para a organização e para a comunidade. A prática sem teoria é chute, é aventura irresponsável, é um jogo de azar.
Quanta oportunidade tem os responsáveis pela gestão de pessoas para contribuir com o desenvolvimento pessoal, profissional e organizacional! Não se iludir com modismo, ou pensamentos mágicos, já seria uma grande contribuição.
Enfatizo que não estou colocando o que é mais importante :a teoria ou prática, que é um falso dilema. Mas que devamos dar importância a ambas, pois são complementares, como razão e emoção. A teoria desafia a prática e esta estimula a teoria.
Respeito quem acredita no falso dilema teoria ou prática, mas lamento o enfoque que deprecia a teoria e seu relevante papel no desenvolvimento da humanidade. É preconceituoso pensar e agir como se os jovens profissionais só tem interesse por regras ou casos práticos, que na maioria das vezes, não permite transplante da cultura na qual foi exercitada para outra cultura. As organizações como as pessoas possuem individualidade, isso é são ímpares.
A teoria na prática é outra coisa – Citação popular no Brasil
Inicio com rápidas considerações sobre alguns conceitos ou entendimentos do que seja teoria. Segundo o Dicionário de Ciências Sociais da FGV: “Na acepção comum, fora dos círculos especializados, teoria é um conhecimento especulativo”. Quem saiba aqui se encontra a raiz da citação popular no Brasil? “Votando a descrição do dicionário:” No sentido geral e filosófico a noção de teoria implica várias formas de compreensão da realidade, todas estreitamente relacionadas, como a contemplação, a visão, a contemplação racional e a visão inteligível – Ferrater Mora, J. Essas formas de compreensão devem ser entendidas como atividade mental racional, desprovida dentro do possível de elementos emocionais ou místicos. Existem vários entendimentos acerca da natureza da teoria, mas todos estão de acordo em que teoria é um conjunto de declarações sobre o rea”l. As considerações poderiam ser mais extensas, mas penso que para o escopo do artigo isto seja suficiente para provocar os teórico-práticos e quem sabe estimular algum questionamento nos que valorizam excessivamente a prática com algum desprezo pela teoria.
Nós, no Brasil, damos ênfase exagerada à prática. Não temos consciência que nada é mais prático que uma boa teoria. Daí falarmos que “a teoria na prática é outra coisa”, que pode ter a seguinte leitura: como não aprendi suficientemente bem a teoria, e não quero declarar isso, digo que a teoria na prática é outra coisa. Valemo-nos dos mecanismos de defesa, para evitarmos reconhecer e trabalhar nossas carências de pessoais e profissionais. etc.
A teoria leva o profissional a ser eficaz com menos custos e menor risco. A prática pode levar a eficiência com elevados custos – tentativas e erros – e exagerado risco, por que o indivíduo não conhece todas as implicações e todas as relações que serão desencadeadas com a prática aventureira sem fundamentação teórica consistente.
Como falei de profissional e, esta palavra nem sempre tem o mesmo significado para os interlocutores, conceituo o que entendo por profissional: É o indivíduo que tem competência técnica, emocional e interpessoal para contribuir em equipe, com a construção do lucro, da segurança e do desenvolvimento, com qualidade de vida e respeito ao meio-ambiente, com menor tempo, custo e riscos possíveis.Conceituei para evitar ser inespecífico ou fazer uma suposição inadequada.
A filosofia, meu caro colega Administrador pragmático, é mãe de todas as ciências! Sem ela é realizarmos atividades desprovidas de interesse pela evolução do pensamento humano.
Nossos “profissionais” correm atrás de cursos de pós-graduação e de MBA, a maioria, não para aprender, mas com o auto-engano de que basta ter um diploma neste nível, para ganhar um incremento na remuneração. Quanta perda de dinheiro e de tempo! Uma pós-graduação é a busca de mais embasamento teórico para fundar a prática conseqüente. Perceba a incoerência: se a teoria na prática é outra coisa, por que então buscar formação acadêmica e mais ainda uma pós-graduação?! Freud Explica!
Somente a combinação equilibrada de teoria e prática gera bons resultados a baixo custo contábil e humano, como menor risco financeiro e humano, para o profissional, para a organização e para a comunidade. A prática sem teoria é chute, é aventura irresponsável, é um jogo de azar.
Quanta oportunidade tem os responsáveis pela gestão de pessoas para contribuir com o desenvolvimento pessoal, profissional e organizacional! Não se iludir com modismo, ou pensamentos mágicos, já seria uma grande contribuição.
Enfatizo que não estou colocando o que é mais importante :a teoria ou prática, que é um falso dilema. Mas que devamos dar importância a ambas, pois são complementares, como razão e emoção. A teoria desafia a prática e esta estimula a teoria.
Respeito quem acredita no falso dilema teoria ou prática, mas lamento o enfoque que deprecia a teoria e seu relevante papel no desenvolvimento da humanidade. É preconceituoso pensar e agir como se os jovens profissionais só tem interesse por regras ou casos práticos, que na maioria das vezes, não permite transplante da cultura na qual foi exercitada para outra cultura. As organizações como as pessoas possuem individualidade, isso é são ímpares.
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Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008
O Ponto da distorção pelo Valor a Humanidade ( Por Palestrante e Consultor Sérgio Dal Sasso)
Sérgio Dal Sasso, Palestrante e Consultor - Administração, Empreendedorismo, Educação Corporativa – 10/10/2008)
Não se trata de sentir que as coisas não andam bem. O que mais dói é que todo mundo sabia que mais cedo ou mais tarde tudo ia estourar.
Existe um limite pra tudo, uma coerência que sempre deve ser respeitada entre o que posso ser e o que me empurram. O mecanismo do empurrar a muito suplantou a arte da razão, aonde as coisas materiais, foram artificialmente impostas pela lei do crescimento, e ao que realmente seria o ponto de equilíbrio das famílias, do bem estar e do viver com qualidade.
Hoje ficamos felizes em ver nossas crianças dominarem a internet, com os seus MP's cinco, seis ou sete, mas será que eles sabem ainda andar de bicicleta, será que não se esqueceram de olhar e ficar contando as estrelas do céu, de saber o horário do nascer do sol, de sentar no chão e refletir quando o mesmo se põe.

Será que tanta ganância que aprendemos a conviver tem realmente sentidos maiores do que as coisas simples e naturais que ainda podemos reverter para sermos felizes, e talvez com muito menos do que nos condicionaram como indispensáveis.
Dinheiro, especulação, ausência do coletivo, idéias e soluções: Até quando isso tudo permanecerá no limite do individualismo do nada pelo nada, dentro de uma concentração egoísta e distante daqueles que só queriam viver com dignidade, ao lado de uma família saudável, comida descente e com um desejo mínimo de ver seus filhos num amanhã um pouco mais solido, com mais possibilidades para dar continuidade aos sorrisos.
Falta-nos tudo, pois, a direção está no ser humano e nossa relação deveria estar na fundamentação e obrigação com seu crescimento, e não no poder do dinheiro pelo dinheiro, do excesso sem um destino.
Num mundo que tanto se diz em ser solidário. Que nesse momento possamos repensar no quanto jogamos no lixo, pela ganância, e no quanto deixamos de praticar o bem para a humanidade, na sua maioria carente e realmente necessitada.
QUE DEUS NOS PERDÕE PORQUE SOMOS REALMENTE INCAPAZES, INCOMPETENTES E INSENSIVÉIS!
Sérgio Dal Sasso:
www.sergiodalsasso.com.br (Serviços)
www.educacaoprofissional.com.br (Conteúdo Administração)
www.sergiodalsasso.blogspot.com (Integração e Inovação em Administração, Educação Corporativa e Empreendedorismo)
Contato e MSN: assessoria@sergiodalsasso.com.br
Não se trata de sentir que as coisas não andam bem. O que mais dói é que todo mundo sabia que mais cedo ou mais tarde tudo ia estourar.
Existe um limite pra tudo, uma coerência que sempre deve ser respeitada entre o que posso ser e o que me empurram. O mecanismo do empurrar a muito suplantou a arte da razão, aonde as coisas materiais, foram artificialmente impostas pela lei do crescimento, e ao que realmente seria o ponto de equilíbrio das famílias, do bem estar e do viver com qualidade.
Hoje ficamos felizes em ver nossas crianças dominarem a internet, com os seus MP's cinco, seis ou sete, mas será que eles sabem ainda andar de bicicleta, será que não se esqueceram de olhar e ficar contando as estrelas do céu, de saber o horário do nascer do sol, de sentar no chão e refletir quando o mesmo se põe.

Será que tanta ganância que aprendemos a conviver tem realmente sentidos maiores do que as coisas simples e naturais que ainda podemos reverter para sermos felizes, e talvez com muito menos do que nos condicionaram como indispensáveis.
Dinheiro, especulação, ausência do coletivo, idéias e soluções: Até quando isso tudo permanecerá no limite do individualismo do nada pelo nada, dentro de uma concentração egoísta e distante daqueles que só queriam viver com dignidade, ao lado de uma família saudável, comida descente e com um desejo mínimo de ver seus filhos num amanhã um pouco mais solido, com mais possibilidades para dar continuidade aos sorrisos.
Falta-nos tudo, pois, a direção está no ser humano e nossa relação deveria estar na fundamentação e obrigação com seu crescimento, e não no poder do dinheiro pelo dinheiro, do excesso sem um destino.
Num mundo que tanto se diz em ser solidário. Que nesse momento possamos repensar no quanto jogamos no lixo, pela ganância, e no quanto deixamos de praticar o bem para a humanidade, na sua maioria carente e realmente necessitada.
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Terça-feira, 7 de Outubro de 2008
A realidade do mercado, o empreendedorismo, e as preocupações com os negócios Brasil (Por Palestrante e Consultor Sérgio dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, Palestrante e Consultor - Administração, Empreendedorismo, Educação Corporativa – 07/10/2008)
Tenho dito que ninguém distribui dinheiro, quando governos usam seus recursos para salvar os mercados, de uma forma ou de outra, quem paga a conta é a fonte geradora das suas receitas (Tributos), ou mais diretamente você consumidor.
A coisa, na forma simplista não é de graça, funciona com a emissão de títulos, que por sua vez devem ser comprados pelo próprio mercado. Por ai começa a complicação, pois o comprador desses títulos exige muitas vantagens e mais do que isso garantias, e no caos do desespero, esse comprador normalmente será impulsionado pela aquisição pelo fato de já estar tomado pelo prejuízo e quase como sem saída deve continuar apostando numa recuperação a longo prazo do buraco aberto em sua operações financeiras.
Se o grande acumula prejuízos, os médios e pequenos sofrem pela dependência, pela redução das demandas, pois quem vem afundando nessa crise vai ter que inevitavelmente reduzir suas operações (queda do crescimento ou recessão) incluindo ai ajustes em serviços, limitações e maiores avaliações de créditos e proporcional redução dos efetivos humanos.
Qualquer que seja a situação é claro que irá redefinir os padrões de consumo e impactar em todos os segmentos da economia.
Vejamos numa breve analise interna: Todos os investimentos que estávamos fazendo (agro, indústria, comercio e serviços) estavam lastrados na perspectiva de um crescimento seguro, em coerência com ofertas junto a um estimulo pela valorização das precificações (commodities, superávits, reservas internacionais, aumento da credibilidade, etc.) que por ora sabemos que estavam muito acima da realidade, pois seus valores reais estavam recheados de capital especulativo.
E agora José, o que fazer?
1) Estudar e entender o próprio fluxo de caixa: Na parte dos fluxos financeiros devemos repensar no como amenizar o desequilíbrio entre o que compramos pensando na expansão e o que de fato vamos vender, pois além da queda da demanda (por proteção, incapacidade de compra por parte do consumidor) ainda estamos tomados por endividamentos provindos por investimentos.
2) Negociação com fundamentação: Ajustar o caixa vai depender de duas variáveis fortes de negociação, primeiro como os fornecedores, procurando redistribuir as compras para serem repassadas por um período maior do que o previsto, segundo por entender que o aperto passa pelo seu cliente, que fatalmente terá mais dificuldade de arcar com os compromissos assumidos. Em fim a ordem do jogo é a de expor na linha de negociações.
3) Estudar as possibilidades em exercícios de simulação: Outro fator e que deve ser medido na caneta, no computador, são as viabilidades para se encontrar os melhores caminhos tipo: Criar a melhor alternativa para fazer caixa, analisando o que se pode fazer em termos de preços e prazos do que se tem em estoque, confrontando a amenização de perdas em relação às todas as possibilidades (com o que se tem, com o que os outros oferecem...) que possam gerar o menor desgaste possível na saúde financeira do negócio. Alerta-se que se o sistema financeiro reduziu até as operações de desconto de duplicatas, o mesmo fator deve ser repensado por você quando da decisão de bancar a ponta consumidora sozinho.
4) Se tudo estiver muito confuso, talvez seja o momento de repensar em alternativas de inclusão, de valorização dos valores internos, novas idéias, novos parceiros, já que viver em uma ilha pode ofuscar possibilidades e soluções.
Sérgio Dal Sasso:
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Tenho dito que ninguém distribui dinheiro, quando governos usam seus recursos para salvar os mercados, de uma forma ou de outra, quem paga a conta é a fonte geradora das suas receitas (Tributos), ou mais diretamente você consumidor.
A coisa, na forma simplista não é de graça, funciona com a emissão de títulos, que por sua vez devem ser comprados pelo próprio mercado. Por ai começa a complicação, pois o comprador desses títulos exige muitas vantagens e mais do que isso garantias, e no caos do desespero, esse comprador normalmente será impulsionado pela aquisição pelo fato de já estar tomado pelo prejuízo e quase como sem saída deve continuar apostando numa recuperação a longo prazo do buraco aberto em sua operações financeiras.
Se o grande acumula prejuízos, os médios e pequenos sofrem pela dependência, pela redução das demandas, pois quem vem afundando nessa crise vai ter que inevitavelmente reduzir suas operações (queda do crescimento ou recessão) incluindo ai ajustes em serviços, limitações e maiores avaliações de créditos e proporcional redução dos efetivos humanos.
Qualquer que seja a situação é claro que irá redefinir os padrões de consumo e impactar em todos os segmentos da economia.
Vejamos numa breve analise interna: Todos os investimentos que estávamos fazendo (agro, indústria, comercio e serviços) estavam lastrados na perspectiva de um crescimento seguro, em coerência com ofertas junto a um estimulo pela valorização das precificações (commodities, superávits, reservas internacionais, aumento da credibilidade, etc.) que por ora sabemos que estavam muito acima da realidade, pois seus valores reais estavam recheados de capital especulativo.
E agora José, o que fazer?
1) Estudar e entender o próprio fluxo de caixa: Na parte dos fluxos financeiros devemos repensar no como amenizar o desequilíbrio entre o que compramos pensando na expansão e o que de fato vamos vender, pois além da queda da demanda (por proteção, incapacidade de compra por parte do consumidor) ainda estamos tomados por endividamentos provindos por investimentos.
2) Negociação com fundamentação: Ajustar o caixa vai depender de duas variáveis fortes de negociação, primeiro como os fornecedores, procurando redistribuir as compras para serem repassadas por um período maior do que o previsto, segundo por entender que o aperto passa pelo seu cliente, que fatalmente terá mais dificuldade de arcar com os compromissos assumidos. Em fim a ordem do jogo é a de expor na linha de negociações.
3) Estudar as possibilidades em exercícios de simulação: Outro fator e que deve ser medido na caneta, no computador, são as viabilidades para se encontrar os melhores caminhos tipo: Criar a melhor alternativa para fazer caixa, analisando o que se pode fazer em termos de preços e prazos do que se tem em estoque, confrontando a amenização de perdas em relação às todas as possibilidades (com o que se tem, com o que os outros oferecem...) que possam gerar o menor desgaste possível na saúde financeira do negócio. Alerta-se que se o sistema financeiro reduziu até as operações de desconto de duplicatas, o mesmo fator deve ser repensado por você quando da decisão de bancar a ponta consumidora sozinho.
4) Se tudo estiver muito confuso, talvez seja o momento de repensar em alternativas de inclusão, de valorização dos valores internos, novas idéias, novos parceiros, já que viver em uma ilha pode ofuscar possibilidades e soluções.
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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008
Para Você! (Por Palestrante e Consultor Sérgio Dal Sasso)
Entre Rios, talvez seja isso, o combinar das coisas e vidas. Se tudo fosse do tipo: Alimentar o certinho, do previsível, talvez então não existisse os brilhos, os detalhes, o valor das fotos, a saudade das pequenas coisas, que fazem nossos álbuns, que fazem dizer vale à pena.
Entre Rios, a gente vê o quanto às águas não são iguais, mas percebe que bastam alguns metros para que elas se combinem com o calor de um, o frio do outro, e os detalhes de se formar algo mais ameno e muito, muito mais gostoso.
Talvez daí venha à idéia do que significa ser diferente, ou seja, partir pela construção do ser igual, construir o próprio barco, meio daquele jeito né, e sair por ai entre rios, fazendo trilhas, vivendo sonhos dentro de um conjunto que só vale ao fator vida do dois em um.
Sabe, inteligência tem sentido, mas só quando somos sentidos. Quando um olha pro outro e se você chorar, nós choramos, mesmo sem saber ao certo do porque, e ai vem a velha frase que não sai da cabeça de quem só quer se aproximar sem limitar: HEI! Dei-me sua mão, depois eu te explico..., e assim a evolução vai formando uma revolução, construindo paixão sem pensar em explicação, já que a mão sempre continuará unida pela combinação maior do que a própria explicação.
Entre Rios, a gente vê o quanto às águas não são iguais, mas percebe que bastam alguns metros para que elas se combinem com o calor de um, o frio do outro, e os detalhes de se formar algo mais ameno e muito, muito mais gostoso.
Talvez daí venha à idéia do que significa ser diferente, ou seja, partir pela construção do ser igual, construir o próprio barco, meio daquele jeito né, e sair por ai entre rios, fazendo trilhas, vivendo sonhos dentro de um conjunto que só vale ao fator vida do dois em um.
Sabe, inteligência tem sentido, mas só quando somos sentidos. Quando um olha pro outro e se você chorar, nós choramos, mesmo sem saber ao certo do porque, e ai vem a velha frase que não sai da cabeça de quem só quer se aproximar sem limitar: HEI! Dei-me sua mão, depois eu te explico..., e assim a evolução vai formando uma revolução, construindo paixão sem pensar em explicação, já que a mão sempre continuará unida pela combinação maior do que a própria explicação.
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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008
RISCOS e OPORTUNIDADES NA GESTÃO BRASIL DOS NEGÓCIOS (Por Palestrante e Consultor Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, Palestras, Consultoria, Administração, Gestão de Negócios, Empreendedorismo – 01/10/2008)
O que se faz comum nesse momento da economia mundial são os fatores que de fato acabaram levando as coisas onde estão:
1) O mundo que chamamos de competitivo, na verdade foi desenhado pela agressividade comercial, amparado por um marketing inteligente, para poder gerar impulsos de decisões de compra, aonde todos são convencidos a ter um estereotipo do que o não ter algo está fora do circuito, quase como na época do que o não fumar era estar fora da moda. Resumidamente ao longo dessas décadas, e em tudo, fomos sendo trabalhados para o convencimento de que até o supérfluo é parte das nossas necessidades.
2) Para poder estabelecer essa relação do comprar pelo comprar, o ponto comum da estratégia, quando nada era tão inovador, foi o de “criar políticas” que aparentemente faziam com que se esquece o que já se tinha, dizendo-se ser obsoleto até o que mal conhecia, e assim continuar pela inclusão da renovação dentro do conceito do ser moderno, do ser percebido pelo materialismo exigido pelos que lhe cercam.
3) O acumulo do capital circulante não produtivo no mundo, é reflexo da ausência de segurança de que o investimento no produtivo já não é mais alvo das atenções. E é nesse fluxo de entrar e sair de negócios (derivativos) que o mundo percebe o quanto não é mais sustentável, pois de há muito tempo, valores como geração de empregos e produção se limitam a um demanda (Não natural) que tem ser quer artificialmente criada para o giro dos negócios.
4) Dizer nesse momento que o estopim da crise parte do USA, é utopia. Pois apenas se refletiu por lá pela questão de que se trata do centro do mundo capitalista, do autor da obra da globalização. O que se espera daqui para frente (independente dos aportes do BC´s) é que tenhamos uma progressão geométrica de empresas no fim do posso e sem volta, já que muitas também chamadas de agressivas tinham seu capital circulante apoiadas em negócios de risco. Loginho e semanalmente uma a uma e em todos os cantos do mundo vão apresentar suas marcas, e por abaixo as décadas e séculos das suas tradições inabaláveis, e muitas culpando seus colaboradores pelo mau uso do capital, como se não soubessem de nada do que estava acontecendo.
5) Bom o sinal positivo disso tudo é que temos que olhar mais pelo que acontece dentro das nossas próprias casas, centralizarmos os esforços para garantir consumos reais internos, educar transformando o conhecimento em algo que valorize o que já somos, e assim poder ofertar as mesmas coisas que já possuímos com um valor especial, para uma demonstração sustentável do “Made in Brazil”, com um toque verde de garantia e segurança.
6) A crise vai nos afetar, mas são nesses momentos que temos que aprender e ousar sem pensar muito no resto do mundo, pois toda história bem analisada pode gerar oportunidades de consolidação do que realmente podemos ser.

“Apenas uma questão para repensar: QUER SE MOTIVAR? Então trabalhe duro para que seus resultados sejam estendidos pela sua participação, pelo uso da sua utilidade propiciando garantias de ter uma vida pessoal qualificada, pois no fundo todo empenho profissional tem a ver com a segurança que queremos aos que nos cercam”.
Sérgio Dal Sasso: Conhecimento, Visão e Conteúdo
www.sergiodalsasso.com.br (Serviços)
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O que se faz comum nesse momento da economia mundial são os fatores que de fato acabaram levando as coisas onde estão:
1) O mundo que chamamos de competitivo, na verdade foi desenhado pela agressividade comercial, amparado por um marketing inteligente, para poder gerar impulsos de decisões de compra, aonde todos são convencidos a ter um estereotipo do que o não ter algo está fora do circuito, quase como na época do que o não fumar era estar fora da moda. Resumidamente ao longo dessas décadas, e em tudo, fomos sendo trabalhados para o convencimento de que até o supérfluo é parte das nossas necessidades.
2) Para poder estabelecer essa relação do comprar pelo comprar, o ponto comum da estratégia, quando nada era tão inovador, foi o de “criar políticas” que aparentemente faziam com que se esquece o que já se tinha, dizendo-se ser obsoleto até o que mal conhecia, e assim continuar pela inclusão da renovação dentro do conceito do ser moderno, do ser percebido pelo materialismo exigido pelos que lhe cercam.
3) O acumulo do capital circulante não produtivo no mundo, é reflexo da ausência de segurança de que o investimento no produtivo já não é mais alvo das atenções. E é nesse fluxo de entrar e sair de negócios (derivativos) que o mundo percebe o quanto não é mais sustentável, pois de há muito tempo, valores como geração de empregos e produção se limitam a um demanda (Não natural) que tem ser quer artificialmente criada para o giro dos negócios.
4) Dizer nesse momento que o estopim da crise parte do USA, é utopia. Pois apenas se refletiu por lá pela questão de que se trata do centro do mundo capitalista, do autor da obra da globalização. O que se espera daqui para frente (independente dos aportes do BC´s) é que tenhamos uma progressão geométrica de empresas no fim do posso e sem volta, já que muitas também chamadas de agressivas tinham seu capital circulante apoiadas em negócios de risco. Loginho e semanalmente uma a uma e em todos os cantos do mundo vão apresentar suas marcas, e por abaixo as décadas e séculos das suas tradições inabaláveis, e muitas culpando seus colaboradores pelo mau uso do capital, como se não soubessem de nada do que estava acontecendo.
5) Bom o sinal positivo disso tudo é que temos que olhar mais pelo que acontece dentro das nossas próprias casas, centralizarmos os esforços para garantir consumos reais internos, educar transformando o conhecimento em algo que valorize o que já somos, e assim poder ofertar as mesmas coisas que já possuímos com um valor especial, para uma demonstração sustentável do “Made in Brazil”, com um toque verde de garantia e segurança.
6) A crise vai nos afetar, mas são nesses momentos que temos que aprender e ousar sem pensar muito no resto do mundo, pois toda história bem analisada pode gerar oportunidades de consolidação do que realmente podemos ser.

“Apenas uma questão para repensar: QUER SE MOTIVAR? Então trabalhe duro para que seus resultados sejam estendidos pela sua participação, pelo uso da sua utilidade propiciando garantias de ter uma vida pessoal qualificada, pois no fundo todo empenho profissional tem a ver com a segurança que queremos aos que nos cercam”.
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Sábado, 27 de Setembro de 2008
Administração, Globalização e Riscos nos Pequenos e Médios Negócios (Por Palestrante e Consultor Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, Palestrante e Consultor - Administração, Empreendedorismo, Educação Corporativa – 27/09/2008)
Em Janeiro de 2008 escrevemos o artigo “Administração Sustentável 2008”. Abaixo segue parte do texto original, aonde alertávamos quase que “solitariamente” que nossos barcos não seriam mais impulsionados sem velas, antecipando também sobre a ausência dos controles adequados para dar sustentabilidade aos negócios.
Veja Parte do texto original “ADMINISTRAÇÃO SUSTENTÁVEL 2008”:
O que podemos dizer sobre os mercados e a conjuntura econômica mundial. Existe um limite natural em tudo, toda bola estoura, e o risco da garantia dos volumes é o esquecimento das especificações básicas do jogo que estamos praticando, principalmente quando nos orientamos pelo que os outros estão fazendo, se esquecendo se realmente temos condições de praticar a mesma coisa.
Administrar de olho no mercado e suas possibilidades de conquistas às vezes fazem com que nos esqueçamos dos parâmetros lógicos de que negócios pedem por controles e que controles, acima de sistemas impecáveis, devem ser dotados de gente capaz de analisá-los antes do caos.
Todo crescimento necessita de demandas, e na contra partida nos meios competitivos, empresas acima do talento coletivo (poder de troca com ênfase nos objetivos) pela criação “do surpreender”, não podem perder o espírito analítico pela euforia de crescer a qualquer preço e prazo.
No mundo não temos mágica, mas lógica, pois tudo que to falando é resultante das décadas de fusões e aquisições geradoras de estratégias que beneficiam escalas ajustando e consolidando participações, mas que também aceleram as reduções de mão de obra que por conseqüência se alocam em outras atividades e desafios, que nem sempre garantem um consumidor estável, mas que mesmo assim gasta e temos que aprender a trabalhar.
Aguardemos os resultados em 2008, 2009, mas antecipe e revise seus planos, pois nossos barcos não vão mais navegar sem o uso de todas as velas. Se errar pela cautela, “please” às vezes uma boa cardeneta de poupança é melhor do que traficar cocaína.
Reforçando nossa visão na época, fica-se claro pelo que vem acontecendo que essa crise tem seu reflexo em todos os cantos do planeta, e que, de forma menos intensa, porém preocupante, também praticamos da mesma maneira a política do expandir pela dilatação do credito, do tipo olhar pela venda, deixando que as informações sobre as conjunturas do crescimento fossem dados mais relevantes do que a analise das garantias do próprio consumidor.
Coisas do mundo de grandes escalas e das decisões em cima de demonstrativos que vão se acumulando com base em provisões percentuais e estatísticas, que nem sempre refletem a realidade do que está acontecendo. Nesse momento tanto faz qualquer adoção governamental para amenizar as coisas, pois o estancar o crédito, controlar ou dificultar o consumo pelo aumento dos juros, não irá amenizar a herança do que já foi feito, que se encontra na parcela do compromisso assumido do consumidor pego pelo impulso. O jogo do mercado, inevitavelmente, vai ditar à redução do poder do consumo e pior refletir na saúde dos fluxos financeiros com acréscimos pelo acumulo da inadimplência e redução de volumes.
O final do ano vem chegando e cabe um alerta ao mercado, ao gestor, ao colaborador. Primeiro não atente muito as informações ou ausências delas referente ao que o governo está passando (afinal estamos em campanha eleitoral) e em segundo se os negócios já não estão bem, não arrisque transações sem a devida visão dos prazos entre compras e vendas. Negocie muito suas compras, e reforce a tese de vender novidades, e assim justificar as vantagens das operações de curto prazo, se distanciando no máximo de ser o financiador direto na ponta final, e se isso for inevitável tenha um sistema de analise para garantir segurança caucionada frente ao comprador final.
Sérgio Dal Sasso: Conhecimento, Visão e Conteúdo
www.sergiodalsasso.com.br (Serviços)
www.educacaoprofissional.com.br (Conteúdo Administração)
www.sergiodalsasso.blogspot.com (Integração e Inovação em Administração, Educação Corporativa e Empreendedorismo)
Contato e MSN: assessoria@sergiodalsasso.com.br
Em Janeiro de 2008 escrevemos o artigo “Administração Sustentável 2008”. Abaixo segue parte do texto original, aonde alertávamos quase que “solitariamente” que nossos barcos não seriam mais impulsionados sem velas, antecipando também sobre a ausência dos controles adequados para dar sustentabilidade aos negócios.
Veja Parte do texto original “ADMINISTRAÇÃO SUSTENTÁVEL 2008”:
O que podemos dizer sobre os mercados e a conjuntura econômica mundial. Existe um limite natural em tudo, toda bola estoura, e o risco da garantia dos volumes é o esquecimento das especificações básicas do jogo que estamos praticando, principalmente quando nos orientamos pelo que os outros estão fazendo, se esquecendo se realmente temos condições de praticar a mesma coisa.
Administrar de olho no mercado e suas possibilidades de conquistas às vezes fazem com que nos esqueçamos dos parâmetros lógicos de que negócios pedem por controles e que controles, acima de sistemas impecáveis, devem ser dotados de gente capaz de analisá-los antes do caos.
Todo crescimento necessita de demandas, e na contra partida nos meios competitivos, empresas acima do talento coletivo (poder de troca com ênfase nos objetivos) pela criação “do surpreender”, não podem perder o espírito analítico pela euforia de crescer a qualquer preço e prazo.
No mundo não temos mágica, mas lógica, pois tudo que to falando é resultante das décadas de fusões e aquisições geradoras de estratégias que beneficiam escalas ajustando e consolidando participações, mas que também aceleram as reduções de mão de obra que por conseqüência se alocam em outras atividades e desafios, que nem sempre garantem um consumidor estável, mas que mesmo assim gasta e temos que aprender a trabalhar.
Aguardemos os resultados em 2008, 2009, mas antecipe e revise seus planos, pois nossos barcos não vão mais navegar sem o uso de todas as velas. Se errar pela cautela, “please” às vezes uma boa cardeneta de poupança é melhor do que traficar cocaína.
Reforçando nossa visão na época, fica-se claro pelo que vem acontecendo que essa crise tem seu reflexo em todos os cantos do planeta, e que, de forma menos intensa, porém preocupante, também praticamos da mesma maneira a política do expandir pela dilatação do credito, do tipo olhar pela venda, deixando que as informações sobre as conjunturas do crescimento fossem dados mais relevantes do que a analise das garantias do próprio consumidor.
Coisas do mundo de grandes escalas e das decisões em cima de demonstrativos que vão se acumulando com base em provisões percentuais e estatísticas, que nem sempre refletem a realidade do que está acontecendo. Nesse momento tanto faz qualquer adoção governamental para amenizar as coisas, pois o estancar o crédito, controlar ou dificultar o consumo pelo aumento dos juros, não irá amenizar a herança do que já foi feito, que se encontra na parcela do compromisso assumido do consumidor pego pelo impulso. O jogo do mercado, inevitavelmente, vai ditar à redução do poder do consumo e pior refletir na saúde dos fluxos financeiros com acréscimos pelo acumulo da inadimplência e redução de volumes.
O final do ano vem chegando e cabe um alerta ao mercado, ao gestor, ao colaborador. Primeiro não atente muito as informações ou ausências delas referente ao que o governo está passando (afinal estamos em campanha eleitoral) e em segundo se os negócios já não estão bem, não arrisque transações sem a devida visão dos prazos entre compras e vendas. Negocie muito suas compras, e reforce a tese de vender novidades, e assim justificar as vantagens das operações de curto prazo, se distanciando no máximo de ser o financiador direto na ponta final, e se isso for inevitável tenha um sistema de analise para garantir segurança caucionada frente ao comprador final.
Sérgio Dal Sasso: Conhecimento, Visão e Conteúdo
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008
COMENTÁRIOS EVENTO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO (UERJ) - Palestrante Sérgio Dal Sasso
Prezado Sérgio Dal Sasso,
A Iniciativa Júnior foi criada com o intuito de agregar valor à formação do aluno. Com o tempo, viu-se que este conhecimento estava restringindo-se aos membros da empresa. Então, surgiu a idéia de criar um ciclo de palestras, aberto aos alunos de todos os cursos e universidades, onde o conhecimento fosse estendido aos interessados.
Neste contexto, sua participação foi importantíssima ao dividir seus conhecimentos no que diz respeito à Empreendedorismo. Além disso, ao compartilhar um pouco de sua experiência de vida somou frutos a cada um ali presente, e pode trazer ao âmbito acadêmico parte de sua experiência de mercado.

Visto isso, foi com imenso prazer que recebemos o senhor na VI Semana de Administração e Contabilidade. Sua presença e dedicação foram determinantes para o sucesso do evento e desenvolvimento profissional dos participantes. Muito obrigado por sua presença.
A Iniciativa Júnior foi criada com o intuito de agregar valor à formação do aluno. Com o tempo, viu-se que este conhecimento estava restringindo-se aos membros da empresa. Então, surgiu a idéia de criar um ciclo de palestras, aberto aos alunos de todos os cursos e universidades, onde o conhecimento fosse estendido aos interessados.
Neste contexto, sua participação foi importantíssima ao dividir seus conhecimentos no que diz respeito à Empreendedorismo. Além disso, ao compartilhar um pouco de sua experiência de vida somou frutos a cada um ali presente, e pode trazer ao âmbito acadêmico parte de sua experiência de mercado.
Visto isso, foi com imenso prazer que recebemos o senhor na VI Semana de Administração e Contabilidade. Sua presença e dedicação foram determinantes para o sucesso do evento e desenvolvimento profissional dos participantes. Muito obrigado por sua presença.
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Sábado, 13 de Setembro de 2008
Vendas e a Evolução das Respostas (Por Palestrante e Consultor Sérgio Dal Sasso)
(Por Sérgio Dal Sasso, Palestrante e Consultor: Administração, Educação Corporativa e Empreendedorismo – 13/09/2008)
A empresa moderna entende que o principal valor de retenção de um negócio se encontra na interatividade dos colaboradores junto ao mercado, ou seja, toda estrutura deve estar orientada e capacitada para soluções da sua parte dentro da parte dos clientes.
O processo comercial é um esforço coletivo a ser adotado para formar percepção de credibilidade e conjunto por parte do consumidor. Não se vende na abordagem, na entrega, e nem na extensão da garantia fornecida. Se vende quando adotamos políticas que identificam antecipadamente soluções anti-problemas, orientações e assistências contínuas.
O poder da captação e permanência dos clientes está na forma compartilhada de como interagimos com o mercado, incluindo paciência e determinação nas pré-fases dos que estão consultando e dos que estão sentido ausências pelo que estão recebendo.
As respostas dos modelos que sabem reter e adicionar conquistando graus de satisfação, não são milagrosas, pois independem somente do mapeamento dos planos de negócios e suas teses lógicas. A resposta do que queremos incluem nessáriamente as presenças ativas do item comprometimento humano e os mecanismos e recursos táticos que aproximem os colaboradores do praticar além do básico, incluindo seu encaminhamento pelos investimentos no treinar, estimular, e recompensar para garantir sua participação evolutiva.
Vivemos em um mercado saturado de coisas idênticas que oferece os mesmos atributos e justificativas, que quando adicionados com a falta de preparação e estímulos, quase sempre leva-nos a achar que preços e prazos fundamentam as regras dos negócios.
Posso ser diferente, mas represento uma fatia do mercado, que ainda procura pelo algo mais que garanta o amenizar dos riscos da minha própria insatisfação, e assim economizo com remédios.
A empresa moderna entende que o principal valor de retenção de um negócio se encontra na interatividade dos colaboradores junto ao mercado, ou seja, toda estrutura deve estar orientada e capacitada para soluções da sua parte dentro da parte dos clientes.
O processo comercial é um esforço coletivo a ser adotado para formar percepção de credibilidade e conjunto por parte do consumidor. Não se vende na abordagem, na entrega, e nem na extensão da garantia fornecida. Se vende quando adotamos políticas que identificam antecipadamente soluções anti-problemas, orientações e assistências contínuas.
O poder da captação e permanência dos clientes está na forma compartilhada de como interagimos com o mercado, incluindo paciência e determinação nas pré-fases dos que estão consultando e dos que estão sentido ausências pelo que estão recebendo.
As respostas dos modelos que sabem reter e adicionar conquistando graus de satisfação, não são milagrosas, pois independem somente do mapeamento dos planos de negócios e suas teses lógicas. A resposta do que queremos incluem nessáriamente as presenças ativas do item comprometimento humano e os mecanismos e recursos táticos que aproximem os colaboradores do praticar além do básico, incluindo seu encaminhamento pelos investimentos no treinar, estimular, e recompensar para garantir sua participação evolutiva.
Vivemos em um mercado saturado de coisas idênticas que oferece os mesmos atributos e justificativas, que quando adicionados com a falta de preparação e estímulos, quase sempre leva-nos a achar que preços e prazos fundamentam as regras dos negócios.
Posso ser diferente, mas represento uma fatia do mercado, que ainda procura pelo algo mais que garanta o amenizar dos riscos da minha própria insatisfação, e assim economizo com remédios.
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DICAS PARA VENDAS E VENDEDORES (Por Palestrante e Consultor Sérgio Dal Sasso)
(Por Sérgio Dal Sasso, Palestrante e Consultor: Administração, Educação Corporativa e Empreendedorismo – 13/09/2008)
Não ser um tirador de pedidos, sua conveniência será necessária muito antes do fechamento do negócio e indispensável para o suporte das relações de manutenção e ampliação do futuro.
Ter a clara visão que a arte de vender está no aprofundamento das soluções para que as portas possam ser abertas e que, portanto os negócios devem ser continuadamente evoluídos com soluções renováveis, incluindo os meios e técnicas para seus avanços.
Ter sonhos e acreditar que o meio escolhido como trabalho tem tudo a ver para propiciar o alcance dos objetivos (Como Vinicius diria: Tudo é eterno enquanto dura e o durar sempre dependerá da dependência a ser trabalhada entre as partes).
Não se limitar às informações recebidas para provocar melhorias de desempenho, procurar buscar soluções por conta própria, pesquisando e conhecendo cada vez mais o seu mercado, suas entidades representativas, o mercado dos seus clientes, auxiliando o seu grupo a responder com superação das expectativas.
Ser ativo, tomar iniciativa quando da necessidade de soluções (Perde muito mais aquele que não se envolve do que o que erra).
Estar sempre em processo de capacitação, aprendendo até quando ensina.
Ter humildade, paciência e persistência, principalmente quando a sua alto-avaliação for superior aos seus resultados e participação. A grande vitória sempre acontece quando os outros passam a nos conhecer pelo nome e este ultrapassa a própria barreira do meio escolhido para divulgá-lo.
Entender que o sucesso está na dependência de se envolver por completo no ciclo empresarial, sabendo ser expositivo e captando através de um filtro tudo que pode adicionar para geração das realizações esperadas.
Não ser um tirador de pedidos, sua conveniência será necessária muito antes do fechamento do negócio e indispensável para o suporte das relações de manutenção e ampliação do futuro.
Ter a clara visão que a arte de vender está no aprofundamento das soluções para que as portas possam ser abertas e que, portanto os negócios devem ser continuadamente evoluídos com soluções renováveis, incluindo os meios e técnicas para seus avanços.
Ter sonhos e acreditar que o meio escolhido como trabalho tem tudo a ver para propiciar o alcance dos objetivos (Como Vinicius diria: Tudo é eterno enquanto dura e o durar sempre dependerá da dependência a ser trabalhada entre as partes).
Não se limitar às informações recebidas para provocar melhorias de desempenho, procurar buscar soluções por conta própria, pesquisando e conhecendo cada vez mais o seu mercado, suas entidades representativas, o mercado dos seus clientes, auxiliando o seu grupo a responder com superação das expectativas.
Ser ativo, tomar iniciativa quando da necessidade de soluções (Perde muito mais aquele que não se envolve do que o que erra).
Estar sempre em processo de capacitação, aprendendo até quando ensina.
Ter humildade, paciência e persistência, principalmente quando a sua alto-avaliação for superior aos seus resultados e participação. A grande vitória sempre acontece quando os outros passam a nos conhecer pelo nome e este ultrapassa a própria barreira do meio escolhido para divulgá-lo.
Entender que o sucesso está na dependência de se envolver por completo no ciclo empresarial, sabendo ser expositivo e captando através de um filtro tudo que pode adicionar para geração das realizações esperadas.
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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008
Semana da Administração (FAP - Faculdade Piauiense) - Palestras Sérgio Dal Sasso
Em 17/09 estaremos em Teresina - Piauí, ministrando a palestra "Empresas e Profissionais do Futuro", pela Faculdade Piauiense (FAP). O evento integrará universitários,colaboradores e empresários da região, e será focado no desenvolvimento sustentável para o sucesso de carreiras, profissionais, empresas e negócios potenciais da região.
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Terça-feira, 9 de Setembro de 2008
Perder o emprego não é o fim do mundo (Entrevista com Palestrante e Consultor Sérgio Dal Sasso no www.administradores.com.br)
Nota: Essa matéria feita para o portal www.administradores.com.br ( o maior do segmento no País) ficou muito interessante. CONFIRA! Aproveito para elogiar a qualidade desse portal e convidar a todos para uma visita, pois tenho certeza que vai virar um vício. Abraços, Sérgio Dal Sasso
Pesquisa realizada pelo Instituto Amigos do Emprego com 1.883 recém-demitidos de janeiro a julho deste ano, revela que 76% dos profissionais dizem sentir-se responsáveis pela perda do emprego, mesmo que o corte tenha sido resultado de uma reestruturação na qual vários profissionais foram demitidos.
Durante aula inaugural de um curso de MBA José Lopes Agulho, consultor e executivo em planejamento e desenvolvimento organizacional e de pessoas; proferiu palestra uma palestra sobre: “as pessoas que estão fazendo as coisas as coisas acontecerem”. Agulho mostrou que a perda do emprego não é o fim do mundo. "Às vezes, perder o emprego é a oportunidade que estava faltando para o crescimento". Para finalizar, o consultor pediu para que cada um pensasse sobre o que quer, de verdade. "A partir daí, você pode traçar seus objetivos". Esta é uma importante dica para quem se sente vítima do próprio trabalho.
O colunista do nosso portal, Sergio Dal Sasso, diz o seguinte: na verdade e numa ampliação da visão de sustentabilidade do próprio consumo do mercado, o mundo necessariamente deve sempre propiciar uma equação que garanta a manutenção e preservação do poder aquisitivo de todos. Digo isso para poder justificar que perdas de posições profissionais, não significam o fim de tudo, mas uma situação quase que normal a todos que dependem dos meios de terceiros para garantir a sua sobrevivência. Hoje seria muito raro verificar "cases profissionais" aonde encontramos casos de colaboradores que nasceram e terminaram suas carreiras em uma só organização.
Segundo Sasso, pesa muito, nos momentos de transição profissional, o pré-entendimento de que ninguém é eterno, pelo contrário, os sucessos são como os momentos de felicidade e dificilmente ocorrem de forma continua, assim os fatos do dia devem, ou pelo menos deverão, sinalizar antecipadamente a nossa própria preparação diante dos riscos que temos diante da própria manutenção por onde atuamos.
A motivação como todo planejamento, deve anteceder aos fatos, ou seja, necessariamente temos sempre que estar criando planos B´s
para poder estar mais ou menos estruturados quanto a garantia de opções diante dos momentos de ruptura e os desvios de modelos de atividades a serem aplicados.
O poder da superação, diante daquilo que não imaginávamos que aconteceria, fica pela dependência do entendimento racional e lógico de que competitividade, gera sempre mudanças, aonde o termo "sentimento de compaixão" não é um item a ser aplicado no contexto das decisões.Nesse caso precisamos olhar mais a frente sempre, pela busca e estudos de projetos que poderiam continuar estimulando nossa potencialidade, vocação e por que não a própria realização dos próprios sonhos.
Pesquisa realizada pelo Instituto Amigos do Emprego com 1.883 recém-demitidos de janeiro a julho deste ano, revela que 76% dos profissionais dizem sentir-se responsáveis pela perda do emprego, mesmo que o corte tenha sido resultado de uma reestruturação na qual vários profissionais foram demitidos.
Durante aula inaugural de um curso de MBA José Lopes Agulho, consultor e executivo em planejamento e desenvolvimento organizacional e de pessoas; proferiu palestra uma palestra sobre: “as pessoas que estão fazendo as coisas as coisas acontecerem”. Agulho mostrou que a perda do emprego não é o fim do mundo. "Às vezes, perder o emprego é a oportunidade que estava faltando para o crescimento". Para finalizar, o consultor pediu para que cada um pensasse sobre o que quer, de verdade. "A partir daí, você pode traçar seus objetivos". Esta é uma importante dica para quem se sente vítima do próprio trabalho.
O colunista do nosso portal, Sergio Dal Sasso, diz o seguinte: na verdade e numa ampliação da visão de sustentabilidade do próprio consumo do mercado, o mundo necessariamente deve sempre propiciar uma equação que garanta a manutenção e preservação do poder aquisitivo de todos. Digo isso para poder justificar que perdas de posições profissionais, não significam o fim de tudo, mas uma situação quase que normal a todos que dependem dos meios de terceiros para garantir a sua sobrevivência. Hoje seria muito raro verificar "cases profissionais" aonde encontramos casos de colaboradores que nasceram e terminaram suas carreiras em uma só organização.
Segundo Sasso, pesa muito, nos momentos de transição profissional, o pré-entendimento de que ninguém é eterno, pelo contrário, os sucessos são como os momentos de felicidade e dificilmente ocorrem de forma continua, assim os fatos do dia devem, ou pelo menos deverão, sinalizar antecipadamente a nossa própria preparação diante dos riscos que temos diante da própria manutenção por onde atuamos.
A motivação como todo planejamento, deve anteceder aos fatos, ou seja, necessariamente temos sempre que estar criando planos B´s
para poder estar mais ou menos estruturados quanto a garantia de opções diante dos momentos de ruptura e os desvios de modelos de atividades a serem aplicados.
O poder da superação, diante daquilo que não imaginávamos que aconteceria, fica pela dependência do entendimento racional e lógico de que competitividade, gera sempre mudanças, aonde o termo "sentimento de compaixão" não é um item a ser aplicado no contexto das decisões.Nesse caso precisamos olhar mais a frente sempre, pela busca e estudos de projetos que poderiam continuar estimulando nossa potencialidade, vocação e por que não a própria realização dos próprios sonhos.
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Vendas e Gestores de Vendas no Varejo (Por Palestrante e Consultor Sérgio Dal Sasso)
(Por Sérgio Dal Sasso, Palestras, Treinamentos, Consultorias, Aulas Magnas: Administração, Educação Profissional e Empreendedorismo – 08/09/2008)
Vender é conseguir realizar um conjunto de ações combinadas, que consigam aproximar seus interesses despertando o interesse de terceiros. Coisas como foco nos objetivos, percepção clara do mercado alvo, pró-atividade para avançar, visão estratégica do negocio representado, planos e capacidade para atingir metas completam as respostas positivas de apoio à arte da venda.
Um bom vendedor sempre tem uma boa estratégia para conseguir estreitar caminhos, mas a venda é resultante do esforço conjunto do grupo que representa o produto ou serviço a ser destinado ao mercado.
Na verdade não é tão relevante falar em produto, pois muitas vezes é no molho aonde encontramos o gosto dos possíveis compradores. Para estar no mercado atual, deve-se ter algo interessante, qualificado e útil, mas para conquistar resultados efetivos é indispensável um processo estratégico que consiga transformar coisas, mesmo as que aparentemente sejam comuns, em algo de desejo.
A grande teoria de vendas, não é teoria, mas a capacidade de percebermos o grau da necessidade do que estamos oferecendo, através das descobertas de oportunidades que façam o despertar de interesse para quem vamos ofertar.
A arte de encontrar nichos depende da formulação e preparo de um plano paciente, porém não cansativo, que propicie uma equilibrada aproximação do seu negocio junto à necessidade do outro. O segredo não está em atender situações momentâneas, mas ter um pacote que consiga envolver e acompanhar com soluções durante todo o processo sazonal dos parceiros.
A solução da venda, não é definida pela exposição adequada do produto, mas pela qualidade do suporte que o acompanha, que trará ou não o reconhecimento diferenciado, por parte do consumidor.
Vínculos comerciais não são formados por amizades, mas pela persistente exposição da sua utilidade nos ciclos que antecedem, concretizam e alimentam os negócios propostos.
O que define uma boa venda de produto ou serviço é principalmente o índice de renovação de negócios provindos do mesmo cliente. A estabilidade de uma empresa depende da forma como ela consegue manter suas conquistas, preservando assim um valor histórico para a segurança do seu planejamento.
Vender é conseguir realizar um conjunto de ações combinadas, que consigam aproximar seus interesses despertando o interesse de terceiros. Coisas como foco nos objetivos, percepção clara do mercado alvo, pró-atividade para avançar, visão estratégica do negocio representado, planos e capacidade para atingir metas completam as respostas positivas de apoio à arte da venda.
Um bom vendedor sempre tem uma boa estratégia para conseguir estreitar caminhos, mas a venda é resultante do esforço conjunto do grupo que representa o produto ou serviço a ser destinado ao mercado.
Na verdade não é tão relevante falar em produto, pois muitas vezes é no molho aonde encontramos o gosto dos possíveis compradores. Para estar no mercado atual, deve-se ter algo interessante, qualificado e útil, mas para conquistar resultados efetivos é indispensável um processo estratégico que consiga transformar coisas, mesmo as que aparentemente sejam comuns, em algo de desejo.
A grande teoria de vendas, não é teoria, mas a capacidade de percebermos o grau da necessidade do que estamos oferecendo, através das descobertas de oportunidades que façam o despertar de interesse para quem vamos ofertar.
A arte de encontrar nichos depende da formulação e preparo de um plano paciente, porém não cansativo, que propicie uma equilibrada aproximação do seu negocio junto à necessidade do outro. O segredo não está em atender situações momentâneas, mas ter um pacote que consiga envolver e acompanhar com soluções durante todo o processo sazonal dos parceiros.
A solução da venda, não é definida pela exposição adequada do produto, mas pela qualidade do suporte que o acompanha, que trará ou não o reconhecimento diferenciado, por parte do consumidor.
Vínculos comerciais não são formados por amizades, mas pela persistente exposição da sua utilidade nos ciclos que antecedem, concretizam e alimentam os negócios propostos.
O que define uma boa venda de produto ou serviço é principalmente o índice de renovação de negócios provindos do mesmo cliente. A estabilidade de uma empresa depende da forma como ela consegue manter suas conquistas, preservando assim um valor histórico para a segurança do seu planejamento.
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Domingo, 7 de Setembro de 2008
PALESTRANTE SÉRGIO DAL SASSO (Algumas Apresentações em Slides do Autor)
UM SER ESPECIAL: EQUILÍBRIO, FAMILIAS E SUCESSO
ADMINISTRAÇÃO E VIDA
REINVENTANDO PARA MOTIVAR
CAMINHOS FACILITADORES PARA SERVIR COM SUCESSO NOS NEGÓCIOS E VENDAS
O SÁBIO MILENAR
ADMINISTRAÇÃO E VIDA
REINVENTANDO PARA MOTIVAR
CAMINHOS FACILITADORES PARA SERVIR COM SUCESSO NOS NEGÓCIOS E VENDAS
O SÁBIO MILENAR
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Sábado, 6 de Setembro de 2008
Notícias, Congressos e Eventos Palestrante Sérgio Dal Sasso em Setembro de 2008
PALESTRANTE SÉRGIO DAL SASSO - FATOS RELEVANTES, CONGRESSOS E EVENTOS ABERTOS EM SETEMBRO 2008 (Não divulgamos programações “in company”)
- Em 03 de setembro pelo CDL de Paracambi/RJ, realizamos a palestra “VENDAS, COMPETÊNCIA E SUCESSO SUSTENTÁVEL”. Na mesma oportunidade participamos do lançamento do livro “OS TRINTA + em Atendimento & Vendas” (ThreeC Comunicação Empresarial), que inclui nossa participação com capitulo “VENDAS, CLIENTES, RETENÇOES E DICAS”.
- Em 04 de setembro participamos com a palestra “EMPRESAS E PROFISSIONAIS DO FUTURO”, encerrando a programação da semana de Administração e Contábeis da UERJ. O evento contou também com a presença de Marco Aurélio Vianna, entre outros notáveis profissionais.
- Em 11 de setembro estaremos no Congresso Internacional de Administração em Ponta Grossa com a palestra “GESTÃO, ESTRATÉGIA E RESULTADOS”. O congresso (ADM 2008 – GESTÃO ESTRATÉGICA NA ERA DO CONEHCIMENTO), contará também com a presença de Suzy Fleury, entre outros notáveis ministradores nacionais e internacionais.
- Em 16 de Setembro estaremos no Congresso CONPRA 2008 do Conselho Regional de Administração de Brasília (CRA/DF), com a Palestra INTELIGÊNCIA COMPETITIVA, em conjunto com um time dos mais renomados profissionais do País (Prof.Gretz, Eduardo Tevah, Eduardo Shinyashiki...) para construíram seus temas com ênfase no foco principal do evento (ADMINISTRAÇÃO – VANTAGEM ESTRATÉGICA E DIFERENCIAL COMPETITIVO).
- Em 17 de Setembro estaremos na FAP (Faculdade Piauiense), reunindo a comunidade acadêmica e empresarial de Teresina, para o desenvolvimento do tema EMPRESAS E PROFISSIONAIS DO FUTURO.
- Em 22 de setembro, estaremos em Santa Rosa/RS, e um evento Acadêmico Empresarial, na Fundação Educacional Machado de Assis com a palestra Gente, Gestores & Empreendedores.
- Estamos no empenho de lançar nosso livro (com previsão para novembro de 2008) “Gente, Gestores & Empreendedores” que está em fase de revisão pela Editora ThreeC Comunicação Empresarial. Com esse feito fecharemos o ano com três livros: MBA EXECUTIVO (EDITORA SARAIVA – Junho 2008), Os trinta + em Atendimento & Vendas (ThreeC Comunicação Empresarial – Setembro de 2008) e Gente, Gestores & Empreendedores.
- Em 03 de setembro pelo CDL de Paracambi/RJ, realizamos a palestra “VENDAS, COMPETÊNCIA E SUCESSO SUSTENTÁVEL”. Na mesma oportunidade participamos do lançamento do livro “OS TRINTA + em Atendimento & Vendas” (ThreeC Comunicação Empresarial), que inclui nossa participação com capitulo “VENDAS, CLIENTES, RETENÇOES E DICAS”.
- Em 04 de setembro participamos com a palestra “EMPRESAS E PROFISSIONAIS DO FUTURO”, encerrando a programação da semana de Administração e Contábeis da UERJ. O evento contou também com a presença de Marco Aurélio Vianna, entre outros notáveis profissionais.
- Em 11 de setembro estaremos no Congresso Internacional de Administração em Ponta Grossa com a palestra “GESTÃO, ESTRATÉGIA E RESULTADOS”. O congresso (ADM 2008 – GESTÃO ESTRATÉGICA NA ERA DO CONEHCIMENTO), contará também com a presença de Suzy Fleury, entre outros notáveis ministradores nacionais e internacionais.
- Em 16 de Setembro estaremos no Congresso CONPRA 2008 do Conselho Regional de Administração de Brasília (CRA/DF), com a Palestra INTELIGÊNCIA COMPETITIVA, em conjunto com um time dos mais renomados profissionais do País (Prof.Gretz, Eduardo Tevah, Eduardo Shinyashiki...) para construíram seus temas com ênfase no foco principal do evento (ADMINISTRAÇÃO – VANTAGEM ESTRATÉGICA E DIFERENCIAL COMPETITIVO).
- Em 17 de Setembro estaremos na FAP (Faculdade Piauiense), reunindo a comunidade acadêmica e empresarial de Teresina, para o desenvolvimento do tema EMPRESAS E PROFISSIONAIS DO FUTURO.
- Em 22 de setembro, estaremos em Santa Rosa/RS, e um evento Acadêmico Empresarial, na Fundação Educacional Machado de Assis com a palestra Gente, Gestores & Empreendedores.
- Estamos no empenho de lançar nosso livro (com previsão para novembro de 2008) “Gente, Gestores & Empreendedores” que está em fase de revisão pela Editora ThreeC Comunicação Empresarial. Com esse feito fecharemos o ano com três livros: MBA EXECUTIVO (EDITORA SARAIVA – Junho 2008), Os trinta + em Atendimento & Vendas (ThreeC Comunicação Empresarial – Setembro de 2008) e Gente, Gestores & Empreendedores.
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Absenteísmo e Presenteísmo nas Organizações (Por Valter Serra de Abreu)
O absenteísmo no trabalho é originado por diversos fatores, dentre os quais, de saúde, problemas pessoais envolvendo a família, vícios com álcool ,drogas, desmotivação com o trabalho exercido, atrasos em razão de transporte (principalmente em grandes centros comerciais), falta de dinheiro e também supervisão falha da chefia.
O trabalho deve ser considerado pelo empregado, não como uma obrigação, mas como uma forma de crescimento, desenvolvimento, relacionamento inter-pessoal, aprimoramento de competências, habilidades, compartilhamento de experiências, enfim o trabalhador tem que estar feliz, realizado com o trabalho prestado, o ambiente em que está inserido e com as pessoas que estão a seu lado.
O presenteísmo é ainda pior, um problema organizacional, pois o colaborador está presente fisicamente ao trabalho, mas não está produzindo como deveria, em razão de diversas variáveis e fatores como: insatisfação, pessimismo, desânimo, alto nível de stress, dificultando diagnosticar o problema, fazendo com que ele prejudique a empresa e também uma parcela dos colegas de trabalho que muitas vezes são contaminados por esta apatia, falta de produtividade e tomada de ação.
Por isso hoje as empresas estão procurando ter no ambiente de trabalho todas os requisitos que propiciem uma jornada de trabalho satisfatória, produtiva, a tão falada Q.V.T ( qualidade de vida no trabalho ), que faça este capital humano render frutos positivos à organização e a ele mesmo, crescendo profissionalmente e visualizando um próspero futuro.
O trabalho deve ser considerado pelo empregado, não como uma obrigação, mas como uma forma de crescimento, desenvolvimento, relacionamento inter-pessoal, aprimoramento de competências, habilidades, compartilhamento de experiências, enfim o trabalhador tem que estar feliz, realizado com o trabalho prestado, o ambiente em que está inserido e com as pessoas que estão a seu lado.
O presenteísmo é ainda pior, um problema organizacional, pois o colaborador está presente fisicamente ao trabalho, mas não está produzindo como deveria, em razão de diversas variáveis e fatores como: insatisfação, pessimismo, desânimo, alto nível de stress, dificultando diagnosticar o problema, fazendo com que ele prejudique a empresa e também uma parcela dos colegas de trabalho que muitas vezes são contaminados por esta apatia, falta de produtividade e tomada de ação.
Por isso hoje as empresas estão procurando ter no ambiente de trabalho todas os requisitos que propiciem uma jornada de trabalho satisfatória, produtiva, a tão falada Q.V.T ( qualidade de vida no trabalho ), que faça este capital humano render frutos positivos à organização e a ele mesmo, crescendo profissionalmente e visualizando um próspero futuro.
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SÉRGIO DAL SASSO: PALESTRANTE, CONSULTOR, ESCRITOR (Administração, Empreendedorismo e Educação Corporativa)
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Sexta-feira, 5 de Setembro de 2008
Entrevista jornal sobre Abordagem Palestra em RS (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
REINVENTAR PARA SURPREENDER OS MERCADOS
Consultor Sérgio Dal Sasso dá dicas para o sucesso empresarial

“Empresas e profissionais do futuro” foi o tema central da palestra do administrador empresarial, consultor de conteúdo da Rede Globo do programa “Pequenas Empresas Grandes Negócios”, Sérgio Dal Sasso, 47 anos. O evento, que trouxe o administrador pela primeira vez a Três de Maio e região, foi realizado no auditório da Setrem, na segunda-feira, 7, reunindo cerca de 200 pessoas, entre estudantes, empresários e público em geral.
Segundo Dal Sasso, não existem empresas pequenas, médias ou grandes. A pessoa é que pode se achar pequena, média ou grande. “Às vezes, o empresário tem um grande negócio, que não é tão lucrativo, mas que é uma realização tão grande que supera qualquer visão sobre o que é ser uma pessoa realizada na vida”, avalia.
Para o consultor, hoje, de forma mais rápida, a empresa e seus colaboradores são obrigados a se reinventar. “É fundamental conseguir algo inovador e diferenciado. As empresas dependem de um grupo que crie cada vez mais, para que seu produto ou serviço realmente surpreenda o mercado”, afirma.
Uma dica do especialista é a diversificação de atividades. “As empresas têm que buscar novos rumos, e ter funcionários flexíveis para aceitação dessas mudanças, encarando novos desafios. Esta é a vida agora, não dá mais para ser e nem fazer a mesma coisa sempre. Isso é passado. Temos que ter hábitos diferentes, mudanças de comportamento. Isso faz as organizações acontecerem, com que as pessoas sejam bem-sucedidas”, aponta.
Conforme Dal Sasso, a tecnologia está disponível a todos e não é responsável pela qualidade da prestação de serviço de uma empresa para outra. “O que faz a diferença ainda hoje é a forma de como você constrói pessoas, e como você faz com que elas sejam úteis de fato. Com responsabilidade, as pessoas se comprometem, se doam um pouco mais porque é uma troca efetiva entre esses dois valores: empresa e pessoa”, sugere.
O consultor orienta que o importante é o valor de troca e não de soma. “Valor de soma é quando você passa a informação e o outro faz a sua parte. O valor de troca é quando você tem o conhecimento, tendência homogênea e as pessoas interagem. Neste sentido, o colaborador adquire uma visão maior da empresa, mais ampla, especializada, sobre o todo da organização. Essa é a sociedade que queremos, porque as mudanças ocorrem muito rapidamente, e temos que ter respostas para poder dar sustentabilidade”, justifica.
De acordo com o administrador, a vinda da Perdigão para Três de Maio irá revolucionar o município e a região. “A oportunidade de ter a Perdigão aqui não está somente no segmento de leite, mas pode estar nas possibilidades de suinocultura, avicultura. Para isso tudo tem espaço e terra; propriedades ideais para produzir novas culturas, e não somente soja e trigo. Cria capacidades de receita muito maior para o produtor”, assegura.
Segundo Dal Sasso, o impacto de uma megacorporação como a Perdigão se instalando em uma cidade desse porte é enorme. “Primeiro, ela está entrando com uma ramificação, mas o volume já é grande. Não é um processo que envolve somente a empresa e o produtor. É um processo que envolverá 30 a 40 mil pessoas, dependendo do porte e do que a indústria irá exigir. É uma mudança muito profunda. Revoluciona todo o setor de agronegócios na região, e isso cria uma nova situação, que se estabelece para a cidade como um todo”, finaliza.
Consultor Sérgio Dal Sasso dá dicas para o sucesso empresarial

“Empresas e profissionais do futuro” foi o tema central da palestra do administrador empresarial, consultor de conteúdo da Rede Globo do programa “Pequenas Empresas Grandes Negócios”, Sérgio Dal Sasso, 47 anos. O evento, que trouxe o administrador pela primeira vez a Três de Maio e região, foi realizado no auditório da Setrem, na segunda-feira, 7, reunindo cerca de 200 pessoas, entre estudantes, empresários e público em geral.
Segundo Dal Sasso, não existem empresas pequenas, médias ou grandes. A pessoa é que pode se achar pequena, média ou grande. “Às vezes, o empresário tem um grande negócio, que não é tão lucrativo, mas que é uma realização tão grande que supera qualquer visão sobre o que é ser uma pessoa realizada na vida”, avalia.
Para o consultor, hoje, de forma mais rápida, a empresa e seus colaboradores são obrigados a se reinventar. “É fundamental conseguir algo inovador e diferenciado. As empresas dependem de um grupo que crie cada vez mais, para que seu produto ou serviço realmente surpreenda o mercado”, afirma.
Uma dica do especialista é a diversificação de atividades. “As empresas têm que buscar novos rumos, e ter funcionários flexíveis para aceitação dessas mudanças, encarando novos desafios. Esta é a vida agora, não dá mais para ser e nem fazer a mesma coisa sempre. Isso é passado. Temos que ter hábitos diferentes, mudanças de comportamento. Isso faz as organizações acontecerem, com que as pessoas sejam bem-sucedidas”, aponta.
Conforme Dal Sasso, a tecnologia está disponível a todos e não é responsável pela qualidade da prestação de serviço de uma empresa para outra. “O que faz a diferença ainda hoje é a forma de como você constrói pessoas, e como você faz com que elas sejam úteis de fato. Com responsabilidade, as pessoas se comprometem, se doam um pouco mais porque é uma troca efetiva entre esses dois valores: empresa e pessoa”, sugere.
O consultor orienta que o importante é o valor de troca e não de soma. “Valor de soma é quando você passa a informação e o outro faz a sua parte. O valor de troca é quando você tem o conhecimento, tendência homogênea e as pessoas interagem. Neste sentido, o colaborador adquire uma visão maior da empresa, mais ampla, especializada, sobre o todo da organização. Essa é a sociedade que queremos, porque as mudanças ocorrem muito rapidamente, e temos que ter respostas para poder dar sustentabilidade”, justifica.
De acordo com o administrador, a vinda da Perdigão para Três de Maio irá revolucionar o município e a região. “A oportunidade de ter a Perdigão aqui não está somente no segmento de leite, mas pode estar nas possibilidades de suinocultura, avicultura. Para isso tudo tem espaço e terra; propriedades ideais para produzir novas culturas, e não somente soja e trigo. Cria capacidades de receita muito maior para o produtor”, assegura.
Segundo Dal Sasso, o impacto de uma megacorporação como a Perdigão se instalando em uma cidade desse porte é enorme. “Primeiro, ela está entrando com uma ramificação, mas o volume já é grande. Não é um processo que envolve somente a empresa e o produtor. É um processo que envolverá 30 a 40 mil pessoas, dependendo do porte e do que a indústria irá exigir. É uma mudança muito profunda. Revoluciona todo o setor de agronegócios na região, e isso cria uma nova situação, que se estabelece para a cidade como um todo”, finaliza.
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SÉRGIO DAL SASSO: PALESTRANTE, CONSULTOR, ESCRITOR (Administração, Empreendedorismo e Educação Corporativa)
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18:22
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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008
A Direção dos Administradores (Por Palestrante Sérgio Dal Sasso)
(Sérgio Dal Sasso, Palestras, Treinamentos, Consultorias, Aulas Magnas: Administração, Educação Profissional e Empreendedorismo – 05/09/2008)
Se tivesse que ensinar algo a alguém, talvez dissesse que tudo tem a ver com o formatar da direção, completando-a com o que se pode adicionar para os avanços (força pessoal, treinamento intelectual e vontade) e assim reforçar seu sentido de execução tática até que tudo seja incorporado dentro do que você pretende.
O que poderia valer mais: Saber dirigir de fato ou ser o melhor teórico conhecedor das leis (que regulamentam a boa condução do que fazemos)? Nesse caso se tivesse que optar por um dos dois, iria ser aquele que na prática aprendeu a dirigir pela persistência até que a evolução me conduzisse por antecipação à sensibilidade e conhecimento do saber desviar, do brecar e do acelerar para distanciar-me dos problemas. Por outro lado teria a consciência contínua pela necessidade de acrescentar os acessórios faltantes para completar as garantias de seguranças e desenvolvimento ao já que vem sendo feito.
O encontrar da direção é muito mais profundo do que ter objetivos claros na vida, ou mesmo qualificação adequada ao seu exercício. A direção define por onde começamos e projeta possibilidades para que possamos chegar aonde queremos, enquanto os objetivos são possibilidades mutantes que acompanham a própria evolução da maturidade, decorrentes de erros e acertos versus resultados.
Sua trajetória deve ser enriquecida para uma formação variável de possibilidades, que garantam percepções de que diferentes caminhos podem ser usados, para superar os desvios e atingir os objetivos compostos pela direção.
Querer ser o melhor dos melhores (novamente uma tese temporária) está pela perspectiva de conseguirmos alcançar a própria visão analítica que destine as direções, formulando equações longe das que só medicam, mas não curam e dos modelos afirmativos dos que querem vender sua teses, do tipo assino, mas não garanto ou executo.
“O ADMINISTRAR USA E MUITO AS CIÊNCIAS EXATAS, MAS MESMO A MATEMÁTICA OFERECE INÚMERAS ALTERNATIVAS PARA PODER FAZÊ-LO CHEGAR (EM MUITAS VÊZES) ANTES QUE OS OUTROS TENHAM SEQUER PENSADO EM INICIAR”.
(MSN)assessoriasergiodalsasso@hotmail.com (Kassandra Bona)
Se tivesse que ensinar algo a alguém, talvez dissesse que tudo tem a ver com o formatar da direção, completando-a com o que se pode adicionar para os avanços (força pessoal, treinamento intelectual e vontade) e assim reforçar seu sentido de execução tática até que tudo seja incorporado dentro do que você pretende.
O que poderia valer mais: Saber dirigir de fato ou ser o melhor teórico conhecedor das leis (que regulamentam a boa condução do que fazemos)? Nesse caso se tivesse que optar por um dos dois, iria ser aquele que na prática aprendeu a dirigir pela persistência até que a evolução me conduzisse por antecipação à sensibilidade e conhecimento do saber desviar, do brecar e do acelerar para distanciar-me dos problemas. Por outro lado teria a consciência contínua pela necessidade de acrescentar os acessórios faltantes para completar as garantias de seguranças e desenvolvimento ao já que vem sendo feito.
O encontrar da direção é muito mais profundo do que ter objetivos claros na vida, ou mesmo qualificação adequada ao seu exercício. A direção define por onde começamos e projeta possibilidades para que possamos chegar aonde queremos, enquanto os objetivos são possibilidades mutantes que acompanham a própria evolução da maturidade, decorrentes de erros e acertos versus resultados.
Sua trajetória deve ser enriquecida para uma formação variável de possibilidades, que garantam percepções de que diferentes caminhos podem ser usados, para superar os desvios e atingir os objetivos compostos pela direção.
Querer ser o melhor dos melhores (novamente uma tese temporária) está pela perspectiva de conseguirmos alcançar a própria visão analítica que destine as direções, formulando equações longe das que só medicam, mas não curam e dos modelos afirmativos dos que querem vender sua teses, do tipo assino, mas não garanto ou executo.
“O ADMINISTRAR USA E MUITO AS CIÊNCIAS EXATAS, MAS MESMO A MATEMÁTICA OFERECE INÚMERAS ALTERNATIVAS PARA PODER FAZÊ-LO CHEGAR (EM MUITAS VÊZES) ANTES QUE OS OUTROS TENHAM SEQUER PENSADO EM INICIAR”.
(MSN)assessoriasergiodalsasso@hotmail.com (Kassandra Bona)
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SÉRGIO DAL SASSO: PALESTRANTE, CONSULTOR, ESCRITOR (Administração, Empreendedorismo e Educação Corporativa)
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